BANCADA DIRECTA: Coragem, coragem, coragem. Um homem de coragem. Coragem de vender a TAP, isto é Portugal. E tudo o que já se vendeu foram actos de coragem. Francamente!.....

sábado, 13 de junho de 2015

Coragem, coragem, coragem. Um homem de coragem. Coragem de vender a TAP, isto é Portugal. E tudo o que já se vendeu foram actos de coragem. Francamente!.....

Este já foi, melhor: já era!.....

Coragem, coragem, coragem. 
Um homem de coragem. 
Coragem de vender a TAP, isto é Portugal. 
E tudo o que já se vendeu foram actos de coragem. 
Francamente!.....


Nós e os auto-elogios deles.

O José desmantela as carreiras da Administração Pública, faz o mesmo à contratação colectiva, embaratece o trabalho suplementar, os despedimentos, faz mais umas quantas malandrices a quem vive do seu trabalho, favores a quem enriquece explorando quem trabalha, e chama-lhes "actos de coragem".

A seguir rasga o acordo que firmou à mesa da concertação social e congela o salário mínimo, mais um favor aos negreiros do país, outra vez "coragem". Nacionaliza os prejuízos do BPN, faz o favor de deixar os activos com valor nas mãos dos delinquentes que o afundaram e,, como não podia deixar de ser, "coragem" outra vez.


Vem a seguir uma dupla de corajosos que confiscam salários e pensões ao arrepio da Lei fundamental, rebentam o que a "coragem" do seu antecessor deixou por rebentar e viva a "coragem".

Destroem um país inteiro e milhões de vidas, põem o povo que empobreceram a pagar o buraco de mais um banco de ladrões, vendem ao desbarato o património público que o José não teve tempo para desbaratar e a "coragem" sempre presente em cada renda garantida que concederam aos novos donos disto tudo.

O último "acto de coragem" foi hoje.: Vender à pressa uma companhia aérea com 70 anos por 10 milhões a uma comandita que daqui a 10 anos pode mudar a sede da TAP para onde lhe apetecer e suprimir as rotas estratégicas que quiser configura um negócio ruinoso mas, escusado será dizê-lo, Pedro Passos Coelho auto-elogiou a "coragem" da decisão.

Eles habituaram-se a poder chamar "coragem" ao próprio descaramento. E a "coragem" há-de continuar a fazer das suas (*) enquanto não houver coragem democrática para lhes mostrar que aqui vive gente.

Nós, a nossa falta de coragem e os auto-elogios deles: adeus, TAP.

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