BANCADA DIRECTA: São estas pequenas ninharias que agora preocupam os ressabiados da direita. Isto de ser uma figura saliente sequencialmente a seguir ao PM não tem qualquer importancias se forem ministros competentes e eficientes. Tal é o caso de Mario Centeno. Não confundam revogaveis com irrevogaveis. Isso é que foi uma vergonha

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

São estas pequenas ninharias que agora preocupam os ressabiados da direita. Isto de ser uma figura saliente sequencialmente a seguir ao PM não tem qualquer importancias se forem ministros competentes e eficientes. Tal é o caso de Mario Centeno. Não confundam revogaveis com irrevogaveis. Isso é que foi uma vergonha


As ninharias que os preocupam

 «Nenhum dos ministros de António Costa é ministro de Estado, algo que não acontecia desde 1999. E Mário Centeno, o ministro das Finanças, é o número 4, atrás dos ministros dos Negócios Estrangeiros e da Presidência.

Fará isso de Centeno um homem de pulso fraco perante os seus colegas? Ao Observador, um ex-ministro das Finanças do PS lembra apenas que a ter o título de ministro de Estado permite aparecer como uma “espécie de vice-primeiro-ministro” pelo facto de ter “preponderância em relação aos outros ministros”.

 Já Eduardo Catroga, ex-ministro das Finanças de Cavaco Silva, considera que mais importante do que ter o nome de ministro de Estado é o facto de o governante ter “o apoio total, determinado e inequívoco” do primeiro-ministro.

“Essa é a condição de base”, ressalva Catroga, lembrando que quando foi ministro das Finanças não teve estatuto de Estado. “Não tinha mais uma estrela, como os generais, mas não era preciso” porque contava com apoio total do primeiro-ministro, lembra.» [Observador]

 Parecer: É preferível ter um ministro forte e competente do que um ministro adjunto fraco, incompetente ou irrevogavelmente revogável.

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