BANCADA DIRECTA

quarta-feira, 9 de julho de 2014

"Puta que Pariu" afinal existe mesmo. E portanto se alguém o mandar para lá, despache-se e apanhe a carreira nº 307


"Puta que Pariu" afinal existe mesmo. E portanto se alguém o mandar para lá, despache-se e apanhe a carreira nº 307. Mas só se estiver no Brasil!

“Puta que pariu’ é um bairro de uma cidade mineira, não acredita? Destino ao qual muita gente é remetida durante uma discussão, ‘Puta que pariu’, afinal, existe. 

É um bairro de Bela Vista, município em Minas Gerais…” Agora quando alguém lhe disser "vá para a puta que o pariu", não se chateie e não se ofenda. Não arme confusão. Porque afinal “Puta que Pariu” existe mesmo!......

E até pode-se lá chegar de autocarro. É a carreira nº 307 “Puta que Pariu” é um bairro que fica na Cidade de Bela Vista em Minas Gerais. É uma pequena cidade cercada de mato no interior de Minas Gerais. Uma grande surpresa é que um dos  bairros chama-se simplesmente “Puta que Pariu”. Acredite se quiser 


O Municipio de Bela Vista foi criado pela Lei nº 2764 de 30 de Dezembro de 1962, desmembrando-se do Município de Nova Era, declarando-se naquele momento às margens de Córrego da Onça, declarando a independência de Bela Vista em Minas Gerais. (mas que raio de termos) 

A cidade é dividida em 7 bairros: Bela Vista de Cima, Lages, Serrinha, Córrego do Fundo, Favela, Boca das Cobras e Puta que Pariu. Só no Brasil mesmo 

Agora já não se ofenda com ninguém. Quando o mandarem para a “Puta que Pariu” não arme confusão! Apanhe a carreira nº 307

O Teatro no Bancada Directa. Salvador Santos coordena e apresenta a sua rubrica semanal “No Palco da Saudade”. A actriz Hortense Luz é a sua recordação de hoje



In memoriam

Hortense Luz, de seu nome completo Hortense Luz Pombeiro, nasceu em Lisboa em 8 de Fevereiro de 1900 e faleceu nesta mesma cidade no ano de 1984

Foi uma actriz e empresária do nosso Teatro



O Teatro no Bancada Directa. Salvador Santos coordena e apresenta a sua rubrica semanal “No Palco da Saudade”. 
A actriz Hortense Luz é a sua recordação de hoje 

“No Palco da Saudade” 
Texto inédito e integral de Salvador Santos (Teatro Nacional de São João. Porto) 

 HORTENSE LUZ 


Nasceu quando o século XX tinha pouco mais de um mês de vida e cresceu feliz no seio de uma família ligada ao teatro, com destaque para o seu irmão João Guilherme que veio a ser um dos nossos mais conceituados cenógrafos. 

Desde cedo seduzida pelos palcos, frequentou o curso de arte de representar do Conservatório Nacional, que terminou quando tinha apenas dezoito anos com a pontuação máxima de dezoito valores. Nesse mesmo ano, 1918, estrearia no Teatro Sá da Bandeira, do Porto, substituindo uma atriz que adoecera subitamente, na comédia “A Vizinha do Lado” de André Brun, que a Companhia de Maria Matos apresentava em digressão após uma brilhante carreira de vários meses com lotações esgotadas no Parque Mayer, em Lisboa. 


A ascensão de Hortense Luz ao estrelato foi meteórica, passando a figurar à frente de grandes elencos em inúmeras revistas e operetas levadas a cena a partir da década de 1920, como “Pó de Arroz”, “Saricoté”, “Maria Rapaz” ou “Miúdo do Terço”. Antes, porém, havia debutado em comédias como “As Fogueiras de São João”, “O Ninho das Águias”, “A Verdade”, “A Casa da Ordem” ou “Mulher Sem Importância”, algumas delas representadas no palco do Teatro Nacional São Carlos, gerido à época pela Companhia Lucília Simões/Erico Braga. 

E foi neste género, sobretudo na alta comédia, que ela foi efectivamente exemplar. Mas o teatro musicado era comercialmente mais atraente para quem queria aventurar-se como empresária, como era o seu caso. Com pouco mais de uma dezena de anos de carreira, Hortense Luz arriscou formar uma Companhia que ostentava o seu nome, em parceria com Mário Pombeiro, um jovem escriturário e amante de teatro com quem havia casado meses antes. 


Sem nunca descurar os palcos das cidades de Lisboa e do Porto, a actriz-empresária tomou as nossas ex-colónias africanas e o Brasil como territórios privilegiados de negócio, onde apresentou em digressão quase todos os seus maiores sucessos dos anos 1930, entre os quais se podem destacar as revistas “A Rambóia” e “Zabumda”, com as quais inaugurou o Cine Teatro Nacional de Luanda em 1 de Janeiro de 1932. 

Ao seu lado, no elenco, pontificavam então o grande António Silva e a estrela em ascensão Eugénio Salvador. Nos inícios da década de 1940, a Companhia de Hortense Luz regista frequentes fracassos de bilheteira, devido sobretudo à crescente crise que se faz sentir nos mais diversos sectores económicos, e a atriz-empresária desdobra-se em múltiplas actividades complementares na tentativa de manter a empresa e salvar os respectivos postos de trabalho. 

Hortense Luz numa cena do filme " A Vizinha do Lado", uma película realizada por Antonio Lopes Ribeiro

Começa a participar na rádio, enquanto locutora e intérprete de radionovelas, onde acabaria por permanecer durante largos anos como colaboradora regular, ao mesmo tempo que se inicia no cinema, ao integrar o elenco da primeira dobragem para português de um filme estrangeiro – “O Grande Nicolau” –, onde figuram alguns dos maiores nomes da cena teatral portuguesa da época, como Vasco Santana ou Ribeirinho. 

Apesar de todos os esforços de Hortense Luz, a sua Companhia acabou por sucumbir, deitando por terra os sonhos acalentados por ela e pelo seu marido Mário Pombeiro. 

Restou apenas uma consolação: todos os técnicos e actores seus contratados arranjaram rapidamente colocação nos diversos teatros do Parque Mayer. E o mesmo sucedeu com ela, que não tardou a subir aos palcos, agora integrada no elenco da Companhia Comediantes de Lisboa, liderada pelos irmãos Francisco e António Lopes Ribeiro. 

Quanto ao seu jovem marido, o futuro acabaria por reservar-lhe uma bem-sucedida carreira de ponto teatral em diversos teatros da capital, em paralelo com a função de secretário de Hortense Luz, o que lhe valeu o título de… o Cobrador da Luz. A propósito da mudança de actividade de Mário Pombeiro, não resistimos em partilhar uma das muitas histórias engraçadas que contam a seu respeito


Uma vez no Teatro Variedades, ainda se usava a caixa do ponto, o grande e querido Vasco Santana teve um lapso de memória e calou-se, olhando para a caixa à espera de ajuda. O Pombeiro, que tinha saído do local para ir fumar um cigarrinho, apercebeu-se da situação e correu precipitadamente, batendo violentamente com a cabeça no tampo da caixa, e, com a dor, gritou: porra!!! Em cena, Vasco Santana, que esperava ansiosamente o texto, ao ouvir o desabafo do ponto, comentou em tom de representação: “Ah, isso não digo!” 

E, a partir daí, a cena repetiu-se todas as noites. Nos Comediantes de Lisboa, Hortense Luz regressou ao género teatral que esteve na origem da sua formação e carreira, dividindo-se depois por outras companhias de repertório, pela rádio e pelo cinema. Mais tarde, com o advento da televisão, representou inúmeras peças nas célebres Noites de Teatro da RTP e apresentou o programa “Melodias de Sempre” com o locutor Jorge Alves.


Já quase no fim do seu percurso, a actriz regressou ao teatro de revista, onde sempre revelou um à-vontade e um tal domínio do género que se imaginaria ter iniciado nele a sua carreira, para uma aparição fugaz no espectáculo “Delírio em Lisboa”, no Teatro ABC, no Parque Mayer. Algum cansaço e problemas de saúde determinaram o seu afastamento dos palcos em 1970. Hortense Luz viria a falecer em 1984, com oitenta e quatro anos. 

Salvador Santos 
Teatro Nacional de São João. Porto 
Porto. 2014. Julho. 07

terça-feira, 8 de julho de 2014

Ser ou não ser politico: eis a questão! O nosso cronista Antonio Raposo fala-nos da crise instalada nos instestinos do PS. São dois galos para um só poleiro, mas o curioso é observar a clientela que querem assegurar uns tachitos. Ele já nem fala do que vai ser o Conselho de Estado……


Ser ou não ser politico: eis a questão! 
O nosso cronista Antonio Raposo fala-nos da crise instalada nos intestinos do PS. 
São dois galos para um só poleiro, mas o curioso é observar a clientela que querem assegurar uns tachitos. Ele já nem fala do que vai ser o Conselho de Estado……

CADA VEZ MAIS SEI MENOS SOBRE POLÍTICA


Nestes últimos dias tenho andado muito confuso sobre o que é que se está a passar no Partido Socialista.

Sei que agora há dois pássaros que querem o galho.

Um chama-se António e o outro também.

Um deles diz que já lá está e não vê razão para dar o lugar ao outro. O outro diz que quer o lugar porque sim. Um parece-me gelatina mas quem me garante que o outro não venha a ser um pudim flan?

Como a coisa está, dificilmente as pessoas poderão - honestamente - decidir sobre qual deles é o que melhor serve o partido pois nada mais sabem de um ou de outro que os diferencie. À parte um ser mais alourado e o ouro mais moreno.

Andam ambos a pedalar a mesma bicicleta e assim não vamos a lado nenhum.


Eu sei que há muito pessoal do PS que já se arrumou atrás de cada uma das figuras, e aparecem sempre nos telejornais como quem diz: " Não me esqueçam..."

Mas esses são os tachistas do costume que não saem nem com lixívia.

Isto agora está mal para todos inclusive para aqueles que sempre fizeram a vida de partido ora num tachito ora noutro, ora na europa ora na assembleia nacional,

como os pardalitos. Isto sem nos esquecermos dos pardalões que tem muitos tachitos chamados “vitorinos “, uma raça danada!.

Agora a pergunta que se põe é esta: Qual dos dois Antónios me agrada?

Eu que - graças a Deus - nunca votei no PS (actualmente já nem voto) estou à vontade para responder: Votem naquele que lhes diga, por escrito, e com assinatura reconhecida pelo notário, não vá o diabo tecê-las, como fez o senhor Passos, tim tim por tim tim o que irá fazer pelo País.


 Basta uma lista com alguns itens importantes tais como:

- Vamos pagar a dívida? Como?

- Vamos ficar no Euro?

- Como poderemos sair deste sufoco económico?

- E sobretudo....como e em que áreas iremos desenvolver este Pais?

Três ou quatro perguntinhas que gostaríamos todos que nos respondessem antes de cairmos nos braços de um António qualquer.

Já nos bastou aquele antigo António que nos seringou há 45 anos atrás...

Um abraço para os meus caros leitores

Antonio Raposo

Lisboa. 2014. Julho. 03

E eu que não tinha fé nenhuma neste homem. Afinal nem o facto do sogro ser quem é, o impede de reconhecer o que é melhor para Portugal. Eis Luiz Montez e Patricia

E eu que não tinha fé nenhuma neste homem. Afinal nem o facto do sogro ser quem é, o impede de reconhecer o que é melhor para Portugal. Eis Luiz Montez e Patricia

Luiz: podes ter ganho alguns inimigos, mas o melhor para uma pessoa coerente é estar bem com a sua consciência.

Vamos á noticia

Eram muitos, algumas centenas. Caras conhecidas da televisão, dos jornais, do mundo da cultura. Chegaram à hora certa, ao mercado da Ribeira, em Lisboa, para dar o seu apoio a António Costa. Porque "é preciso mudar" o estado da nação e o tempo urge na corrida que começa por ser à liderança do PS, para depois passar ao Governo do país.


Costa é apresentado como o candidato a primeiro-ministro, a hora é de aquecer os motores e acelerar na corrida. Mas nem por isso o candidato chegou a horas. Atrasou-se, chegou tarde. Mas isso pouco importou, porque entre copos e reencontros, o tempo passa depressa neste ambiente político, onde todos sabem haver "um longo caminho para frente" e, por isso mesmo, sempre é melhor ir aconchegando os estômagos e aquecendo as almas.


Havia um arzinho de Sócrates no ar, mas o próprio não compareceu. Alguns dos seus ministros, ou melhor, ministras, como Isabel Alçada e Gabriela Canavilhas, estavam lá. O ex-secretário de Estado Paulo Campos ou Rui Vieira Nery também. 

E estavam sobretudo "caras conhecidas" que compõem sempre bem o cenário político. Tomás Taveira, o arquitecto, voltou à cena mais velho e mais careca. Como o músico Júlio Pereira ou António Mega Ferreira. Ou Nicolau Breyner, ou a versão reduzida dos Trovante, com João Gil e Luís Represas a representá-los. Ou Virgílio Castelo e Io Apolloni, Orlando Costa e Maria do Céu Guerra. Ou dois prémios Pessoa, a historiadora Irene Pimentel e Carrilho da Graça.


O mercado encheu. Compôs-se bem o cenário, mas a surpresa maior foi a presença do genro do Presidente da República, o produtor musical Luis Montez, que no final do discurso de António Costa foi literalmente assaltado pelos jornalistas para explicar a sua presença. "Sabia que corria o risco de fazer inimigos, mas é preciso ser coerente", disse ao Expresso. Para Montez "este é o melhor para o país". E quem quiser que faça as leituras que quiser.


 O discurso de Costa não foi uma proeza de oratória. O candidato ainda está a aquecer as turbinas, a apalpar terreno a evitar danos colaterais. Alargou-se nos agradecimentos e pediu a cada parágrafo uma mobilização pelo país. E, claro, fez o elogio do papel da cultura, do conhecimento e da ciência, ou não fosse isso o que a plateia queria ouvir. 

E as primeiras palmas vieram quando assumiu que "a cultura precisa de um Ministério". E pouco importa que "hoje não seja o dia de apresentar o meu programa de Governo". Na verdade, pode não ter programa, mas já começa a ter uma lei orgânica. 

Será esta a primeira promessa eleitoral da campanha que ainda nem sequer começou? Oficialmente, claro está.

segunda-feira, 7 de julho de 2014

O nosso cronista “Olho Vivo e Pé Ligeiro” diz de sua justiça. E refere que estamos na presença de várias verdades relativas a bancos, a banqueiros e a outros pantomineiros

O nosso cronista “Olho Vivo e Pé Ligeiro” diz de sua justiça. 
E refere que estamos na presença de várias verdades relativas a bancos, a banqueiros e a outros pantomineiros 

OS BANCOS, OS BANQUEIROS E OUTROS PANTOMINEIROS 


Dizia alguém que sabia do que falava que a melhor maneira de roubar um banco era ir para a sua gerência. 

Sabemos como – desde sempre a Banca e a sua influência – o dinheiro, gostaram de mandar no mundo. 

Essa história de dizer-se que a política manda na economia até pode ter pernas para andar mas no fim da escada e no topo de tudo está a finança. Com ela a sua amiga Banca. Nunca vos deu para perguntar porque é que os “off-shores” ainda não fecharam? É lá que o dinheirito sujo se refugia e salta depois limpinho para o meio de nós. 

Quantos políticos já tiveram a “lata” de dizer que desejavam acabar com os off-shores? Cada político afirma que sozinho não pode acabar com eles porque só acabaria com os do seu próprio País. Alguém, e muito menos esta linda Europa que nos desgoverna quis fazer o menor esforço nesse sentido? 

Nem podia. Por uma razão muito simples. Quem manda nos políticos são os homens da Banca/Finança. Nós votamos – a Europa vota – e depois não sucede nada. É tudo para dar a ilusão que o voto é a arma do povo. Não queriam mais nada. Os grandes grupos financeiros que se formaram já lá vão uns belos anitos, dominam o mundo. Reúnem-se e decidem o que farão. Elem mandam e nós votamos. 

Vejam o que sucedeu e está a suceder ainda na Banca Portuguesa. Enquanto a bolha aguentou uma economia de casino, ganharam-se milhões. Ganharam os banqueiros – claro! Depois a criança caiu-lhes nos braços e foi o que vimos. Nós (os votantes) é que pagámos e estamos a pagar as loucuras dos banqueiros. Que emprestavam/davam dinheiro aos amigos – era só pedir nem precisava ter crédito! 

E depois vieram uns senhores muito conhecedores do fenómeno económico – ilustres professores de economia da nossa praça – dizer que vivemos acima das nossas possibilidades! Que grande falácia. Deveriam agora dizer que estamos a pagar acima das nossas possibilidades, isso sim. Esta sociedade está construída sob um terreno pantanoso. 

Parece o jogo da Dona Branca, em que todos ganham até ao momento em que todos começam a perder. Eu costumo dizer – com alguma ironia – que o dinheiro não é fêmea – e que portanto não se reproduz A menos que se jogue na bolsa, e mesmo aí o dinheiro não produz riqueza nenhuma, Na bolsa só se produz especulação. A riqueza só se obtém com o trabalho. Sem trabalho não há riqueza. 


Por isso, como diz quem sabe, que a mais valia obtida deve ser dividida, equitativamente, entre o capital e o trabalho. Ponto final. E no nosso pequenino Portugal, pelo que tenho visto nos últimos 30-40 anos é o domínio completo destes senhores muito bem vestidos, penteados, e cheios de iates e casas de campo, a brincar connosco e a fazer com que paguemos todas as crises que eles criarem.

 Já viram como se divide hoje o valor do PIB? Vejam! Se isto não é capitalismo selvagem, não sei o que será. A palavra democracia já na Grécia antiga não chegava a todos. Mas, a mim não me enganam eles. 

Um abraço para os meus caríssimos leitores 
“Olho Vivo e Pé Ligeiro” 
Lisboa. 2014. Julho. 07

domingo, 6 de julho de 2014

O Sargentão Scolari. Ter telhados de vidro e atirar pedras para os telhados dos outros. Lamenta Neymar mas esquece-se a "caçada" que fizeram ao James Rodriguez

E assim vai esta World Cup a caminho da vitoria do Brasil
Será?



Nós também lamentamos a lesão grave que o menino Neymar sofreu e desejamos as suas rápidas melhoras. Assim como lamentamos o que de pior possa suceder aos futebolistas de todos as selecções e clubes.


Mas a atitude de Scolari em afirmar que já tinha avisado todo o mudo de que iriam "caçar" o Neymar e que ninguém  o tinha ouvido é de lamentar. E todos viram muito bem que o Brasil praticou uma estratégia baseada num futebol demasiado agressivo, que teve a complacência de um árbitro de quem se esperava mais..


Se há alguém que não se pode queixar do sucedeu ao jogador é o seu treinador Scolari, foi mais do que evidente que a sua estratégia para anular o melhor jogador da Colômbia foi o recurso à violência e James foi alvo de muitas faltas duras.

 Um jogo em que a violência foi usada como estratégia de jogo poderia acabar mal e Scolari sabia muito bem disso.


E anda este "senhor" afincadamente a pedir que haja um consenso politico para o interesse de Portugal. Consenso, consenso, mas só para o que lhe interessa.



Mas também valha a pena dizer que não lhe gabo muito o futuro
Até mesmo dentro do seu partido

Tenho a impressão que ele disse isto, porque estava em Arouca e depois iria para (se calhar) Alvarenga comer um bom bife na pedra

........O primeiro-ministro Passos Coelho pediu hoje entendimento e compromisso dos agentes políticos, económicos e sociais para uma estratégia "verdadeiramente nacional" para resolver os problemas da natalidade e do desemprego, garantindo que Portugal tem um nível de proteção social muito elevado.
Pedro Passos Coelho discursava durante a visita que hoje faz aos concelhos de Cinfães e Arouca, onde defendeu ser preciso "entendimento e compromisso suficiente entre todos" para "alinhar estratégias que sejam verdadeiramente nacionais".
"Também nós, para resolvermos estes problemas, o da natalidade e o do desemprego temos de conseguir unir os agentes sociais, os agentes económicos, os agentes políticos, temos de ter uma estratégia que seja verdadeiramente nacional", disse.

sábado, 5 de julho de 2014

PONTE DE LIMA REALIZA FESTIVAL PERCURSOS DA MÚSICA


PONTE DE LIMA REALIZA FESTIVAL PERCURSOS DA MÚSICA 

Ponte de Lima de 8 a 17 de Julho

A emblemática Vila de Ponte de Lima recebe de 8 a 17 de Julho mais uma edição do Festival Percursos da Música, festival que privilegia a abordagem multidisciplinar que o distingue dos restantes festivais de música tradicionais. Sob a coordenação da Academia de Música Fernandes Fão e da Academia de Música de Ponte de Lima – AMFF/AMPTL, o Município de Ponte de Lima dinamiza este evento consciente de que a formação de públicos é fulcral para o incremento da cultura na região e no país. 

A programação do Festival Percursos da Música é criteriosamente seleccionada e dirigida para a maior parte da população, solidificando-se no seu objectivo - a partilha de momentos artísticos únicos e irrepetíveis. A vertente pedagógica é, também, uma constante! 

Assim, a inclusão de alunos da AMFF/AMPTL tem como principal objectivo torná-los, no futuro e independentemente da profissão a escolher, profissionais competentes, cultos, criativos, flexíveis de pensamento e socialmente intervenientes. 

O impulso desta edição é estabelecido pelo Simpósio Nacional “Percursos do Ensino da Música”, em associação com a Universidade do Minho, durante o qual especialistas de renome e políticos reflectirão sobre as estratégias e futuro do ensino da música no país, incluindo um concerto comentado sobre a temática “Como Nasce um Compositor em Portugal”. 

 Ao longo do “Percursos da Música”, algumas presenças já habituais e muitas novidades preencherão as esperadas amenas noites limianas em locais tão diversos como o Largo Camões, Largo da Matriz, Largo da Picota, Largo Além da Ponte, Escadaria das Pereiras, Teatro Diogo Bernardes, Cooperativa LimaTerrae, Auditório Rio Lima e Auditório da Academia de Música e, no dia 12, um “Open Music Day” espalhará música, ao longo de todo o dia, na vila, para prazer dos limianos e dos turistas. Igualmente, de 14 a 16 de Julho, jovens trompetistas e professores de grande qualidade reunir-se-ão em Ponte de Lima, no 1º Encontro de Trompete, durante o qual decorrerão master classes, ateliê de luthier, concertos e actividades desportivas. 

O encerramento do Festival será no dia 17 de Julho, no Teatro Diogo Bernardes, com uma Gala de Ópera e homenageará o tenor José Lourenço, professor da AMFF e prematuramente desaparecido em Outubro de 2013. 

Grande parte dos alunos do projecto que este profissional criou, em 2011, em Ponte de Lima, o “Man’óperas de Diversão” que apresentou produções tão maravilhosas como “Olá Fontaine!”, “O Melhor dos Mundos Possíveis” e “Bast’Assim!”, os alunos do projecto “Em Cena” que partilharam o palco com o cantor na produção “Música no Coração” e na obra de Bernstein, bem como quatro solistas de craveira internacional, interpretarão um repertório magnífico e da predilecção do saudoso cantor. 

Para mais informações ou reservas contate o Teatro Diogo Bernardes: teatrodb@cm-pontedelima.pt, ou pelo telefone 258 900 414.

Pão de Mafra é uma maravilha de se tirar o chapéu! No próximo Fim-de-sermana em Mafra vai-se confirmar o que dizemos. Festival do Pão de Mafra no Jardim do Cerco


Pão de Mafra é uma maravilha de se tirar o chapéu! 
No próximo Fim-de-semana em Mafra vai-se confirmar o que dizemos. 
Festival do Pão de Mafra no Jardim do Cerco
11, 12 e 13 de Julho de 2014
E depois continua no outro Fim-de-semana

Recordar é Viver. Uma foto para a posteridade

Eu sou a Ahmed Djalussi
Curso do ano de 2013
Formandos de Arquitectura
Universidade do Dubai
Pra eu me recordar ao longo da minha vida.
Tinha uma burka tão linda!.........

Neste Sabado vamos dar uma pequena folga a temas de folclore minhoto. Deliciem-se com este tema maravilhoso de marioneta cheia de vida. New York

sexta-feira, 4 de julho de 2014

Esta Lisboa que eu amo! Mas com condutores (?) que desrespeitam o direito dos outros cidadãos o meu espirito fica toldado com tanta intolerancia

A foto em baixo foi tirada no dia 21/02/2014 pelas 11h17. Rua Maria Lamas em Benfica


Nesta outra foto a seguir refere-se a situação ocorrida no dia 03/02/2014 na Rua Ary dos Santos em Benfica pelas 14h29


As fotos são do "Passeio Livre".
Na altura da publicação do post o autor chamou a atenção da PSP

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Passos Coelho: um humorista de baixa categoria! Quando em plena discussão no Parlamento do "Estado da Nação" ele desata-se a rir quando o acusam de destruição do estado social é muito triste, muito triste mesmo. Dá a indicação de que já sabe que vai pela porta fora.........Ontem já era tarde!....




Para o deputado comunista, «o estado da Nação é hoje um país que está mais dependente e sujeito ao arbítrio do estrangeiro, condenado a viver hoje e por muitos anos em regime de liberdade condicional».

Já quando se referiu ao BES, ainda no púlpito principal da Assembleia da República e com vista privilegiada sobre a bancada do Governo da maioria PSD/CDS-PP, Jerónimo de Sousa criticou os sorrisos de Passos Coelho, uma vez que o líder do executivo tinha afirmado há pouco tempo não conhecer qualquer problema naquela estrutura empresarial, originalmente da família Espírito Santo.

«Ri-se? Tenha sentido de responsabilidade», exigiu o líder comunista, recebendo em troca uma cara de poucos amigos e palavras imperceptíveis por parte de Passos Coelho, visivelmente aborrecido pela chamada de atenção.


Ler a noticia dos sorrisos clicando aqui.

quarta-feira, 2 de julho de 2014

A grande e versátil actriz Luísa Barbosa é a recordação de hoje na rubrica “No Palco da Saudade" como sempre semanalmente coordenada pelo nosso homem do teatro Salvador Santos. É o “Teatro no Bancada Directa”




In memoriam
Luísa Barbosa nasceu em Ferreira do Alentejo em 16 de Maio de 1923 e faleceu na cidade de Setúbal em 21 de Agosto de 2003.
Foi uma excelente actriz portuguesa

A grande e versátil actriz Luísa Barbosa é a recordação de hoje na rubrica “No Palco da Saudade, como sempre semanalmente coordenada pelo nosso homem do teatro Salvador Santos. 
É o “Teatro no Bancada Directa” 

“No Palco da Saudade” 
Texto inédito e integral de Salvador Santos (Teatro Nacional de São João. Porto) 

LUÍSA BARBOSA 


A fazer fé nos registos que podemos encontrar nos mais diversos arquivos físicos e plataformas digitais sobre a atriz que hoje evocamos, ficaríamos absolutamente convencidos de que ela teria tido uma carreira artística deveras curtíssima e iniciada muito tarde. O que é errado. 

Com pouco mais de cinco anos de idade, ela subiu ao palco para uma contracena breve com a actriz Josefina Silva numa peça protagonizada pelo casal Luísa Satanela/Estevão Amarante, em Lisboa, experiência que jamais esqueceu e que repetiria noutros moldes alguns anos mais tarde, ainda adolescente, ao pertencer ao elenco de duas troupes de teatro itinerante, onde contracenou com actores de muito prestígio na época no interior do país, como Afonso Matos e Rafael de Oliveira. 

Depois desta experiência de cerca de quatro anos, desiludida com a situação que se vivia nos palcos portugueses e face à escassez de outras oportunidades de vida no território nacional, Luísa Barbosa decidiu emigrar para França. Em Paris fez de tudo para sobreviver, desde empregada de balcão a cozinheira. 

E, claro, fez também teatro para os nossos compatriotas num grupo de amadores, para além de ter escrito canções, ter ensinado português a Brigitte Bardot e de ter integrado um grupo de teatro brasileiro que andava em digressão por terras francesas. 
Neste grupo conheceu uma das suas maiores paixões, um músico de jazz com quem viveu muitas histórias engraçadas que ela contava com alguma frequência, uma delas não resistimos em partilhar convosco. Luísa Barbosa e o namorado compraram dois bilhetes para um concerto de Miles Davis no Olympia, que custaram uma fortuna. 

O concerto começou. Um pianista, um baixista e um baterista começaram a tocar. A audiência esperava impacientemente o inconfundível som do mago do trompete. Da esquerda surgiu então o artista. Chegado a meio do palco, levou o instrumento à boca e fez soar umas breves notas. De súbito, voltou a colocar o trompete debaixo do braço e saiu do palco. Os outros três músicos olharam-se e começaram a tocar, mas… de Miles Davis nada. 

O homem do baixo pousou a viola e saiu. O pianista, passados uns minutos, levantou-se e fez o mesmo. O baterista continuou a bater no prato de choque. Olhou os bastidores e saiu também. Este acontecimento foi um escândalo de grandes proporções que mereceu notícia de primeira página nos jornais franceses e honras de abertura dos noticiários de todas as rádios e televisões. 

Não só porque Miles Davis não realizou o concerto, mas também porque o público não tolerou o sucedido e arrancou as cadeiras da mítica sala de espectáculos parisiense e fê-las voar contra as paredes. Por essa razão, a actriz Luísa Barbosa costumava dizer, com a graça que a caracterizava, que já tinha pisado o palco do Olympia numa noite de lotação esgotada. Isto porque no meio de toda aquela confusão, ela e o namorado foram obrigados a fugir pelo palco, por entre gritos e urros!

Com a Revolução de Abril de 1974, Luísa Barbosa decidiu regressar a Portugal na esperança de retomar a sua vida nos palcos, tenho escolhido Viseu como terra de acolhimento. Ali ingressou no grupo de teatro Centelha, onde o actor Carlos César, que a conhecera em Paris, a encontrou a fazer “As Mãos Metidas na Terra”. 

Com o fim deste projecto por terras beirãs, em 1979, a actriz partiu para Lisboa em busca de oportunidades de trabalho, e o mais que conseguiu foi um emprego no Bar dos Artistas do Teatro D. Maria II, para, logo depois, arriscar a gestão de um restaurante do Parque Mayer, onde fez notar a sua comicidade junto da comunidade artística ligada ao teatro de revista. Ao saber do fim do grupo de Viseu, Carlos César desafiou Luísa Barbosa a ser actriz a tempo inteiro no Teatro de Animação de Setúbal. 

Entretanto, Nicolau Breyner, então actor de uma comédia no Teatro Capitólio, mas já envolvido no projecto ainda em embrião de “Vila Faia”, convidou-a a prestar provas para uma personagem secundária daquela telenovela – uma mulher aparentemente dura, mas de coração mole –, com a qual acabaria por conquistar o público. 

A partir daí, tudo mudou. Seguiram-se as séries televisivas “Gente Fina é Outra Coisa” e “Eu Show Nico”, para além de mais um conjunto de telenovelas, como “Chuva na Areia”, “Palavras Cruzadas” ou “Passerelle”.

Devido ao enorme êxito obtido na televisão, Luísa Barbosa chegou rapidamente ao cinema, primeiro a convite de Lauro António para um pequeno papel no filme “O Vestido Cor de Fogo” (1986), e mais tarde a desafio dos realizadores Leonel Vieira (“Zona J”, 1998), António Pedro Vasconcelos (“Jaime”, 1999) e Luís Filipe Rocha (“Camarate”, 2000), entre muitos outros. 
Mas a sua grande paixão era de facto o teatro, que nunca deixou fazer, passando por todos os géneros, desde o menos convencional à revista, onde se estreou com “Há Mas São Verdes!”, no Teatro Variedades, com uma interpretação admirável em rábulas como “A Dona Ameijoa” e “A Ditadora”. Luísa Barbosa era uma mulher de grande energia, muito alegre e extremamente positiva, fiel aos seus compromissos.

 E foi essa fidelidade, que sempre a norteou na vida, que a manteve ligada ao projecto artístico do Teatro Animação de Setúbal. Só a morte havia de separá-la definitivamente da companhia liderada por Carlos César, quando, a 21 de Agosto de 2003, a veio buscar sorrateiramente pela calada da noite. 

Salvador Santos 
Teatro Nacional de São João. Porto. 
Porto 2014. Junho. 30

terça-feira, 1 de julho de 2014

Gosto de escrever banalidades! É a expressão moralista do nosso cronista "Olho Vivo e Pé Ligeiro". Disserta sobre ética e moral e a sua forma de estar na vida. O que em boa verdade deveria ser um atributo de nós todos.


Gosto de escrever banalidades! 
É a expressão moralista do nosso cronista "Olho Vivo e Pé Ligeiro". 
Disserta sobre ética e moral e a sua forma de estar na vida. 
O que em boa verdade deveria ser um atributo de nós todos.
GOSTO DE ESCREVER BANALIDADES

Todo o mundo escreveu coisas importantes e alguns por isso receberam prémios literários e até – calculem – medalhas de enfiar pela cabeça num 10 de Junho qualquer.

Confesso que nunca persegui ser importante. Para mim campa rasa e um pequeno letreiro de “Zé-ninguém”. Já agora para não parecer assim tão modesto o nome escrito em cursivo e uma leve cercadura florida a dourado. Não é pedir demasiado. É que às vezes na falsa modéstia anda um dedinho de vaidade. Não quero parece-lo.

Eu – confesso – gosto de escrever banalidades. Coisas que sucedem e nos deixam perplexos porque não percebemos os factos. Coisas do dia a dia, sem importância.


Hoje vou escrever sobre um digno magistrado que foi convidado para ser administrador não executivo do BES. O nosso homem é um tipo muito alto (dizem que mede 2 metros!) e eu conheço-o de vista, exactamente porque ele dava nas vistas atrás da Manuela Ferreira Leite ali pelos corredores da Assembleia.

É uma alta figura, pelo menos.

Dizem que é do PSD e foi durante largos anos do Tribunal Constitucional, aí também convidado por alguém do seu partido. Se não estou a mentir.

Eu acho que os partidos servem para isso para convites e assim.

É por isso que eu nunca me inscrevi em partidos. Não gosto de convites e quando quero qualquer coisa compro ou fico só a olhar, com pena de não a obter, mas depois a vontade passa.

Há nestas banalidades que escrevo muito de ingenuidade. Mas a culpa é minha.

Também não sou nenhum iluminado.

Mas pergunto:- O que é que um tipo alto e juiz tem a ver com um lugar em que tem uma grande posição mas que depois não executa? Pode ser traumatizante!

Será que ser administrador não executivo é um lugar execrável que serve só para ir lá receber o ordenado ao fim do mês e não fazer nada em troca?

Eu sou um pouco totó, tenho que referir, mas não acredito nisso.

Numa sociedade tal como a que vivemos, segundo dizem, ninguém dá almoços grátis, quanto mais um emprego!

Eu cá para mim julgo que nem é pelo curriculum do personagem. O que fará num banco um juiz? Para julgar se as notas são falsas? Só para dar sentenças?

Será porque o dito senhor também foi – fez parte, na Assembleia – daqueles que controlam a polícia do Estado?

Também não acredito porque se a polícia é secreta nem mesmo eles sabem nada do que por lá se passa!

Ou bem que a polícia é secreta ou bem que não é.

É por isso que só escrevo banalidades: fico sem saber nada do que por cá se passa.




"Olho Vivo e Pé Ligeiro"
 Lisboa. 2014. Julho. 01

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Eis aqui a triste realidade do tal “milagre económico” de que o tal ministro da economia tanto se orgulha. BPI encerra 28 agências

Eis aqui a triste realidade do tal “milagre económico” de que o tal ministro da economia tanto se orgulha. BPI encerra 28 agências 

O banco tinha 696 balcões abertos em Portugal, mas está a reduzir a sua rede, assim como o número de trabalhadores. 28 agências do BPI não vão abrir as portas esta segunda-feira, depois de terem encerrado definitivamente no final da semana passada, no âmbito da reestruturação que o banco está a fazer na sua rede. 

Segundo uma nota informativa interna do BPI, a que a Lusa teve acesso, no fim do dia de sexta-feira encerraram "definitivamente", em concreto, 28 balcões do banco em Portugal continental. 

O BPI tem vindo a reduzir balcões e trabalhadores com o objectivo de diminuir os custos operativos e de cumprir com as metas do plano de reestruturação acordado com a Comissão Europeia, obrigatório depois de ter recebido dinheiro público em 2012. 
Uma das metas é a redução do número de balcões em Portugal para 684. Em Março deste ano, segundo as contas do primeiro trimestre, o BPI tinha 696 balcões em Portugal. O banco está ainda a reduzir pessoal com vista a ter no máximo 6.000 trabalhadores na operação doméstica. Face aos 250 trabalhadores que o BPI quer que saiam este ano, o presidente da instituição, Fernando Ulrich, anunciou em Junho que já saíram metade. 

O BPI devolveu, a semana passada, a totalidade do dinheiro que o Estado injectou na instituição em Junho de 2012 para o recapitalizar, com o reembolso dos 420 milhões de euros que restavam dos 1.500 milhões de euros iniciais, deixando de ter qualquer ajuda do Estado. 

As agências do BPI encerradas são as seguintes: Norte: Caminha Braga - S. Vítor Perafita Custóias Boavista - Foco Matosinhos - Município Hospital de Santo António Viseu - Estação Agrária Centro: Coimbra - Eiras Fátima - Rotunda Sul Tomar - Templários Leiria - Planalto Lisboa e Grande Lisboa: Campelos Av. Almirante Reis Campolide Alcântara - Lusíadas Av. Fontes - Eduardo VII Avenida da Liberdade Graça - Sapadores Campo de Ourique - Jardim da Parada Pinheiro de Loures Quinta dos inglesinhos Miraflores Barreiro - Quinta da Lomba Sul: Sagres Albufeira - Olhos de Água Tavira - Porta Nova Ferreiras

sábado, 28 de junho de 2014

Ganfei. Valença do Minho. Aqui vive-se o verdadeiro folclore. É o Grupo Folclórico de Ganfei. E neste Domingo prestamos homenagem ao seu director Valdemar Moreira e a todos os elementos do Grupo.

Cavaco convoca Conselho de Estado. Em principio será para avaliar os contornos da actual situação politica e a reiterada falta de consenso entre PSD e PS. Mas na verdade, por arrastamento, será para analisar o descalabro da actuação do Governo e a perpetuação na crise no PS

Cavaco convoca Conselho de Estado. 
Em principio será para avaliar os contornos da actual situação politica e a reiterada falta de consenso entre PSD e PS. 
Mas na verdade, por arrastamento,  será para  analisar o descalabro da actuação do Governo e a perpetuação na crise no PS 

Decidi não tomar partido na legítima luta pela liderança dentro do PS porque, sem o PS, não há alternativa ao pior Governo da Segunda República, transformada em República de segunda por gente de terceira. Dizer que o pior Governo é apoiado pela pior maioria, e pelo mais inapto PR do regime democrático, é um truísmo tautologicamente demonstrado. 

E ainda queriam confiscar as decisões dos tribunais encarregando os escritórios de amigos para redigirem os acórdãos sobre a constitucionalidade das leis! 
O que nenhum partido pode, nem deve, é impor como líder quem o povo rejeite, quem o eleitorado imagine um clone de Passos Coelho, quem confisque o partido para o repartir por amigos e cúmplices, como fizeram Marco António, Relvas e Passos Coelho. 

No PS, cada dia que passa na indefinição é um desastre para o País. Os portugueses não se interessam por golpes palacianos, exigem um projeto, um rumo e um líder. A guerra em que se consomem os potenciais líderes, com uma paixão que não houve no combate ao desastroso Governo do PSD/CDS/ PR, é um prenúncio do desastre eleitoral. 

O arrastar da chicana interna pode beneficiar um dos candidatos mas prejudica o partido e, sobretudo, o País. Acentuar divergências internas, lavar a roupa suja na praça pública, agredir o camarada oponente, é um serviço inestimável à direita e uma nódoa indelével num partido que é a charneira do regime e a mais espectável alternativa à tragédia que nos atingiu. 
O PS não pode ser o seguro de vida do conjunto de ministros da direita, que apostou na destruição do Estado e prepara a descaracterização da Constituição. Cabe aos militantes exigirem a resolução rápida da crise, sob pena de perderem o partido e não terem quem os acompanhe no funeral. 

No PS não está em curso o julgamento que se adia à espera da prescrição, está em causa a substituição do Governo, da maioria e do PR, antes de destruírem o poder judicial e de conseguirem a liquidação total da saúde, segurança e instrução públicas. 

Bancada Directa / Ponte Europa / Dr. José Carlos Esperança

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Quando ao tempo de Sócrates estar a segurar as rédeas do Governo, no Parlamento Paulo Portas clamava contra a insegurança que grassava no país e questionava o Governo para que actuasse para dar mais segurança às pessoas. Agora num caso de actuação das forças de segurança condena-se um agente que em serviço tentou cumprir a sua missão.


Quando ao tempo de Sócrates estar a segurar as rédeas do Governo, no Parlamento Paulo Portas clamava contra a insegurança que grassava no país e questionava o Governo para que actuasse para dar mais segurança às pessoas. 
Agora num caso de actuação das forças de segurança condena-se um agente que em serviço tentou cumprir a sua missão. 

Um soldado da GNR, em serviço, na perseguição de uma carrinha que fugiu após um assalto, ao tentar acertar num dos pneus para parar a carrinha, a bala atingiu um dos ocupantes (fugitivos). O ocupante tinha 13 anos e acompanhava o pai no assalto. 

Condenado, inicialmente, a 9 anos de prisão, o Tribunal da Relação, após analisar o recurso, condenou o soldado da GNR em 4 anos de prisão, com pena suspensa e a pagar 10.000 de indemnização ao pai (assaltante e condutor da carrinha) e 30.000 euros à mãe, por serem os herdeiros do filho. 

Não me pronuncio sobre o processo mas interrogo-me: - A partir de agora, os agentes de segurança - GNR, PSP e Polícia Judiciária - ao serem chamados para defenderem a segurança dos cidadãos e ao perseguirem qualquer viatura tentarão parar os bons rapazes que se dedicam aos assaltos, pondo, por vezes, em causa a segurança do cidadão? 

Que Justiça temos?

Entrámos no Mundial em quarto lugar no ranking da FIFA. Saímos por uma porta pequenina. E agora que futuro para todos estes responsaveis? Tudo bem, ninguém se demite, desde que lhes paguem os vencimentos até Junho de 2016. Leonel Pontes está de fora....

Palavras para quê?
São artistas portugueses
Eles ainda foram visitar alguém muito familiarizado com milagres antes de irem passear para curar mazelas das suas lesões
Tiveram um prémio merecido: um passeio aos Estados Unidos antes de uma grande competição
E visitaram a 5ª Avenida de borla
Eu já lá fui e saiu tudo do meu bolso. E não foi nada barato........
O futebol vale o que vale e isto tudo ainda serve para se esquecerem as amarguras que os portugueses sofrem com cortes no seu vencimento.
Porcaria de vida!......

Nota: sim é verdade! Entrámos mesmo em 4º lugar. Ora confiram lá o ranking da FIFA em Junho de 2014





Rank.
Equipe
Pts
+/- Pos


1
Espanha
1485
0
Igual


2
Alemanha
1300
0
Igual


3
Brasil
1242
1
Cima


4
Portugal
1189
-1
Abaixo


5
Argentina
1175
2
Cima


6
Suíça
1149
2
Cima


7
Uruguai
1147
-1
Abaixo


8
Colômbia
1137
-3
Abaixo


9
Itália
1104
0
Igual


10
Inglaterra
1090
1
Cima


11
Bélgica
1074
1
Cima


12
Grécia
1064
-2
Abaixo


13
EUA
1035
1
Cima


14
Chile
1026
-1
Abaixo


15
Holanda
981
0
Igual


16
Ucrânia
915
1
Cima


17
França
913
-1
Abaixo


18
Croácia
903
2
Cima


19
Rússia
893
-1
Abaixo


20
México
882
-1
Abaixo


21
Bósnia e Herzegovina
873
4
Cima


22
Argélia
858
3
Cima


23
Dinamarca
809
0
Igual


23
Costa do Marfim
809
-2
Abaixo


25
Eslovênia
800
4
Cima


26
Equador
791
2
Cima


27
Escócia
786
-5
Abaixo


28
Costa Rica
762
6
Cima


29
Romênia
761
3
Cima


30
Sérvia





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