BANCADA DIRECTA: Solidariedade não devia ser uma palavra vã! Mas para estes iluminados da treta o espírito de solidariedade para com os idosos é mesmo uma conversa com o mesmo nome: conversa da treta. Rede solidária uma ova!......Exploração é o que é.

terça-feira, 5 de maio de 2015

Solidariedade não devia ser uma palavra vã! Mas para estes iluminados da treta o espírito de solidariedade para com os idosos é mesmo uma conversa com o mesmo nome: conversa da treta. Rede solidária uma ova!......Exploração é o que é.

Solidariedade não devia ser uma palavra vã! 
Mas para estes iluminados da treta o espírito de solidariedade para com os idosos é mesmo uma conversa com o mesmo nome: conversa da treta.
Rede solidária uma ova!......
Exploração é o que é. 

 Depois da licença que obtiveram em 2012 para colocar quatro camas onde antes apenas podiam deitar duas pessoas sem serem obrigados a cobrar menos pelo serviço prestado, a União das Misericórdias Portuguesas, a Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade (CNIS) e a União das Mutualidades Portuguesas obtiveram agora do mesmo Governo licença para aumentarem o valor cobrado aos idosos que recorram aos lares da chamada “rede solidária”. 
A partir de hoje podem exigir-lhes uma percentagem maior da pensão de reforma que recebam e essa percentagem passa a incidir também sobre outros rendimentos, tais como rendas e dividendos. O Governo que confisca pensões de reforma diz que não pode aumentar o valor da comparticipação estatal por utente. 

Os “solidários” alegam que o utente de hoje é muito menos autónomo do que o utente de há 20 anos, o que faz aumentar custos com pessoal – que maioritariamente não aufere mais do que um salário mínimo de miséria que em termos reais se vem reduzindo ano após ano – e faz aumentar custos com infra-estruturas – que se reduziram mercê do acordo anterior. A “solidariedade” é um negócio mesmo bonito. 

Contribuições 
Vagamente relacionado: 
Suspeitas de burla contra a Segurança Social (SS), por parte da Obra Diocesana de Promoção Social, do Porto, estão a ser investigadas pelo Ministério Público». 

Há dias a Direcção do Norte da Polícia Judiciária (PJ) efectuou buscas nas instalações daquela instituição de solidariedade e no Paço Episcopal da diocese do Porto, onde a obra teve a sua sede. 

Em causa está a denúncia que a instituição terá enganado o Estado e logrou receber subsídios relativamente a utentes já falecidos ou que, simplesmente, passaram a ser servidos por outras entidades. 

O valor da dívida tributária sob investigação atingirá mais de 200 mil euros, incidindo sobre 2011 e 2012.
 (Jornal de Notícias 1/5/2015)

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