BANCADA DIRECTA: Portugal vai ter as suas eleições legislativas 2015. Portugal é um país de brandos costumes que se exacerbam nos períodos pré eleitorais. Claro que a culpa é dos politicos, mas não deixem de fora grande parte da nossa comunicação social adepta de quem lhe dá uns tachinhos. Seja como for esta não é a minha campanha eleitoral e nem será até Outubro

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Portugal vai ter as suas eleições legislativas 2015. Portugal é um país de brandos costumes que se exacerbam nos períodos pré eleitorais. Claro que a culpa é dos politicos, mas não deixem de fora grande parte da nossa comunicação social adepta de quem lhe dá uns tachinhos. Seja como for esta não é a minha campanha eleitoral e nem será até Outubro


Portugal vai ter as suas eleições legislativas 2015. 
Portugal é um país de brandos costumes que se exacerbam nos períodos pré eleitorais. 
Claro que a culpa é dos politicos, mas não deixam de ser em grande parte da nossa comunicação social adepta de quem lhe dá uns tachinhos. 
Seja como for esta não é a minha campanha eleitoral e nem será até Outubro

Esta não é a minha campanha.

Discutir cartazes para iludir a tragédia do desemprego é o talento da central de intoxicação da direita, da pior direita imaginável, que o pior PR do regime democrático ungiu. Há quem veja nas ondas apenas a espuma e ignore a dimensão do mar e a influência dos ventos.

Há quem viva para explorar aparências e ocultar a realidade, quem espalhe ruído para não deixar ouvir a música, quem faça o mal e a caramunha. A canibalização do espaço mediático e a infiltração de peritos de contrainformação nas redes sociais por quem malbaratou o que restava do País, impede o contraditório e faz da campanha eleitoral uma cerrada oposição às oposições, na razão direta do perigo que cada partido representa para esta maioria que confiscou o PSD, o Governo e o PR. 
Esforçaram-se por inviabilizar a alternativa política e, com a destruição do Estado, já se preparam para impedir a mera alternância partidária e assegurar a impunidade. As eleições de outubro vão julgar este Governo e o PR, mas já não conseguem devolver a esperança aos portugueses, invadidos pelo desânimo e tolhidos pelo medo.

 O futuro que nos espera, independentemente de quem formar o governo precário que se adivinha, não é ridente, mas cabe-nos punir nas urnas este Governo, esta maioria e o PR que esteve ao seu serviço, de um lado, os que seguem o adágio “quem não se sente não é filho de boa gente”, do outro, os que refocilam no ‘pote’, com os que criaram empatia pelos algozes, vítimas do síndrome de Estocolmo.
Cumpramos o nosso dever. A herança é péssima, salvemos o amor-próprio e unamo-nos num projeto patriótico que nos devolva um módico de esperança no futuro colectivo

Contribuições avulsas para mostrar idiotices...

Só gostava de saber quem foi o idiota aparvalhado que teve esta tirada de mau gosto. Desta maneira evitarei de olhar para os futuros cartazes que venham a ser colados nos paineis publiciários pagos a peso de ouro.



E este cartaz da coligação de direita serve-se de uma imagem nada condizente com a nossa realidade


Também não gosto da mensagem grafitiana sem imagens aqui em baixo. Deploravel porque é uma atitude anónima. Podem não gostar deles e desejar o pior que lhes aconteça. Mas assinem por favor.
Casa da Cerca. Almada. Agosto 2015


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