Espanha. Vejo com os meus olhos a realidade positiva do crescimento económico de “nuestros hermanos”. Enquanto que em Portugal acentua-se o marasmo, apesar do tal ministro insinuar que há um milagre económico. A realidade está na subida dos juros da nossa dívida. Em Espanha está a descer!.....
Espanha.
Enquanto que em Portugal acentua-se o marasmo, apesar do tal ministro insinuar que há um milagre económico.
A realidade está na subida dos juros da nossa dívida.
Em Espanha está a descer!.....
Juros da dívida portuguesa sobem, enquanto Espanha, Itália e Irlanda fixam novos mínimos
Os juros das Obrigações do Tesouro fecharam hoje em alta no mercado secundário. Em contraste, o custo de financiamento da dívida de Espanha, Itália e Irlanda desceu para novos mínimos históricos nos prazos a cinco e a 10 anos.
O mercado secundário da dívida fechou hoje em alta para as yields das Obrigações do Tesouro portuguesas (OT) e das obrigações reestruturadas gregas, segundo os dados de fecho da Investing.com. O que contrastou com a continuação da trajetória de descida para novos mínimos históricos para as yields das obrigações irlandesas, espanholas e italianas.
Registou-se, também, a continuação da descida para mínimos históricos das yields das obrigações alemãs, conhecidas pela designação de Bunds e tidas como principal valor refúgio na zona euro, e para as obrigações francesas. As yields das OT no prazo de referência a 10 anos fecharam hoje em alta no mercado secundário da dívida, registando 3,59%, mais dois pontos base do que no fecho de ontem.
Chegaram a atingir 3,61%, durante a sessão de hoje. Estes níveis estão abaixo do pico de 4% ocorrido este mês (no dia 11) aquando do auge da crise do grupo financeiro Espírito Santo, mas continuam acima dos níveis atingidos no mes anterior aquando do leilão de dívida a 10 anos em euros (realizado a 11 de junho), em que a taxa de remuneração média se situou em 3,252%.
No prazo a dois anos, em que ontem haviam registado um mínimo histórico de 0,751%, as yields fecharam hoje subindo ligeiramente para 0,752%. Portugal foi hoje acompanhado na subida pela Grécia, cujas yields das obrigações reestruturadas a 10 anos fecharam em 5,93%, oito pontos base acima do fecho de ontem e já próximo, de novo, do patamar dos 6%.
A crise do grupo financeiro Espírito Santo e a sua repercussão no Banco Espírito Santo voltou a estar em destaque com o impacto junto dos investidores da noticia, avançada ontem pelo Expresso Diário, de que os prejuízos podem ascender aos 3000 milhões de euros, acima dos 2,1 mil milhões estimados pelo banco, e com o adiamento da assembleia geral extraordinária marcada para esta quinta-feira.
Na Grécia, o impacto negativo veio hoje da divulgação do relatório trimestral da Comissão do Orçamento do Parlamento apontando para a necessidade de um terceiro resgate e da continuação de problemas no sistema bancário helénico.
Nota anexa
Por aqui em Roquetas de Mar o progresso da população é um facto bem real à vista de toda a gente. Respira-se confiança em todos os extractos sociais. Africanos incluidos. A crise já passou e as pessoas têm consciência de que devem evitá-la de novo.
Gosto de saber!.....































































