BANCADA DIRECTA: No Governo anterior de Direita olhava-se muito bem para os interesses privados. Mesmo em fim de mandato as decisões eram tomadas a tempo e a desmodo

domingo, 8 de maio de 2016

No Governo anterior de Direita olhava-se muito bem para os interesses privados. Mesmo em fim de mandato as decisões eram tomadas a tempo e a desmodo




Todos nos demos conta da pressa com que Passos Coelho e Paulo Portas, acolitados pelo seu amigo de Belém, quiseram desmantelar o Estado e entregar a Saúde e a Educação aos particulares, com generosos subsídios ao que, pela sua natureza, devia ser privado.

 Em Portugal, a direita tornou-se, nos últimos anos, ferozmente reacionária e ressentida, sem um modelo próprio, mero capacho do Partido Popular Europeu, a navegar à vista de interesses privados e subsídios públicos.

 Esta direita, a direita que substituiu os quadros com um módico de pudor republicano e sensibilidade social, não se esconde na defesa de interesses privados nem na chantagem à devolução de um mínimo de soberania que o atual Governo reivindica. A Europa [leia-se, direita europeia] não vai permitir que Portugal tenha sucesso – disse Pacheco Pereira.

Ele conhece os meandros do poder e a manha dos que confiscaram os partidos da direita portuguesa. Hoje, andam em polvorosa os colégios privados, em nome da liberdade de ensino, uma liberdade que não dispensa a gamela do orçamento, como os deputados avençados a fazer a sua defesa no Parlamento.

 O pai de um aluno que frequenta um colégio de Coimbra denunciou o colégio por ter encarregado os alunos de levarem hoje uma carta, [TPC*] dirigida ao PR, a pedirem-lhe para continuar a frequentar aquele colégio, onde são felizes.

 Quem o impedirá?

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