BANCADA DIRECTA: A insanidade politica deste Governo que constroi cenários de virtudes para bem da sua imagem a partir de realidades que não existem ou são deturpadas

terça-feira, 1 de setembro de 2015

A insanidade politica deste Governo que constroi cenários de virtudes para bem da sua imagem a partir de realidades que não existem ou são deturpadas


A insanidade politica deste Governo que constroi cenários de virtudes para bem da sua imagem a partir de realidades que não existem ou são deturpadas


A realidade fraudulenta

Derrotado pela realidade e pelo falhanço das suas políticas o governo começou a contruir uma realidade virtual falsa, manipulando os dados económicos e desmontando parcial e temporariamente o garrote da austeridade com o único objectivo de ganhar as eleições, mesmo que isso signifique um governo minoritário.

Sabendo que não tem condições para renovar uma maioria absoluta alcançada com mentiras, a direita dá o tudo por tudo para criar condições para lançar o país numa crise política que viabilize a realização de eleições antecipadas.

Passos Coelho e Paulo Portas lutam como podem pela sua sobrevivência política. Ainda hoje o país ficou a saber da montagem de mais uma encenação, desta vez envolvendo o Novo Banco e organizada por um dos serviçais mais obedientes deste governo, o governador do Banco de Portugal. Carlos Costa fez tudo o que esteve ao seu alcance para protelar o mais possível a venda do Novo Banco, a ideia era que as más notícias só fossem tornadas públicas em pleno mês de Agosto.
Mas a crise na Chine tornou as notícias ainda piores e agora Carlos Costa socorreu-se de mais um truque, vai negociar a venda do Novo Banco com um segundo concorrente e é certo e sabido que não será antes das eleições que o senhor Costa será chamado a informar os portugueses sobre o preço das decisões que tomou a mando do governo.

 Outra mentira que tem vindo a ser montada desde há vários meses é a das sondagens privadas da coligação que lhes dá uma vitória mais do que folgada e próxima de uma maioria absoluta. Uma derrota antecipada poderia ser desastrosa e muito cedo a coligações começou a ter sondagens confortáveis que de forma mais ou menos discreta faz chegar à comunicação social. Ninguém da maioria assume a sua existência, torna públicos oficiais ou informa sobre os critérios ou mesmo sobre a entidade que as realizou.

A primeira vez que se soube das tais sondagens sucedeu numa reunião com empresários em que estiveram presentes Maria Luís Albuquerque e o não arguido Marco António. Nestes dias a mentira tem vindo a ser usada de novo, sinal de que a coligação está receosa. 

 Outra mentira que tem vindo a ser construída é do reembolso da sobretaxa, ao longo dos meses o Núncio Fiscoólico tem vindo a aumentar progressivamente as retenções dos reembolsos do IVA. Em vez de os congelar vai promovendo a sua rotação aumentando lentamente os prazos dos reembolsos de forma a aumentar os montantes retidos que dão lugar à ilusão do aumento das receitas fiscais.

O país vive num ambiente de mentira promovido pela coligação com a ajuda dos grupos de comunicação social que agradecem ao governo o facto de não ter lançado o quarto canal em sinal aberto.

A ideia é destruir a oposição recorrendo a tudo, desde a mentira à prisão de Sócrates, passando pela manipulação da informação de forma a destruir a imagem do líder da oposição.

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