BANCADA DIRECTA: Ainda os ecos da união de facto do Pontal. O Paulinho já era irrevogavel e agora arma-se em "inequívoco". Que desgrala a deste povo com estes artistas de vender ilusões

terça-feira, 18 de agosto de 2015

Ainda os ecos da união de facto do Pontal. O Paulinho já era irrevogavel e agora arma-se em "inequívoco". Que desgrala a deste povo com estes artistas de vender ilusões

Ainda os ecos da união de facto do Pontal. 
O Paulinho já era irrevogavel e agora arma-se em "inequívoco". 
Que desgraça a deste povo com estes artistas de vender ilusões

Paulo Portas e Pedro Passos Coelho: chama-lhe tu primeiro antes que te chamem a ti

O casal que na semana passada se deslocou à Quarteira conduzido pelo padrinho Marco Antonio Costa, essa referência ética, oficializou, depois do irrevogável arrufo, o matrimónio que já une o partido de Sá Carneiro com o que enxotou o fundador, Freitas do Amaral, na presença de 3.500 testemunhas comprometidas e interessadas a ulular de contentamento.

 Paulo Portas acusou o PS de ter um projecto para pôr em risco, nada disfarçado, a sustentabilidade da Segurança Social, através de um convite disfarçado à privatização, ‘acuso-o primeiro para não ser ele a acusar-nos’.

Pedro Passos Coelho foi o arauto da defesa das famílias, da classe média e dos reformados, aqueles que o Governo, onde casta e inocentemente esteve, mais castigou. A vida em comum obrou um estranho mimetismo em que já não se distingue quem é o inteligente e quem comprou a rifa que Miguel Relvas, Marco António Costa e Paulo Júlio viciaram para lhe entregar o lugar de Primeiro ministro.

Os militantes e avençados extasiaram-se  com os dois. São o abono de família de farta clientela. Pedro Passos CoelhoC alertou para o aventureirismo de uma das oposições – o PS –, e, quem fez do país laboratório político e dos portugueses cobaias, quem passou além da troika, ameaçou com voz canora “se o resultado não for inequívoco o próximo Governo será cheio de problemas”, na esperança de dizer uma verdade que redundasse em seu favor.

 Nos ares, um drone filmava a festa de quem se divertiu à custa do povo, durante mais de quatro anos, de quem se vingou do 25 de Abril e da descolonização, e teve a conivência de um PR que trocou a dignidade do cargo pela submissão ao casal que no Algarve foi filmado entre cúmplices e carne assada na esperança de atraiçoar de novo o País que deixou no osso

E assim segue ufana e orgulhosa esta pleiada de artistas do espectaculo de vender ilusões a este povo tão maltratado por aqueles que agora lhes pede para lhes entregar o seu vioto. O voto da desilusão, da desgraça e da miséria. Assim Seja!

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