BANCADA DIRECTA

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Hoje é quarta feira. Dia de “O Teatro no Bancada Directa”. Rubrica preenchida por Salvador Santos com o seu tema “No Palco da Saudade”. E o nosso homem do teatro dos dias de hoje recorda-nos o grande actor de muitas saudades, de nome Carlos César


Hoje é quarta feira. 
Dia de “O Teatro no Bancada Directa”. 
Rubrica preenchida por Salvador Santos com o seu tema “No Palco da Saudade”. 
E o nosso homem do teatro dos dias de hoje recorda-nos o grande actor de muitas saudades, de nome Carlos César. 

“No Palco da Saudade” 
Texto inédito e integral de Salvador Santos (Teatro Nacional de São João. Porto) 


CARLOS CÉSAR 

Do seu vasto currículo no teatro consta a participação em 33 peças como actor e noutras 42 como encenador, mas a sua notoriedade acabaria por advir do trabalho realizado em televisão a partir de 1982. 

Muito pouca gente sabe ou conhece o muito que ficara para trás, nomeadamente um exílio em Paris por motivos políticos desde 1963, após um início fulgurante e muito promissor nos palcos em Lisboa, no Teatro da Trindade, em 1961, a que se seguiu a conclusão do curso do Conservatório Nacional com a brilhante classificação de dezoito valores. 
Na verdade, quando se refere o seu nome, tudo parece resumir-se simplesmente aos papéis desempenhados nas novelas “Vila Faia” e “Jardins Proibidos” ou na série televisiva “Gente Fina é Outra Coisa”. O percurso artístico de Carlos César, um homem de teatro que se bateu como poucos por uma cultura descentralizada ao serviço do povo e pela dignificação da profissão de actor, teve início na companhia do Teatro D’Arte, onde se manteve por muito pouco tempo. 

A sua enormíssima vontade em desbravar novos caminhos dramatúrgicos mais próximos dos problemas da sociedade portuguesa e em desvendar novas formas de produção teatral, levou-o a fundar o grupo A Máscara, no qual se iniciou na encenação. As suas propostas cénicas e algumas posições públicas irritaram a polícia política salazarista, o que acabaria por forçá-lo a um exílio em Paris que durou mais de dez anos. Afastaram-no mas não o conseguiram parar e, muito menos, calar. 

Na capital francesa, Carlos César criou o Teatro Oficina Português, cujo trabalho manifestava clara oposição ao governo de Salazar, onde encenou e representou uma dúzia de peças, entre as quais a proibidíssima “Felizmente Há Luar” de Luís de Sttau Monteiro, que alcançou grande aceitação junto da comunidade portuguesa. 

 Atento ao que se passava no nosso país, foi recebendo informação sobre as movimentações militares e políticas que iam germinando em crescendo até eclodirem na vitoriosa Revolução dos Cravos. Por acreditar no Portugal Democrático nascido em Abril, regressou apostado num projecto de descentralização teatral que viria a ter sede de trabalho em Setúbal, cidade que serviu como homem, ator, encenador e… autarca.

 Em conjunto com um grupo de jovens actores, alguns deles entretanto falecidos, como Carlos Daniel (que já aqui recordámos) ou António Assunção, Carlos César criou o Teatro de Animação de Setúbal (TAS), que, em 26 de Dezembro de 1975, estreou a sua primeira produção (“A Maratona” de Claude Confortès), no Salão de Festas da FNAT – actual INATEL. 

Nascia assim um colectivo de teatro que ainda hoje perdura, tendo produzido até ao momento mais de uma centena de peças, desde os grandes clássicos a textos populares, recebendo igualmente diversos espectáculos externos, numa espécie de plataforma de intercâmbio que teve o seu início com o Festival de Teatro de Setúbal, iniciativa já extinta e que tinha por palco os Claustros do Convento de Jesus. 
Paralelamente à sua actividade profissional, Carlos César chegou o ocupar o cargo de vereador da Cultura na Câmara Municipal de Setúbal, pelo Partido Socialista, mas a sua agitada vida de artista não o permitiu prolongar por muito tempo o exercício de autarca, sobretudo quando os trabalhos no cinema e na televisão começaram a ser cada vez mais exigentes. 

No grande ecrã destaca-se a sua participação nos filmes “O Barão de Altamira” de Artur Semedo, “Aqui D’El Rei” de António Pedro Vasconcelos e “Afirma Pereira” de Roberto Faenza, baseado no livro homónimo de António Tabucchi. 

No pequeno ecrã, para além dos trabalhos já acima referidos, seria injusto não destacar a sua excelente prestação em “Ballet Rose”, “Vidas de Sal” e “Os Lobos”. Mas a prioridade de Carlos César foi sempre o seu TAS, que, pese embora as inúmeras solicitações externas, nunca abandonou.
Ali realiza um trabalho consistente, virado para a itinerância, baseado na escolha de um repertório de qualidade que, através de uma linguagem cénica actual e bastante acessível, comunique com o público e simultaneamente lhe desperte o interesse pelo teatro, sem fugir a um modelo de produção que reflicta os anseios e preocupações da sociedade. 

Paralelamente, com o TAS, aposta na formação e nos encontros com o público jovem, através da realização de espectáculos de textos curriculares do ensino secundário e de iniciativas de sensibilização para as expressões artísticas, desenvolvendo o gosto pelas artes junto dos mais novos. 

A acção de Carlos César no grupo de teatro de Setúbal não deixou, porém, de ser controversa, sobretudo quando, na década de 1990, as suas opções artísticas conduziram o TAS para a produção de um género teatral mais popular e musicado, sendo por isso muito criticado por diversos sectores das artes. Indiferente às contestações, manteve aquele mesmo rumo de repertório até à sua morte, que ocorreu de forma súbita e inesperada. 
Quando, em 9 Janeiro de 2001, se encontrava a preparar mais um dos seus habituais trabalhos para televisão, na cidade do Porto, sentiu-se indisposto, tendo sido aconselhado por colegas e amigos a fazer exames no Hospital Universitário de Coimbra, no dia seguinte, ao regressar ao sul. Já à porta daquela unidade hospitalar conceituada em doenças cardiovasculares, acabaria por sucumbir a um ataque cardíaco fulminante. 

Salvador Santos 
Teatro Nacional de São João. Porto 
Porto. 2014. Junho. 16

terça-feira, 17 de junho de 2014

Os meus universos paralelos”. Qual será o gozo que estas figuras sentem quando estão a enganar os portugueses? O “irrevogável” Paulo Portas diz que é possível repor em 2015 20% dos salários. Goza que eu gosto!........

Os meus universos paralelos”. 
Qual será o gozo que estas figuras sentem quando estão a enganar os portugueses? 
O “irrevogável” Paulo Portas diz que é possível repor em 2015 20% dos salários. 
Goza que eu gosto!........ 

Portas diz ser possível repor 20% dos salários em 2015 

Paulo Portas considera que a devolução gradual de salários e das pensões que pagavam Contribuição Extraordinária de Solidariedade (CES) é uma medida razoável. «O país não pode voltar de uma assentada, de um dia para o outro, a 2010, porque se o fizer volta à raiz do problema. 

É preciso fazer gradualismo, é preciso encontrar soluções razoáveis», disse o vice-primeiro ministro à margem de um encontro de trabalho do Partido Popular Europeu (PPE) em Albufeira. 

Nesse sentido, para o vice-primeiro-ministro, a reposição dos salários nos próximos quatro anos (20% já em 2015) é uma medida «razoável e possível». 

Palavras para quê? Fazer qualquer comentário a estas afirmações é dar muita importancia a quem as disse......

Triste, muito triste! Falta de caracter e a fraqueza de um grupo perante homens que o são em teoria e na prática desportiva. É a imagem fiel de um povo amargurado no seu dia a dia. O que nos vale de vez em quando são estas cabeçadas de um mestre da parvoíce

A jogarem no estrangeiro esfarrapam-se todos. Têm que dar mostras de que querem assegurar os lugares para que foram contratados. 

A jogarem na nossa selecção andam na desportiva.

Palavras de conforto nesta altura ainda lhes dá para pensar que são uns heróis!.....

Os meus “universos paralelos”. Seguro versus Costa. O Partido Socialista enfrenta um dilema do qual ainda não há previsibilidade na sua resolução. Noutra onda, melhor noutro “universo paralelo” lá anda o Maduro a dizer que a coligação deve ganhar as próximas legislativas.


Os meus “universos paralelos”. Seguro versus Costa. O Partido Socialista enfrenta um dilema do qual ainda não há previsibilidade na sua resolução. Noutra onda, melhor noutro “universo paralelo” lá anda o Maduro (ilusionista, agora, de serviço) a dizer que a coligação deve ganhar as próximas legislativas. 

O secretário-geral do PS criticou anteontem António Costa por ter decidido avançar como candidato "agora que o PS tem quase a certeza absoluta que ganhava as eleições", afirmando que Portugal "não precisa de um primeiro-ministro de ocasião". "Portugal não precisa de um primeiro-ministro de ocasião. 

Portugal precisa de um líder com coragem que avança nos períodos difíceis para tirar Portugal da crise", referiu António José Seguro. O líder socialista criticava António Costa por ter decidido avançar como candidato à liderança agora e não quando teve oportunidade, em momentos de congresso do PS. 

"Quando um partido tem eleições normais, também é normal e natural que quem se quer candidatar se apresente. Foi o que eu fiz, eu e o Assis há três anos. Mas há três anos ninguém mais esteve disponível para se chegar à frente. O PS tinha tido uma das maiores derrotas de sempre e não se sabia como se estaria nesta altura", afirmou. 

"Mas agora? Agora quando não estava aberta nenhuma disputa interna. Agora que já é apetecível o poder. Agora que o PS tem quase a certeza absoluta que ganhava as eleições, agora é que há disponibilidade", acrescentou. 

O secretário-geral do PS falava aos jornalistas após num encontro com militantes e simpatizantes que decorreu hoje no edifício da Alfândega, no Porto. 

Na sessão discursaram vários presidentes de câmara socialistas do distrito, bem como apoiantes independentes, o deputado europeu Francisco Assis e o líder da distrital PS do Porto, José Luís Carneiro. 

"Estamos por Portugal, estamos pelos portugueses" António José Seguro começou por dizer que não estava ali por "jogos de poder". "Estamos por Portugal, estamos pelos portugueses", afirmou, adivinhando-se um discurso de crítica a António Costa. 

Já no final da sua intervenção, perante cerca de 800 militantes e simpatizantes, o líder socialista referiu que "quando as televisões o convidaram para debate" disse "de imediato" que aceitava, e acrescentou: "Tenho pena que o António Costa rejeite". 

"Solidariedade" e "lealdade" foram duas palavras que percorreram todo o discurso de Seguro, que aproveitou o momento para questionar, como é que os portugueses vão acreditar que o PS é capaz de praticar esses valores uma vez no Governo, se não os souber praticar dentro do partido

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Os meus “universos paralelos”. Não possuir un Curso de Direito e atrever-se a tecer considerações sobre a excelencia de uma cultura “filosófica/politica que esta senhora diz que fere as compatibilidades (naquilo que interessa ao Governo) dos juízes do Tribunal Constitucional. Eis a Teresa Leal Coelho no seu melhor!...


Os meus “universos paralelos”. Não possuir un Curso de Direito e atrever-se a tecer considerações sobre a excelência de uma cultura “filosófica/politica que esta senhora diz que fere as compatibilidades (naquilo que interessa ao Governo) dos juízes do Tribunal Constitucional. Eis a Teresa Leal Coelho no seu melhor!....... 

Eis a frase que a Teresa Leal Coelho  "amandou" para o ar. Por acaso não entrou nenhuma mosca

«…alguns dos juízes que propusemos criaram a ilusão de que tinham uma visão filosófico-política que seria compatível com o projecto reformista que temos [nós, PSD] para Portugal no quadro europeu». (Teresa Leal Coelho, deputada e vice-presidente do PSD) 

  Nota – Com os critérios de escolha aviltou a AR e, ao revelá-los à comunicação social, insultou os tribunais e o país.

Para a vaidade germanica só o calor e a humidade os faz ter medo. Portugal nem por isso. Lê-se nas omissões. Vejam lá se se enganam!.......

 

 Antevisão do que por aí vem para o próximo Portugal/Alemanha

domingo, 15 de junho de 2014

O ocaso do futebol britânico é uma triste realidade. O "chuveirinho" nunca convenceu ninguém. Os transalpinos iguais a si próprios. E estão a caminho dos oitavos


Apresento as minhas desculpas à nossa selecção, mas as verdades e as tristes realidades deste Brasil de fachada têm de ser ditas e mostradas

sábado, 14 de junho de 2014

Enquanto no meio dos espanhois convivo com os ressabiados por causa da derrota frente à Holanda e em Portugal começo a constatar os "universos paralelos" no interior do Partido Socialista, neste Domingo entretenho-me a ver e ouvir folclore minhoto.



Por aqui em España um terramoto de grande escala não fazia tanta mossa. Até já se diz que a Holanda é que deve suceder a Juan Carlos. La campeona, con ocho titulares de la final de hace cuatro años, sucumbe. Los errores alcanzan al jugador más en forma este curso, Sergio Ramos. Encaja más del doble de goles que en todo el pasado campeonato del mundo

Por aqui em España um terramoto de grande escala não fazia tanta mossa.
Até já se diz que a Holanda é que deve suceder a Juan Carlos
La campeona, con ocho titulares de la final de hace cuatro años, sucumbe Los errores alcanzan al jugador más en forma este curso, Sergio Ramos
Encaja más del doble de goles que en todo el pasado campeonato del mundo



Holanda 5....España 1


España fue débil en el empate, débil en el segundo gol, aunque hay que conceder a Robben el mérito de su control en el área y su regate a Piqué, y débil en el que acababa de inclinar la victoria, pese a la falta previa de Van Persie sobre Casillas.

Del Bosque reaccionó al naufragio con cambios desesperados en busca del empate, Torres y Pedro, pero a costa de desguarnecer el centro del campo, ya sin Xabi Alonso y con un Busquets que no pasa por sus mejores días. Holanda fue a partir de entonces como un látigo en movimiento, espoleada por Robben, autor de dos tantos, como Van Persie. 

Este jugador al que siempre ha costado dominar al demonio que lleva dentro, merece el premio a su excelente partido. Fue veloz, fue desequilibrante, fue goleador y fue líder. Una goleada en la primera fase no colma su error ante Casillas en Johannesburgo, pero al menos calma su desesperación. Es difícil que sin ella sea el mismo.
Robben es uno de los supervivientes en esta Holanda renovada. España, campeona de la Eurocopa, no había sentido la necesidad. Del Bosque partió con un once muy jerárquico que debe formar parte de sus reflexiones. Era el mejor posible con los nombres. La cuestión es si la forma dice lo mismo y si los días en el frío de Curitiba eran o no lo adecuado para jugar en Bahía. Por ello, el análisis debe ser global y reposado. Esto no puede ser inexplicable, como dijo tras el partido. 

Es cierto que, poco antes de que Van Persie empatara, a un minuto del descanso, Silva tuvo en sus botas aumentar una ventaja que habría cambiado el decorado, pero nadie se desangra de esa forma por un corte. Lo que España sufrió fue una hemorragia que empezó cuando cada equipo hubo de salir a campo abierto. Cuando se desnudaron tácticamente fue cuando se vio dónde estaba cada uno. Los españoles preguntándose quiénes fueron. Hoy, cómo volver a serlo.

Mas para os espanhois nem tudo foi mau no dia de ontem Calculem lá que houve um grande acontecimento que os ajuda a mitigar as "dolores"


Juan Bautista sale a hombros en la primera de feria em Istres
Com derechazos desta envergadura do francês Juan Bautista até os espanhois se esquecem do terramoto futebolistico
    
El francés desoreja al tercero de una tarde en la que Enrique Ponce paseó un trofeo y en la que Morante se fue de vacío frente a una desrazada corrida de El Tajo y la Reina

Istres é uma localidade muita visitada por espanhois, por ocasião desta feira taurina, situada na Provença a uns 50 Kms a norte de Marseille

Para que conste!......É que eu ainda tenho para vos contar um evento que ocorreu ontem aqui em Roquetas de Mar. Fica para amanhã, melhor, para segunda feira.

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Este Mundial de Futebol veio mesmo a calhar para o nosso desorientado Governo. Enquanto cá a rapaziada se preocupa em saber se o namorado da Irina tem o joelho rotuliano a cem por cento ( e tudo o resto que agrada à sua Irina), e se a selecção portuga vai mesmo pôr-se a jeito para fazer um figurão, vai ser 30 dias em que as maldades legislativas dos coligados vão passar despercebidas

Este Mundial de Futebol veio mesmo a calhar para o nosso desorientado Governo. Enquanto cá a rapaziada se preocupa em saber se o namorado da Irina tem o joelho rotuliano a cem por cento ( e tudo o resto que agrada à sua Irina), e se a selecção portuga vai mesmo pôr-se a jeito para fazer um figurão, vai ser 30 dias em que as malandrices legislativas dos coligados vão passar despercebidas 

Haja fé em Deus e todos ao molho, que a bola está mal cheia e vem aos zigues-zagues 

Durante um mês os telejornais vão abrir com notícias da bola e só um terramoto político ( ou dos outros) poderá tirar a a primazia ao mundial de futebol. Em Belém, S. Bento, S. Caetano e Caldas, vai reinar a tranquilidade e muita animação. 

De fininho, vão aproveitar para fazer umas malandrices, enquanto o povo está distraído diante dos ecran televisivos. Pobretes, mas alegretes! 

Eu por mim já vou levar um corte no vencimento deste mês de Junho, melhor um aumento na contribuição de 1% para a ADSE. Já conferi! 
E para cumulo destas malandrices gabo o descaramento com que apregoam que vão repor os salários do pessoal da Função Publica progressivamente até 2019. Gozem, gozem que eu gosto.

É tudo conversa para boi dormir

Por estas terras do Alto Minho. A nossa selecção dos eventos que por aí vêm

Os nossos dias confusos do socialismo. E para nos fazer pensar sobre esta confusão, o jornalista Fernando Correia diz de sua justiça sobre o tema


Os nossos dias confusos do socialismo. 
E para nos fazer pensar sobre esta confusão, o jornalista Fernando Correia diz de sua justiça sobre o tema 


Primeira questão: entre nós não está implantado o socialismo, embora haja um Partido Socialista. Porque estas questão do socialismo é algo de muito complicado, até mesmo complexo que se não consegue fazer entender-se sem mais aquelas. 

Provavelmente, a maioria do povo português, a avaliar pelos votos à esquerda, desejaria o socialismo como uma forma mais equilibrada e justa para se viver. Só que a politização está por fazer e a informação é escassa. 

Donde o PS cá do sítio não passa de Partido Social Democrata, seguidor de um socialismo à europeia que não se percebe lá muito bem o que quer e ao que anda. Por esta razão muitas pessoas informadas afirmam que as diferenças entre o PS e o PSD são escassas e ténues. 

No seguimento das eleições europeias, no entanto, percebeu-se que há uma ala à esquerda do PS (mais próxima do socialismo) que quer Antonio Costa como candidato a primeiro ministro, em detrimento de Antonio José Seguro que representa uma ala mais moderada e conservadora. E é esta luta intestina que se trava agora no sentido de se saber o que é melhor para o PS e para o país, entendendo-se que o actual governo de coligação à direita está condenado, melhor ferido de morte. 
Trata-se, obviamente, de um assunto politico do maior interesse que o PS terá de resolver internamente, mas que tem de ser solucionado com brevidade, por respeito aos portugueses que continuam a ser vitimas de uma tremenda injustiça social. 

O PS pode ser a salvação, mas obriga-se a ser um PS diferente que não teime em ver no PCP o seu maior inimigo. A moção de censura (terceira apresentada pelo PCP ao Governo) pode ter querido dizer alguma coisa. Mas não disse tudo. 

O que se sabe, contando com o posicionamento de Marinho e Pinto, é que Portugal vota à esquerda (somando os votos) mas tem um Governo de direita. Não faz sentido, A não ser que a conjuntura se volte a alterar e que os votos mudem de orientação, contrariando a tendência das europeias. 

Fernando Correia 
Fernando Correia escreve no “Jornal Daqui” do Concelho de Mafra

quinta-feira, 12 de junho de 2014

Campeonato Mundial de Futebol. 2014. Brasil. A selecção de Portugal vai estar presente. É preciso acreditar. É a opinião do jornalista Fernando Correia

Campeonato Mundial de Futebol. 2014. Brasil. 
A selecção de Portugal vai estar presente. 
É preciso acreditar. 
É a opinião do jornalista Fernando Correia 

Na próxima segunda feira 16 de Junho Portugal inicia a sua participação no Mundial 2014, defrontando a Alemanha na cidade de Salvador, onde a terra é mais portuguesa e onde as pessoas se identificam mais com os usos e costumes do nosso país.. 

Pode ser este um bom sinal para que a nossa selecção entre da melhor forma (se possível com uma vitória) , o que lhe abrirá perspectivas mais sólidas de cumprir um bom Mundial , como é desejo de todos nós e de muitos brasileiros que se identificam com a Nação que os ajudou a crescer. 

Daí que não seja tempo para discórdias e para discussões fortuitas sobre quem deve jogar 

É preciso acreditar no Seleccionador Nacional e nos jogadores que estão no Brasil, depois de cumprido o estágio nos Estados Unidos. Portugal é um País de querer, autenticado pela sua própria historia, com um povo determinado em libertar–se das amarras que ao longo dos tempos foram muitas e variadas. 

Em futebol podemos não ser os primeiros favoritos, mas somos dos mais apreciados, pelos méritos colectivos e pelo facto de termos connosco o melhor futebolista do Mundo :Cristiano Ronaldo. 

Se ele estiver a cem por cento será o primeiro a demonstrar, não só a sua enorme categoria, como também o facto da nossa equipa poder chegar longe. 

Vamos ajudar acreditando. Vamos ajudar tendo fé. Vamos ajudar com o orgulho de sermos portugueses. 

Fernando Correia 
Fernando Correia escreve no “Jornal Daqui” do Concelho de Mafra

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Num local excelente e com muita boa disposição e alegria dos participantes decorreu no passado Domingo 1 de Junho o X Convívio Anual da Tertúlia Policiaria da Liberdade – TPL. São Pedro de Penaferrim. Restaurante Taverna dos Trovadores. Para o ano haverá mais!.........



Num local excelente e com muita boa disposição e alegria dos participantes decorreu no passado Domingo 1 de Junho o X Convívio Anual da Tertúlia Policiaria da Liberdade – TPL. Sintra. São Pedro de Penaferrim. Restaurante Taverna dos Trovadores. Para o ano haverá mais!......... 

Transcrevemos o texto da noticia elaborada pelo confrade Nove/Verbatim 


X Convívio da Tertúlia Policiária da Liberdade Decorreu com muita alegria o X Convívio da Tertúlia Policiária da Liberdade (TPL), que se realizou no passado dia 1 de Junho, na Taverna dos Trovadores, em São Pedro de Sintra. Pouco depois das onze horas da manhã, já a maioria dos convivas se encontrava em animada conversa. 

Cerca do meio-dia, iniciou-se a II Rapidinha Policiária – Prémio Dic Roland, de que, de um modo brilhante, saiu vencedor o Inspector Boavida. Na Rapidinha, os concorrentes deveriam trazer um livro para compor o lote de prémios. Houve confrades, no entanto, que ofereceram vários, como Joel Lima e Avlis & Snitram. 

Na sequência de um muito agradável almoço, a Tertúlia homenageou dois casais policiaristas - A. Raposo & Lena e Búfalos Associados – cuja justíssima consagração vinha a ser adiada por influência dos mesmos, enquanto membros da TPL. 

Mas não era possível continuar a protelar o reconhecimento público destes admiráveis companheiros, excelentes produtores, notáveis solucionistas e estimulantes agentes de uma sã convivência policiária. 

O encontro terminou da melhor maneira, com belas canções e poemas inesquecíveis cantadas e ditos por Fernando Pereira e Rui Mendes. 

Na despedida, já se perguntava pelo próximo Convívio.




Antonio Lopes Ribeiro é a figura que o nosso homem do teatro Salvador Santos recorda hoje na sua rubrica “No Palco da Saudade”. É, como sempre às quartas feiras, o “Teatro no Bancada Directa”.


In memoriam

Antonio Lopes Ribeiro nasceu em Lisboa em 16 de Abril de 1908 e faleceu nesta mesma cidade em 14 de Abril de 1995

Foi um notável cineasta português

Antonio Lopes Ribeiro é a figura que o nosso homem do teatro Salvador Santos recorda hoje na sua rubrica “No Palco da Saudade”. É, como sempre às quartas feiras, o “Teatro no Bancada Directa”.

“No Palco da Saudade”
Texto inédito e integral de Salvador Santos (Teatro Nacional de São João. Porto)

ANTÓNIO LOPES RIBEIRO

Acompanhou o seu irmão Francisco (Ribeirinho) em diversas aventuras teatrais, mas foi no cinema que se notabilizou, como realizador, produtor e divulgador. Começou primeiro por se evidenciar como crítico no jornal Diário de Lisboa, onde se iniciou como jornalista no início da década de 1920. Neste vespertino manteve uma página intitulada “Arte Cinematográfica / O Claro-Escuro Animado”, que assinava com as iniciais A.R. e o pseudónimo Retardador, e que terá sido, em todo o mundo, a primeira a dedicar-se exclusivamente ao cinema num jornal diário.

Ninguém se espantou, por isso, que ele se abalançasse na realização em 1928 com “Bailando ao Sol”, um filme coreográfico que representava, do ponto de vista estético, a mulher do século XX. Ainda em 1928, António Lopes Ribeiro fundou, com o também realizador Chianca de Garcia, a revista “Imagem”, a primeira de três publicações sobre cinema que dirigiu – as outras foram “Kino” (1930) e “Animatógrafo” (1933) – e em todas, entre outros aspectos, fez a apologia do cinema sonoro, que em Portugal, tal como um pouco por todo o mundo, foi recebido com bastante cepticismo.
Entretanto, escreveu com Leitão de Barros o argumento de “Maria do Mar”, obra ímpar da cinematografia nacional que estreou em 1930. E por essa altura, procurando manter-se a par do que se fazia no cinema de mais moderno na Europa, partiu para Moscovo, visitando estúdios e documentando-se sobre as novas técnicas de cinema, inclusivamente de propaganda. 

No regresso a Portugal, numa altura em que muitos alemães rumavam ao nosso país fugidos à crescente influência política do nazismo, António Lopes Ribeiro foi convidado a dirigir a parte passada em Lisboa, com actores portugueses, do filme germânico “A Menina Endiabrada”. E, em 1934, com a supervisão de Max Nosseck, foi o responsável pela realização da longa-metragem “Gado Bravo”, em cujo genérico pontifica um significativo número de nomes germânicos. 

Paralelamente, numa prova de modernidade, e até mesmo de um certo vanguardismo, realizou um documentário (a que hoje se chamaria Making of…) intitulado “A Preparação do Filme Gado Bravo”, que fez despertar a curiosidade de António Ferro, responsável pela propaganda do governo de Salazar, que lhe encomendou um filme comemorativo dos dez anos do regime.  
 A ligação entre António Lopes Ribeiro e o Estado Novo acentuar-se-ia depois, levando a que o apelidassem de cineasta do regime. Em 1938 foi nomeado director artístico da Missão Cinegráfica às Colónias de África, supervisionando durante quase todo o ano o trabalho de uma equipa de cinema enviada às nossas antigas colónias, competindo-lhe posteriormente a realização de inúmeros documentários. 

Para o efeito, criou uma empresa de produção em nome próprio, com a qual realizou também cinco longas-metragens, entre as quais se destacam “O Pai Tirano” (1941), para muitos a mais perfeita das comédias portuguesas, uma feliz combinação de teatro e cinema, e “Amor de Perdição” (1943), que, graças à popularidade da obra de Camilo Castelo Banco, constituiria um dos poucos êxitos comerciais dum filme não-humorístico e não-musical. 

Não se deixando limitar à escorreita, mas pouco criativa, realização de documentários, António Lopes Ribeiro investiu na adaptação de “A Vizinha do Lado“ (1945), do dramaturgo André Brun, cujo resultado ficou aquém das expectativas. O seu regresso aos filmes de fundo aconteceria cinco anos depois, com a adaptação da peça clássica de Almeida Garrett “Frei Luís de Sousa”, assumidamente conduzida de forma teatral, com cenários imponentes e interpretações de alguns dos nossos melhores actores da época.

A sua última longa-metragem foi a adaptação do romance de Eça de Queirós “O Primo Basílio” (1959), que, apesar de uma muito cuidada planificação, foi severamente castigada pela crítica portuguesa, que a considerou absolutamente falhada.

Na década de 1960, António Lopes Ribeiro viria a tornar-se muito popular como divulgador da sétima arte, ao conduzir o programa televisivo “Museu do Cinema”, em que apresentava filmes mudos, e com o qual ajudou a popularizar junto dos telespectadores mais jovens a figura de Charlot, a mítica personagem criada por Charlie Chaplin, actor de quem havia traduzido recentemente a biografia.
Quando se deu a Revolução dos Cravos, tomou logo a decisão de se demitir da RTP, convencido de que seria objecto de saneamento. Seria, no entanto, convidado a repor aquele programa em 1982, passando então a dedicar-se sobretudo à divulgação de filmes mudos portugueses.
Estúdios da RTP ainda no Lumiar por detrás do posto de combustível. 1962. Antonio Lopes Ribeiro apresenta a rubrica "Museu do Cinema". Colaborava o maestro Antonio Melo (os dois na foto). Ficou celebre a frase do cineasta: Ó Melo diz lá Boa Noite aos senhores espectadores.

A sua última longa-metragem foi a adaptação do romance de Eça de Queirós “O Primo Basílio” (1959), que, apesar de uma muito cuidada planificação, foi severamente castigada pela crítica portuguesa, que a considerou absolutamente falhada.

Fiel às suas convicções ideológicas de direita, mesmo após a Revolução que nos devolveu a liberdade e nos permite ainda hoje viver em democracia, António Lopes Ribeiro assumiu sempre as posições políticas que havia perfilhado durante décadas, chegando a ser candidato a deputado em diversas eleições legislativas nas listas do Partido da Democracia Cristã. 

A sua última aparição pública aconteceu em 1992, aquando da estreia da adaptação para teatro do seu filme “O Pai Tirano”, pelo Teatro de Animação de Setúbal, um projeto bastante curioso, já que se tratava originalmente de um filme sobre teatro, escrito por um homem de teatro (o seu irmão Ribeirinho). Três anos depois fomos surpreendidos com a notícia do seu falecimento, tinha ele 87 anos.
Salvador Santos
Teatro Nacional de São João. Porto
Porto. 2014. Junho. 09

terça-feira, 10 de junho de 2014

Felipe VI prepara-se para ser coroado como Rei de Espanha. Poderá ser até um bom Rei. Mas vai viver com todo o conforto, bem estar e mordomias em pleno. Mas os pobres em Espanha continuarão a ser os Reis da apanha de alimentos nos contentores do lixo nas calles.


Estas imagens referem o que se passa algures numa "ciudad" espanhola. Tal como estas situações são recorrentes por todas as calles

O autor das mesmas é Carlos Fernando Benavente Ruiz, um jovem que se preocupa com o seu futuro e estes exemplos e situações dão-lhe cabo do espirito.

O Carlos vive em Aranjuez, Madrid. España.

Pasme-se! O Carlos tem apenas 5 ou 6 anos de idade.

segunda-feira, 9 de junho de 2014

E então carissimos leitores: como vai isso por aí.? Mas estou ao corrente do que se passa. Um Governo delinquente e desnorteado. Uma crónica de Isabel Moreira, apoiante de António Costa na questão da liderança do PS. O Governo é um delinquente reincidente. E, quando presta declarações, mente.

E então carissimos leitores: como vai isso por aí? 
Mas estou ao corrente do que se passa. 
Um Governo delinquente e desnorteado. Uma crónica de Isabel Moreira, apoiante de António Costa na questão da liderança do PS. 
O Governo é um delinquente reincidente. 
E, quando presta declarações, mente. 

Não seria grave se, com isso, não sujasse a democracia. Vejamos: vivemos num Estado democrático, mas num Estado de "direito" democrático. É a palavra do meio que Passos, Portas e companhia fingem não entender. Nós, os pretensos súbitos e súbditos estúpidos, por acaso sabemos que a referida palavra dá-nos a garantia de que o poder político está sempre limitado pela legalidade, sabemos que os nossos direitos fundamentais são, através da Constituição e do Tribunal Constitucional (TC), contramaioritários. 

Estão protegidos seja qual for a maioria política do momento. O TC é um órgão de soberania fundamental que garante que a lei produzida pelo político não fere a Constituição, ou viveríamos numa selva arbitrária. Como a lei, com as suas normas, é também uma decisão política, 10 dos juízes do TC são eleitos - depois de escrutinados, para usar o vocabulário do PM, na primeira comissão -, por maioria de dois terços. 


Os restantes são cooptados. Vem agora o Governo acusar o TC de invadir o domínio da governação, Passos apela ao escrutínio e põe em causa o consenso de décadas em torno do TC, pede uma "aclaração" da última decisão sobre os cortes nos salários dos funcionários públicos, aclaração essa que já não consta do Código do Processo Civil, por ter sido revogada pelo mesmo Governo que a tinha por manobra dilatória e que agora pede por ela envolvendo a AR. O Governo está desnorteado e é um delinquente propositadamente reincidente. 

O TC deixou passar os cortes acima de 1500 euros em 2011, traçando as linhas vermelhas conhecidas; o TC deixou passar esses mesmos cortes em 2012 e em 2013, com as linhas conhecidas; o TC não deixou passar em 2012 esbulho adicional de dois subsídios aos funcionários públicos e aos pensionistas, com as linhas vermelhas conhecidas; o TC não deixou passar o insistente esbulho, nos mesmos, de um subsídio em 2013, com as linhas vermelhas conhecidas; os cortes, aqueles a partir de 1500 euros e com as percentagens habituais nunca foram chumbados. 
De que se queixa o Governo? Sem uma reforma estrutural para apresentar ao país, insistiu e insistiu em provocar a jurisprudência do TC, surgindo com o mesmo: esbulhar os funcionários públicos, pasme-se, a partir de 675 euros brutos, porque, sendo mais do que o salário mínimo, não se trata de gente pobre, alegou o executivo. 

Se não fosse o TC, que já agora só actua a pedido, não sendo, portanto, activista, teríamos um Governo que se dispunha a executar o seu desígnio nacional carregando nos funcionários públicos, fustigados há quatro anos, desta feita, não a partir de 1500 euros, mas a partir de 675 euros milionários. O significante das palavras "reformas estruturais" é só um: cortes. O delinquente propositadamente reincidente vai de lei em lei contra a Constituição, sabendo que haverá decisão de inconstitucionalidade e, depois, faz uma ópera desafinada. 
Pelo meio, pede aclarações do aclarado a um TC que já ajudou Passos em muito: em 2012 a decisão foi de aviso, não teve efeitos; agora, o TC permite ao delinquente propositadamente reincidente esquecer que roubou durante cinco meses e só repor a legalidade de 30 de maio para a frente. Isto não é um Governo. É um filme mau do padrinho, abençoado por Cavaco que não pediu a preventiva apesar de saber ler os acórdãos anteriores do TC. 

No filme, tenta fazer-se esquecer coisas como estas: a decisão do TC em nada mexe com os limites do défice; a decisão do TC, como as outras, são sobre cortes cegos, porque não há uma reforma estrutural em curso; as decisões do TC atingiram uma margem magríssima da austeridade; os mercados estão tranquilos porque sabem que a decisão do TC é irrelevante para os objectivos do Governo; o Governo é um delinquente propositadamente reincidente no quadro de uma CRP flexível, moderna, sem direitos absolutos e com um TC atento às circunstâncias especiais de cada momento histórico. O Governo viola a Constituição porque quer. 

Mas não pode. 

Nota: A rubrica "Contrasemantica" é do Semanário Expresso

O nosso mundo actual é das mulheres. Em Roquetas o gosto feminino pelos toiros é enorme. Até em Madrid venderam na San Isidro a sua paixão pelos toiros no feminino. Eloisa Cabrera do PP de Roquetas disse apenas isto. "El amor por los Toros no es cuestión de sexo, sino de sensibilidad"


O nosso mundo actual é das mulheres. Em Roquetas o gosto feminino pelos toiros é enorme. Até em Madrid venderam na San Isidro a sua paixão pelos toiros no feminino. Eloisa Cabrera do PP de Roquetas disse apenas isto. "El amor por los Toros no es cuestión de sexo, sino de sensibilidad"
 
Roquetas de Mar vende en Las Ventas de Madrid su pasión taurina "en femenino"
La teniente alcalde del municipio almeriense pronunció una conferencia en Las Ventas sobre "La importancia del papel de la mujer en el mundo taurino".
En frente, todos los grupos de la oposición y parte de los vecinos que no entienden la obsesión del Ayuntamiento por los toros.
 "La importancia del papel de la mujer en el mundo taurino" era el título de la conferencia que ofreció la teniente de alcalde de Roquetas de Mar, Eloisa Cabrera (PP), en las Ventas de Madrid. En ella, defendió la necesidad de resaltar el papel de la mujer en el mundo de los toros y la vida pública ya que "ambas cuestiones necesitan obligatoriamente los valores y el aire fresco de un género femenino que, con su capacidad de organización, ímpetu y pasión, eliminará mucho de lo anquilosado durante siglos. El amor por los Toros, por España y por nuestra fiesta nacional no es cuestión de sexo, sino de sensibilidad".



  
Sensibilidade feminina elevada ao mais alto expoente da estupidez eivada de sangue de um animal inocente. Francamente dou nota negativa para esta sensibilidade

Claro que o Ayuntamiento de Roquetas aproveita-se desta conferencia em Madrid e afirma que os toiros encaminham muito turismo para a cidade. O que eu não acredito valha a pena dizer. Ai se não fossem as lotações em pleno nos hoteis seria uma cidade como as demais espanholas medianas.

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