BANCADA DIRECTA

segunda-feira, 6 de junho de 2016


Francisco Assis. Um lugar hoje solitário mas em breve aproveitado por forças conservadoras direitistas

Quando um militante partidário exige um sentido único e definitivo para as alianças, não são os interesses do partido que o motivam, é uma cegueira ideológica de quem vê só de um olho ou olha com os dois para um só lado.

 Quando se preocupa com a remota hipótese de o PS renunciar ao europeísmo com que está comprometido, e de que não deu quaisquer sinais, sem ver na direita inglesa, húngara, polaca ou eslovena o medo que afirma, não são interesses do partido que defende, é a direita que protege sem se lembrar que a atual direita só recorre ao PS quando é minoritária.

 Parece impossível que tão pouco tenha aprendido com quatro anos e meio de Cavaco Silva, Passos Coelho e Paulo Portas. E surpreende ainda, que, depois de uma experiência que não é perpétua, queira mandar o recado à direita de que, com ele, não haverá alternativas.

 Não precisava do Congresso para dizer o que todos os órgãos de comunicação social ao serviço da direita estiveram, e estarão, sempre prontos a divulgar.

 Só não foi um suicídio político porque terá sempre assegurado um lugar à direita. E merece!

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