BANCADA DIRECTA: O caso José Socrates. As minhas reflexões sobre as decisões que se lhe ajustam (3)

segunda-feira, 15 de junho de 2015

O caso José Socrates. As minhas reflexões sobre as decisões que se lhe ajustam (3)


O caso José Socrates.
As minhas reflexões sobre as decisões que se lhe ajustam (3)

Não importa saber neste momento, porque não temos meios para o aferir, se tal conduta dos magistrados que tomam essas decisões resulta de uma grande conspiração da direita decadente ou se estamos apenas no domínio da medição de piças.

 Importa é que o resultado é exactamente o mesmo: o Estado de direito em Portugal é uma anedota, e são muitos os que estão a rir à gargalhada.
O que está a acontecer não é separável dos actos violadores da decência e da Constituição realizados por Cavaco em Belém, nem do revanchismo persecutório da ministra da Justiça com o seu cínico “fim da impunidade”, nem das tentativas do PSD de Ferreira Leite e de Passos de criminalizarem governantes socialistas, nem do discurso da oligarquia direitola atacando vilmente Pinto Monteiro e Noronha do Nascimento e respectivas instituições, nem da sede de protagonismo corporativo e justiceiro dos magistrados, nem do absentismo do PCP e satélites que vêem o Estado de direito como uma artimanha imperialista e os quais adoram tudo o que possa prejudicar o PS, nem, por fim, do tabloidismo que assume por cá uma agenda populista com um único alvo partidário.

Estamos perante uma tempestade perfeita, única forma de explicar que não apareça um grito de revolta face ao que se está a fazer com o cidadão Sócrates, o qual acumula com ser ex-secretário-geral do PS e ex-primeiro-ministro.

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