BANCADA DIRECTA: Fragmentos e Opiniões. O nosso cronista "Olho Vivo e Pé Ligeiro" fala-nos do nosso velho continente e intitula a sua crónica com um titulo sugestivo "Esta nossa querida Europa".

terça-feira, 1 de março de 2016

Fragmentos e Opiniões. O nosso cronista "Olho Vivo e Pé Ligeiro" fala-nos do nosso velho continente e intitula a sua crónica com um titulo sugestivo "Esta nossa querida Europa".


Fragmentos e Opiniões. O nosso cronista "Olho Vivo e Pé Ligeiro" fala-nos do nosso velho continente e intitula a sua crónica com um titulo sugestivo "Esta nossa querida Europa".


ESTA NOSSA QUERIDA EUROPA

Há uns anos atrás nós tínhamos um País que era independente. Uns senhores que nos governaram acabaram assinando contratos em nosso nome mas sem nosso aval. 

E resolveram a troco da entrada de uns milhões de vender parte da nossa independência. Pergunto: será isto democrático? Vou mais longe: será isto legal?

E mesmo sendo legal será isto honesto. Deixo à vossa consciência. Pois é - a honestidade já não vale nada, para muita gente. Vejo e fico triste uma população envelhecida e sobretudo ingénua e sem defesas, dar o voto pela carinha laroca que lhes aparece pela frente e lhe oferece uma esferográfica. 

Vejo os políticos atrás uns dos outros a visitarem velhos em lares e a fazerem o retrato com eles para à noite passar nas televisões e dá-me nojo. 

 Vejo a comunicação social – imprensa, radio, televisões, a manipularem de forma despudorada ou encapotada, os espectadores de sofá que somos a maioria da população.
Semelhantes a estas diatribes deste "opinion maker" só as "jabardinices" de uma concorrente ao reality show " A Quinta" (nota de Bancada Directa)

Vejo bandos de “opinion-makers” (pantomineiros, numa tradução livre) manipuladores contratados pelas televisões, estas cada vez mais privadas para dar a sensação de diversidade de opiniões. Chega-se ao ponto de fazer de anos de trabalho nas televisões para ser conhecido e daí concorrer a cargos que lhes permitem satisfazer os egos das presidências.

 E o povo vota neles porque tem boa cara e são simpáticos – mas não mais que isso. Com o desenvolvimento dos tratados europeus a liberdade dos povos foi-se perdendo e uma classe nova de políticos em quem ninguém votou (em Bruxelas, e outras capitais) passou a mandar em quase tudo. 

Para nos fazer pensar que decidimos alguma coisa ficou-nos o voto! O voto que serve para eleger gente que pouco ou nada manda. O exemplo? O Orçamento do Estado é aprovado por nós através dos deputados e depois vai à Europa ou melhor a um paraplégico alemão para nos violentar com insultos e autorizações.

Se assim é chamar DEMOCRACIA ao que temos será no mínimo chamar-nos de totós. Seremos alegremente um país de totós

Pergunto: quando e como vamos mudar isto?


Envio um abraço aos meus caros leitores
"Olho Vivo e Pé Ligeio"!

 

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