BANCADA DIRECTA

sexta-feira, 11 de setembro de 2015


Passos Coelho foi obrigado a admitir a verdade. Foi a Direita que em 2011 fez pressão para que houvesse um resgate e se chamasse a Troika para vir para Portugal. Os factos e as figuras da altura comprovam-no


Pedro Passos Coelho, e o PSD, na altura na oposição, tiveram um papel activo na convocação da troika.

A 31 de Março de 2011, quando Sócrates ainda rejeitava o pedido de empréstimo, Passos Coelho assinou uma carta oficial do PSD, que escreveu com Miguel Macedo, e foi entregue pelos serviços de protocolo, defendendo o pedido de "resgate". Destinatários: Sócrates e Cavaco Silva.
No dia seguinte, 1 de Abril, os mesmos destinatários receberam outra carta de teor idêntico, desta vez subscrita pelo governador do Banco de Portugal, Carlos Costa. No dia 2, Paulo Portas, líder do CDS, declarou à agência Lusa o seu apoio à ideia: "Não faço parte dos que diabolizam o FMI."

 Dois dias depois, a 4, os principais banqueiros portugueses à época (Ricardo Salgado, Carlos Santos Ferreira, Faria de Oliveira, Fernando Ulrich e Nuno Amado) reuniram-se com Carlos Costa, na sede do regulador, e, de seguida, dirigiram-se para o Ministério das Finanças, onde fizeram o mesmo pedido ao ministro Teixeira dos Santos.

A prova dos factos: afinal, quem chamou a troika em 2011?

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