sexta-feira, 11 de julho de 2014
Por estas do Alto Minho e não só! A nossa selecção dos eventos que por aí vão aparecer (1)
Por estas do Alto Minho e não só!
A nossa selecção dos eventos que por aí vão aparecer
ARCOS DE VALDEVEZ:ARDAL PROMOVE DESCIDA DE CANOA DO RIO LIMA
DIA 13 de Julho
ARDAL organiza descida de canoa no Rio Lima
A ARDAL – Porta do Mezio, em parceria com o Clube Náutico de Arcos de Valdevez e as empresas de animação turística, Nature4 e Consultsport, vai organizar uma descida de canoa, no Rio Lima, no próximo dia 13 de Julho.
Esta descida terá início na freguesia de S. Jorge, pelas 9h30m, num percurso de cerca de 5 Km e uma duração de cerca de 2h.
Tem como objectivo oferecer aos participantes adrenalina, aventura e muita diversão, num percurso envolto por paisagens de cortar a respiração. É um passeio ideal para ser feito em grupo, sendo que, quando estiverem cansados de remar, podem encostar a canoa na margem e dar uns mergulhos nas águas cristalinas e transparentes do Rio Lima.
Com esta iniciativa a ARDAL – Porta do Mezio e as instituições parceiras pretendem promover a canoagem e as excelentes condições que o concelho de Arcos de Valdevez oferece para a prática deste desporto.
Percurso
Localização do Percurso – Rio Lima
Local de Partida – S. Jorge
Distância percorrida – 5 km
Duração do percurso – cerca de 2 h
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Adriano Ribeiro
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7/11/2014
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Mafra. Hoje há Festival do Pão de Mafra no Jardim do Cerco. Vai ser uma delicia haver este Festival novamente. Compareçam!....
Durante sete dias, de 11 a 13 de Julho e de 17 a 20 de Julho, a Câmara Municipal de Mafra organiza um festival que junta a gastronomia (pão, doçaria regional e tasquinhas) aos produtos locais: feira saloia, artesanato, música e dança, animação infantil.
Tradição e lazer no magnífico cenário do Jardim do Cerco, com vista para o Palácio-Convento de Mafra.
A abertura oficial realiza-se no dia 11 de Julho, às 18 horas.
Agradecimento à Câmara Municipal de Mafra pela cortesia da informação a este blogue Bancada Directa.
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7/11/2014
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quinta-feira, 10 de julho de 2014
A estas horas os meninos já devem estar na caminha. E assim vamos apreciar as noticias de futebol um tanto despidas. Muita gente não gosta do género mas tem muita audiencia. Ah! A apresentadora é venezuelana
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Adriano Ribeiro
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7/10/2014
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O nosso cronista Antonio Raposo diz de sua justiça e fala sobre um assunto recorrente. POSSO FALAR SOBRE O FUTEBOL? Ora se toda a gente fala porque será que eu não posso dar também uns bitaites? Quem sabe será um tema controverso e muitos dos leitores virão tomar posição?
POSSO FALAR SOBRE O FUTEBOL? Ora se toda a gente fala porque será que eu não posso dar também uns bitaites? Quem sabe será um tema controverso e muitos dos leitores virão tomar posição?
Vamos a ver… E já que falo, vou falar sobre a selecção portuguesa e a sua performance, que é o que está a dar.
Vi jogar a selecção, a nossa e as outras. Reconheço que a nossa selecção tem muitas qualidades e parece-me que a melhor é o jogo de conjunto.
A capacidade de parecer uma equipa, ao contrário da selecção do Brasil que sempre jogou diferente e cada um para si. É claro que uma coisa e outra são indiferentes se os jogadores forem excepcionais ou jogadores normais. Um jogador excepcional pode desequilibrar tudo e carregar com a equipa às costas.
Porém sempre gostei de ver o “joguinho” bonito da equipa portuguesa, sobretudo há uns tempos atrás quando o pessoal era mais novo e tinha mais força. A mesma equipa mas mais uns anitos em cima faz as suas mossas…
Temos que ser objectivos e parece-me que foi o que sucedeu à equipa portuguesa. O “banco” da equipa portuguesa é fraquito enquanto o banco do Brasil ou da Alemanha é forte. Sai um entra outro e não se nota.
Na equipa portuguesa a saída de um titular raramente melhorava o conjunto. Não há que ter medo de afirmar que a nossa equipa actualmente é uma igual a outras tantas que apareceram no Brasil e saíram de malas feitas.
Se por mero acaso a equipa portuguesa tivesse avançado rapidamente seria eliminada por um México, Colômbia ou Holanda, isto pra não chamarmos o Brasil, Argentina ou Alemanha. O treinador Bento não tem muita manta para tapar. Nem jogadores novos para por em campo. E quem apresenta a carne toda no assador não tem mais chouriços para grelhar.
Será que estou a ver bem o filme?
Um abraço para os meus caros leitores
Antonio Raposo
Lisboa. 2014. Junho. 30
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7/10/2014
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O nosso cronista Dom Payo Peres Correia também se julga que tem mérito para ir para o Panteão Nacional.
Leiam o seu apelo:
ESTE VOSSO AMIGO QUER TAMBÉM IR PARA O PANTEÃO
Não, não estou a falar por falar. Não é brincadeira. O Panteão é uma coisa séria e eu quero ir para lá. Democracia é isso: todos termos o direito ao nosso Panteão.
Pergunto: o que é preciso fazer para um tipo como eu, que nunca tive processo na PIDE, nem conheci nenhum comunista durante toda a minha longa vida. Tenho sido um bom português.
Poeta de letras originais de fado. Com um curriculum destes quem sou eu para ficar atrás de Amália que cantava bem mas não me animava porque era sempre fado triste da viela. Camões está no panteão mas só escreveu uma obra de jeito. Aliás de difícil separação das orações para a rapaziada das escolas.
Ninguém pode com o Camões. Não me estou a referir à sua azarada deficiência visual. Reconheço que via ele mais com um do que muita gente que anda aí com todos abertos. A freguesia é muita e o espaço exíguo. Ninguém fica satisfeito com os quinze minutos de glória, na “Casa dos Segredos” - querem todos a eternidade!
Também aceito ficar de pé, pois sempre se ocupa menos espaço. Num túmulo vertical. O túmulo não abdico e em pedra de lioz que dizem faz muito bem ao reumático e não nos esqueçamos que são os ossos que lá vão bater para a eternidade. Até me podem dar o apodo de “português (poeta) desconhecido”. Não me importo nada. Alguém se importa que o soldado o seja?
Quero o meu momento de glória – e que seja eterno enquanto dure – conforme já lá dizia o meu colega poeta Vinícius de Morais, outro letrista como eu, talvez até melhor. Um dos grandes poetas da língua portuguesa. Também ele deveria ir para o Panteão Brasileiro. Mesmo que actualmente já não escreva. O uisqui deu-lhe cabo da letra. E as ninfas do canastro. Mas foi de papinho cheio…graças às letras dos sambas.
Uma coisa garanto: se não me colocarem no Panteão, com todas as honras, não escrevo mais letras para fado. Estão a gozar? Não se esqueçam que o fado é património da humanidade, caramba. E quem sou eu para ser o eleito para tal desígnio? Apresento-me: Meu nome é D. Payo Peres Correia,( muito prazer…)
Monárquico. Maçon. Misantropo. Andei na guerra e por um triz não fui medalhado num 10 de Junho. Desertei. Fui preso e fugi. Sou de rija têmpera e de antes partir do que torcer, ou será o contrário? Esta memória está a falhar-me… Agora estou num lar. Não vos aconselho – é só cheiro a velho!
Lisboa. 2014. Julho. 06Ass) Dom Payo Peres Correia
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7/10/2014
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quarta-feira, 9 de julho de 2014
"Puta que Pariu" afinal existe mesmo. E portanto se alguém o mandar para lá, despache-se e apanhe a carreira nº 307
"Puta que Pariu" afinal existe mesmo. E portanto se alguém o mandar para lá, despache-se e apanhe a carreira nº 307. Mas só se estiver no Brasil!
“Puta que pariu’ é um bairro de uma cidade mineira, não acredita? Destino ao qual muita gente é remetida durante uma discussão, ‘Puta que pariu’, afinal, existe.
É um bairro de Bela Vista, município em Minas Gerais…” Agora quando alguém lhe disser "vá para a puta que o pariu", não se chateie e não se ofenda. Não arme confusão. Porque afinal “Puta que Pariu” existe mesmo!......
E até pode-se lá chegar de autocarro. É a carreira nº 307 “Puta que Pariu” é um bairro que fica na Cidade de Bela Vista em Minas Gerais. É uma pequena cidade cercada de mato no interior de Minas Gerais. Uma grande surpresa é que um dos bairros chama-se simplesmente “Puta que Pariu”. Acredite se quiser
O Municipio de Bela Vista foi criado pela Lei nº 2764 de 30 de Dezembro de 1962, desmembrando-se do Município de Nova Era, declarando-se naquele momento às margens de Córrego da Onça, declarando a independência de Bela Vista em Minas Gerais. (mas que raio de termos)
A cidade é dividida em 7 bairros: Bela Vista de Cima, Lages, Serrinha, Córrego do Fundo, Favela, Boca das Cobras e Puta que Pariu. Só no Brasil mesmo
Agora já não se ofenda com ninguém. Quando o mandarem para a “Puta que Pariu” não arme confusão! Apanhe a carreira nº 307
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Adriano Ribeiro
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7/09/2014
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O Teatro no Bancada Directa. Salvador Santos coordena e apresenta a sua rubrica semanal “No Palco da Saudade”. A actriz Hortense Luz é a sua recordação de hoje
O Teatro no Bancada Directa. Salvador Santos coordena e apresenta a sua rubrica semanal “No Palco da Saudade”.
A actriz Hortense Luz é a sua recordação de hoje
“No Palco da Saudade”
Texto inédito e integral de Salvador Santos (Teatro Nacional de São João. Porto)
HORTENSE LUZ
Nasceu quando o século XX tinha pouco mais de um mês de vida e cresceu feliz no seio de uma família ligada ao teatro, com destaque para o seu irmão João Guilherme que veio a ser um dos nossos mais conceituados cenógrafos.
Desde cedo seduzida pelos palcos, frequentou o curso de arte de representar do Conservatório Nacional, que terminou quando tinha apenas dezoito anos com a pontuação máxima de dezoito valores. Nesse mesmo ano, 1918, estrearia no Teatro Sá da Bandeira, do Porto, substituindo uma atriz que adoecera subitamente, na comédia “A Vizinha do Lado” de André Brun, que a Companhia de Maria Matos apresentava em digressão após uma brilhante carreira de vários meses com lotações esgotadas no Parque Mayer, em Lisboa.
A ascensão de Hortense Luz ao estrelato foi meteórica, passando a figurar à frente de grandes elencos em inúmeras revistas e operetas levadas a cena a partir da década de 1920, como “Pó de Arroz”, “Saricoté”, “Maria Rapaz” ou “Miúdo do Terço”. Antes, porém, havia debutado em comédias como “As Fogueiras de São João”, “O Ninho das Águias”, “A Verdade”, “A Casa da Ordem” ou “Mulher Sem Importância”, algumas delas representadas no palco do Teatro Nacional São Carlos, gerido à época pela Companhia Lucília Simões/Erico Braga.
E foi neste género, sobretudo na alta comédia, que ela foi efectivamente exemplar. Mas o teatro musicado era comercialmente mais atraente para quem queria aventurar-se como empresária, como era o seu caso. Com pouco mais de uma dezena de anos de carreira, Hortense Luz arriscou formar uma Companhia que ostentava o seu nome, em parceria com Mário Pombeiro, um jovem escriturário e amante de teatro com quem havia casado meses antes.
Sem nunca descurar os palcos das cidades de Lisboa e do Porto, a actriz-empresária tomou as nossas ex-colónias africanas e o Brasil como territórios privilegiados de negócio, onde apresentou em digressão quase todos os seus maiores sucessos dos anos 1930, entre os quais se podem destacar as revistas “A Rambóia” e “Zabumda”, com as quais inaugurou o Cine Teatro Nacional de Luanda em 1 de Janeiro de 1932.
Ao seu lado, no elenco, pontificavam então o grande António Silva e a estrela em ascensão Eugénio Salvador. Nos inícios da década de 1940, a Companhia de Hortense Luz regista frequentes fracassos de bilheteira, devido sobretudo à crescente crise que se faz sentir nos mais diversos sectores económicos, e a atriz-empresária desdobra-se em múltiplas actividades complementares na tentativa de manter a empresa e salvar os respectivos postos de trabalho.
Apesar de todos os esforços de Hortense Luz, a sua Companhia acabou por sucumbir, deitando por terra os sonhos acalentados por ela e pelo seu marido Mário Pombeiro.
Restou apenas uma consolação: todos os técnicos e actores seus contratados arranjaram rapidamente colocação nos diversos teatros do Parque Mayer. E o mesmo sucedeu com ela, que não tardou a subir aos palcos, agora integrada no elenco da Companhia Comediantes de Lisboa, liderada pelos irmãos Francisco e António Lopes Ribeiro.
Quanto ao seu jovem marido, o futuro acabaria por reservar-lhe uma bem-sucedida carreira de ponto teatral em diversos teatros da capital, em paralelo com a função de secretário de Hortense Luz, o que lhe valeu o título de… o Cobrador da Luz. A propósito da mudança de actividade de Mário Pombeiro, não resistimos em partilhar uma das muitas histórias engraçadas que contam a seu respeito
Uma vez no Teatro Variedades, ainda se usava a caixa do ponto, o grande e querido Vasco Santana teve um lapso de memória e calou-se, olhando para a caixa à espera de ajuda. O Pombeiro, que tinha saído do local para ir fumar um cigarrinho, apercebeu-se da situação e correu precipitadamente, batendo violentamente com a cabeça no tampo da caixa, e, com a dor, gritou: porra!!! Em cena, Vasco Santana, que esperava ansiosamente o texto, ao ouvir o desabafo do ponto, comentou em tom de representação: “Ah, isso não digo!”
E, a partir daí, a cena repetiu-se todas as noites. Nos Comediantes de Lisboa, Hortense Luz regressou ao género teatral que esteve na origem da sua formação e carreira, dividindo-se depois por outras companhias de repertório, pela rádio e pelo cinema. Mais tarde, com o advento da televisão, representou inúmeras peças nas célebres Noites de Teatro da RTP e apresentou o programa “Melodias de Sempre” com o locutor Jorge Alves.
Já quase no fim do seu percurso, a actriz regressou ao teatro de revista, onde sempre revelou um à-vontade e um tal domínio do género que se imaginaria ter iniciado nele a sua carreira, para uma aparição fugaz no espectáculo “Delírio em Lisboa”, no Teatro ABC, no Parque Mayer. Algum cansaço e problemas de saúde determinaram o seu afastamento dos palcos em 1970. Hortense Luz viria a falecer em 1984, com oitenta e quatro anos.
Salvador Santos
Teatro Nacional de São João. Porto
Porto. 2014. Julho. 07
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7/09/2014
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terça-feira, 8 de julho de 2014
Ser ou não ser politico: eis a questão! O nosso cronista Antonio Raposo fala-nos da crise instalada nos instestinos do PS. São dois galos para um só poleiro, mas o curioso é observar a clientela que querem assegurar uns tachitos. Ele já nem fala do que vai ser o Conselho de Estado……
Ser ou não ser politico: eis a questão!
O nosso cronista Antonio Raposo fala-nos da crise instalada nos intestinos do PS.
São dois galos para um só poleiro, mas o curioso é observar a clientela que querem assegurar uns tachitos. Ele já nem fala do que vai ser o Conselho de Estado……
Nestes últimos dias tenho andado muito confuso sobre o que é que se está a passar no Partido Socialista.
Eu sei que há muito pessoal do PS que já se arrumou atrás de cada uma das figuras, e aparecem sempre nos telejornais como quem diz: " Não me esqueçam..."
Basta uma lista com alguns itens importantes tais como:
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Adriano Ribeiro
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7/08/2014
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E eu que não tinha fé nenhuma neste homem. Afinal nem o facto do sogro ser quem é, o impede de reconhecer o que é melhor para Portugal. Eis Luiz Montez e Patricia
Luiz: podes ter ganho alguns inimigos, mas o melhor para uma pessoa coerente é estar bem com a sua consciência.
Vamos á noticia
Eram muitos, algumas centenas. Caras conhecidas da televisão, dos jornais, do mundo da cultura. Chegaram à hora certa, ao mercado da Ribeira, em Lisboa, para dar o seu apoio a António Costa. Porque "é preciso mudar" o estado da nação e o tempo urge na corrida que começa por ser à liderança do PS, para depois passar ao Governo do país.
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Adriano Ribeiro
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7/08/2014
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segunda-feira, 7 de julho de 2014
O nosso cronista “Olho Vivo e Pé Ligeiro” diz de sua justiça. E refere que estamos na presença de várias verdades relativas a bancos, a banqueiros e a outros pantomineiros
E refere que estamos na presença de várias verdades relativas a bancos, a banqueiros e a outros pantomineiros
OS BANCOS, OS BANQUEIROS E OUTROS PANTOMINEIROS
Dizia alguém que sabia do que falava que a melhor maneira de roubar um banco era ir para a sua gerência.
Sabemos como – desde sempre a Banca e a sua influência – o dinheiro, gostaram de mandar no mundo.
Essa história de dizer-se que a política manda na economia até pode ter pernas para andar mas no fim da escada e no topo de tudo está a finança. Com ela a sua amiga Banca. Nunca vos deu para perguntar porque é que os “off-shores” ainda não fecharam? É lá que o dinheirito sujo se refugia e salta depois limpinho para o meio de nós.
Quantos políticos já tiveram a “lata” de dizer que desejavam acabar com os off-shores? Cada político afirma que sozinho não pode acabar com eles porque só acabaria com os do seu próprio País. Alguém, e muito menos esta linda Europa que nos desgoverna quis fazer o menor esforço nesse sentido?
Nem podia. Por uma razão muito simples. Quem manda nos políticos são os homens da Banca/Finança. Nós votamos – a Europa vota – e depois não sucede nada. É tudo para dar a ilusão que o voto é a arma do povo. Não queriam mais nada. Os grandes grupos financeiros que se formaram já lá vão uns belos anitos, dominam o mundo. Reúnem-se e decidem o que farão. Elem mandam e nós votamos.
Vejam o que sucedeu e está a suceder ainda na Banca Portuguesa. Enquanto a bolha aguentou uma economia de casino, ganharam-se milhões. Ganharam os banqueiros – claro! Depois a criança caiu-lhes nos braços e foi o que vimos. Nós (os votantes) é que pagámos e estamos a pagar as loucuras dos banqueiros. Que emprestavam/davam dinheiro aos amigos – era só pedir nem precisava ter crédito!
E depois vieram uns senhores muito conhecedores do fenómeno económico – ilustres professores de economia da nossa praça – dizer que vivemos acima das nossas possibilidades! Que grande falácia. Deveriam agora dizer que estamos a pagar acima das nossas possibilidades, isso sim. Esta sociedade está construída sob um terreno pantanoso.
Parece o jogo da Dona Branca, em que todos ganham até ao momento em que todos começam a perder. Eu costumo dizer – com alguma ironia – que o dinheiro não é fêmea – e que portanto não se reproduz A menos que se jogue na bolsa, e mesmo aí o dinheiro não produz riqueza nenhuma, Na bolsa só se produz especulação. A riqueza só se obtém com o trabalho. Sem trabalho não há riqueza.
Por isso, como diz quem sabe, que a mais valia obtida deve ser dividida, equitativamente, entre o capital e o trabalho. Ponto final. E no nosso pequenino Portugal, pelo que tenho visto nos últimos 30-40 anos é o domínio completo destes senhores muito bem vestidos, penteados, e cheios de iates e casas de campo, a brincar connosco e a fazer com que paguemos todas as crises que eles criarem.
Um abraço para os meus caríssimos leitores
“Olho Vivo e Pé Ligeiro”
Lisboa. 2014. Julho. 07
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Adriano Ribeiro
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7/07/2014
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domingo, 6 de julho de 2014
O Sargentão Scolari. Ter telhados de vidro e atirar pedras para os telhados dos outros. Lamenta Neymar mas esquece-se a "caçada" que fizeram ao James Rodriguez
Será?
Nós também lamentamos a lesão grave que o menino Neymar sofreu e desejamos as suas rápidas melhoras. Assim como lamentamos o que de pior possa suceder aos futebolistas de todos as selecções e clubes.
Se há alguém que não se pode queixar do sucedeu ao jogador é o seu treinador Scolari, foi mais do que evidente que a sua estratégia para anular o melhor jogador da Colômbia foi o recurso à violência e James foi alvo de muitas faltas duras.
Um jogo em que a violência foi usada como estratégia de jogo poderia acabar mal e Scolari sabia muito bem disso.
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7/06/2014
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E anda este "senhor" afincadamente a pedir que haja um consenso politico para o interesse de Portugal. Consenso, consenso, mas só para o que lhe interessa.
Mas também valha a pena dizer que não lhe gabo muito o futuro
Até mesmo dentro do seu partido
Tenho a impressão que ele disse isto, porque estava em Arouca e depois iria para (se calhar) Alvarenga comer um bom bife na pedra
........O primeiro-ministro Passos Coelho pediu hoje entendimento e compromisso dos agentes políticos, económicos e sociais para uma estratégia "verdadeiramente nacional" para resolver os problemas da natalidade e do desemprego, garantindo que Portugal tem um nível de proteção social muito elevado.
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7/06/2014
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sábado, 5 de julho de 2014
PONTE DE LIMA REALIZA FESTIVAL PERCURSOS DA MÚSICA
PONTE DE LIMA REALIZA FESTIVAL PERCURSOS DA MÚSICA
Ponte de Lima de 8 a 17 de Julho
A emblemática Vila de Ponte de Lima recebe de 8 a 17 de Julho mais uma edição do Festival Percursos da Música, festival que privilegia a abordagem multidisciplinar que o distingue dos restantes festivais de música tradicionais. Sob a coordenação da Academia de Música Fernandes Fão e da Academia de Música de Ponte de Lima – AMFF/AMPTL, o Município de Ponte de Lima dinamiza este evento consciente de que a formação de públicos é fulcral para o incremento da cultura na região e no país.
A programação do Festival Percursos da Música é criteriosamente seleccionada e dirigida para a maior parte da população, solidificando-se no seu objectivo - a partilha de momentos artísticos únicos e irrepetíveis. A vertente pedagógica é, também, uma constante!
Assim, a inclusão de alunos da AMFF/AMPTL tem como principal objectivo torná-los, no futuro e independentemente da profissão a escolher, profissionais competentes, cultos, criativos, flexíveis de pensamento e socialmente intervenientes.
O impulso desta edição é estabelecido pelo Simpósio Nacional “Percursos do Ensino da Música”, em associação com a Universidade do Minho, durante o qual especialistas de renome e políticos reflectirão sobre as estratégias e futuro do ensino da música no país, incluindo um concerto comentado sobre a temática “Como Nasce um Compositor em Portugal”.
Ao longo do “Percursos da Música”, algumas presenças já habituais e muitas novidades preencherão as esperadas amenas noites limianas em locais tão diversos como o Largo Camões, Largo da Matriz, Largo da Picota, Largo Além da Ponte, Escadaria das Pereiras, Teatro Diogo Bernardes, Cooperativa LimaTerrae, Auditório Rio Lima e Auditório da Academia de Música e, no dia 12, um “Open Music Day” espalhará música, ao longo de todo o dia, na vila, para prazer dos limianos e dos turistas. Igualmente, de 14 a 16 de Julho, jovens trompetistas e professores de grande qualidade reunir-se-ão em Ponte de Lima, no 1º Encontro de Trompete, durante o qual decorrerão master classes, ateliê de luthier, concertos e actividades desportivas.
O encerramento do Festival será no dia 17 de Julho, no Teatro Diogo Bernardes, com uma Gala de Ópera e homenageará o tenor José Lourenço, professor da AMFF e prematuramente desaparecido em Outubro de 2013.
Grande parte dos alunos do projecto que este profissional criou, em 2011, em Ponte de Lima, o “Man’óperas de Diversão” que apresentou produções tão maravilhosas como “Olá Fontaine!”, “O Melhor dos Mundos Possíveis” e “Bast’Assim!”, os alunos do projecto “Em Cena” que partilharam o palco com o cantor na produção “Música no Coração” e na obra de Bernstein, bem como quatro solistas de craveira internacional, interpretarão um repertório magnífico e da predilecção do saudoso cantor.
Para mais informações ou reservas contate o Teatro Diogo Bernardes: teatrodb@cm-pontedelima.pt, ou pelo telefone 258 900 414.
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7/05/2014
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Pão de Mafra é uma maravilha de se tirar o chapéu! No próximo Fim-de-sermana em Mafra vai-se confirmar o que dizemos. Festival do Pão de Mafra no Jardim do Cerco
Pão de Mafra é uma maravilha de se tirar o chapéu!
No próximo Fim-de-semana em Mafra vai-se confirmar o que dizemos.
Festival do Pão de Mafra no Jardim do Cerco
11, 12 e 13 de Julho de 2014
E depois continua no outro Fim-de-semana
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7/05/2014
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Recordar é Viver. Uma foto para a posteridade
Curso do ano de 2013
Formandos de Arquitectura
Universidade do Dubai
Pra eu me recordar ao longo da minha vida.
Tinha uma burka tão linda!.........
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7/05/2014
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Neste Sabado vamos dar uma pequena folga a temas de folclore minhoto. Deliciem-se com este tema maravilhoso de marioneta cheia de vida. New York
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7/05/2014
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sexta-feira, 4 de julho de 2014
Esta Lisboa que eu amo! Mas com condutores (?) que desrespeitam o direito dos outros cidadãos o meu espirito fica toldado com tanta intolerancia
Nesta outra foto a seguir refere-se a situação ocorrida no dia 03/02/2014 na Rua Ary dos Santos em Benfica pelas 14h29
As fotos são do "Passeio Livre".
Na altura da publicação do post o autor chamou a atenção da PSP
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7/04/2014
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quinta-feira, 3 de julho de 2014
Passos Coelho: um humorista de baixa categoria! Quando em plena discussão no Parlamento do "Estado da Nação" ele desata-se a rir quando o acusam de destruição do estado social é muito triste, muito triste mesmo. Dá a indicação de que já sabe que vai pela porta fora.........Ontem já era tarde!....
Ler a noticia dos sorrisos clicando aqui.
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7/03/2014
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quarta-feira, 2 de julho de 2014
A grande e versátil actriz Luísa Barbosa é a recordação de hoje na rubrica “No Palco da Saudade" como sempre semanalmente coordenada pelo nosso homem do teatro Salvador Santos. É o “Teatro no Bancada Directa”
In memoriam
Luísa Barbosa nasceu em Ferreira do Alentejo em 16 de Maio de 1923 e faleceu na cidade de Setúbal em 21 de Agosto de 2003.
Foi uma excelente actriz portuguesa
A grande e versátil actriz Luísa Barbosa é a recordação de hoje na rubrica “No Palco da Saudade, como sempre semanalmente coordenada pelo nosso homem do teatro Salvador Santos.
É o “Teatro no Bancada Directa”
“No Palco da Saudade”
Texto inédito e integral de Salvador Santos (Teatro Nacional de São João. Porto)
LUÍSA BARBOSA
A fazer fé nos registos que podemos encontrar nos mais diversos arquivos físicos e plataformas digitais sobre a atriz que hoje evocamos, ficaríamos absolutamente convencidos de que ela teria tido uma carreira artística deveras curtíssima e iniciada muito tarde. O que é errado.
Com pouco mais de cinco anos de idade, ela subiu ao palco para uma contracena breve com a actriz Josefina Silva numa peça protagonizada pelo casal Luísa Satanela/Estevão Amarante, em Lisboa, experiência que jamais esqueceu e que repetiria noutros moldes alguns anos mais tarde, ainda adolescente, ao pertencer ao elenco de duas troupes de teatro itinerante, onde contracenou com actores de muito prestígio na época no interior do país, como Afonso Matos e Rafael de Oliveira.
Depois desta experiência de cerca de quatro anos, desiludida com a situação que se vivia nos palcos portugueses e face à escassez de outras oportunidades de vida no território nacional, Luísa Barbosa decidiu emigrar para França. Em Paris fez de tudo para sobreviver, desde empregada de balcão a cozinheira.
E, claro, fez também teatro para os nossos compatriotas num grupo de amadores, para além de ter escrito canções, ter ensinado português a Brigitte Bardot e de ter integrado um grupo de teatro brasileiro que andava em digressão por terras francesas.
Neste grupo conheceu uma das suas maiores paixões, um músico de jazz com quem viveu muitas histórias engraçadas que ela contava com alguma frequência, uma delas não resistimos em partilhar convosco. Luísa Barbosa e o namorado compraram dois bilhetes para um concerto de Miles Davis no Olympia, que custaram uma fortuna.
O concerto começou. Um pianista, um baixista e um baterista começaram a tocar. A audiência esperava impacientemente o inconfundível som do mago do trompete. Da esquerda surgiu então o artista. Chegado a meio do palco, levou o instrumento à boca e fez soar umas breves notas. De súbito, voltou a colocar o trompete debaixo do braço e saiu do palco. Os outros três músicos olharam-se e começaram a tocar, mas… de Miles Davis nada.
O homem do baixo pousou a viola e saiu. O pianista, passados uns minutos, levantou-se e fez o mesmo. O baterista continuou a bater no prato de choque. Olhou os bastidores e saiu também. Este acontecimento foi um escândalo de grandes proporções que mereceu notícia de primeira página nos jornais franceses e honras de abertura dos noticiários de todas as rádios e televisões.
Não só porque Miles Davis não realizou o concerto, mas também porque o público não tolerou o sucedido e arrancou as cadeiras da mítica sala de espectáculos parisiense e fê-las voar contra as paredes. Por essa razão, a actriz Luísa Barbosa costumava dizer, com a graça que a caracterizava, que já tinha pisado o palco do Olympia numa noite de lotação esgotada. Isto porque no meio de toda aquela confusão, ela e o namorado foram obrigados a fugir pelo palco, por entre gritos e urros!
Com a Revolução de Abril de 1974, Luísa Barbosa decidiu regressar a Portugal na esperança de retomar a sua vida nos palcos, tenho escolhido Viseu como terra de acolhimento. Ali ingressou no grupo de teatro Centelha, onde o actor Carlos César, que a conhecera em Paris, a encontrou a fazer “As Mãos Metidas na Terra”.
Com o fim deste projecto por terras beirãs, em 1979, a actriz partiu para Lisboa em busca de oportunidades de trabalho, e o mais que conseguiu foi um emprego no Bar dos Artistas do Teatro D. Maria II, para, logo depois, arriscar a gestão de um restaurante do Parque Mayer, onde fez notar a sua comicidade junto da comunidade artística ligada ao teatro de revista. Ao saber do fim do grupo de Viseu, Carlos César desafiou Luísa Barbosa a ser actriz a tempo inteiro no Teatro de Animação de Setúbal.
Entretanto, Nicolau Breyner, então actor de uma comédia no Teatro Capitólio, mas já envolvido no projecto ainda em embrião de “Vila Faia”, convidou-a a prestar provas para uma personagem secundária daquela telenovela – uma mulher aparentemente dura, mas de coração mole –, com a qual acabaria por conquistar o público.
A partir daí, tudo mudou. Seguiram-se as séries televisivas “Gente Fina é Outra Coisa” e “Eu Show Nico”, para além de mais um conjunto de telenovelas, como “Chuva na Areia”, “Palavras Cruzadas” ou “Passerelle”.
Devido ao enorme êxito obtido na televisão, Luísa Barbosa chegou rapidamente ao cinema, primeiro a convite de Lauro António para um pequeno papel no filme “O Vestido Cor de Fogo” (1986), e mais tarde a desafio dos realizadores Leonel Vieira (“Zona J”, 1998), António Pedro Vasconcelos (“Jaime”, 1999) e Luís Filipe Rocha (“Camarate”, 2000), entre muitos outros.
Mas a sua grande paixão era de facto o teatro, que nunca deixou fazer, passando por todos os géneros, desde o menos convencional à revista, onde se estreou com “Há Mas São Verdes!”, no Teatro Variedades, com uma interpretação admirável em rábulas como “A Dona Ameijoa” e “A Ditadora”. Luísa Barbosa era uma mulher de grande energia, muito alegre e extremamente positiva, fiel aos seus compromissos.
E foi essa fidelidade, que sempre a norteou na vida, que a manteve ligada ao projecto artístico do Teatro Animação de Setúbal. Só a morte havia de separá-la definitivamente da companhia liderada por Carlos César, quando, a 21 de Agosto de 2003, a veio buscar sorrateiramente pela calada da noite.
Salvador Santos
Teatro Nacional de São João. Porto.
Porto 2014. Junho. 30
Publicada por
Adriano Ribeiro
à(s)
7/02/2014
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