BANCADA DIRECTA: Portugal e o Estado Islâmico. Não está em causa a razão desta luta. Sobre o envio de trinta militares portugueses para o Iraque para combater os jhiadistas, perguntamos nós, o que vão lá fazer? Só força simbólica é muito pouco, E nem houve a coragem para o assumirem publicamente. Foi preciso serem os ianques a fazê-lo

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Portugal e o Estado Islâmico. Não está em causa a razão desta luta. Sobre o envio de trinta militares portugueses para o Iraque para combater os jhiadistas, perguntamos nós, o que vão lá fazer? Só força simbólica é muito pouco, E nem houve a coragem para o assumirem publicamente. Foi preciso serem os ianques a fazê-lo

Portugal e o Estado Islâmico. 
Não está em causa a razão desta luta. 
Sobre o envio de trinta militares portugueses para o Iraque para combater os jhiadistas, perguntamos nós, o que vão lá fazer? 
Só força simbólica é muito pouco, 
E nem houve a coragem para o assumirem publicamente. 
Foi preciso serem os ianques a fazê-lo 

Dentro da coerência que procuro, regozijo-me com a presença, embora simbólica, de 30 militares portugueses no combate ao Estado Islâmico. 


É a defesa da civilização contra a barbárie. É um sinal de que não permitiremos que a sharia substitua a democracia. Só lamento que o PR e o PM tenham ocultado a informação aos portugueses e que fosse o chefe da diplomacia dos Estados Unidos a dar a notícia, antes do encontro com Rui Machete, agradecendo o envolvimento de Portugal no combate contra o EI no Iraque. 


 Acontece, quando os dirigentes de um país estão de joelhos. 

Acabam a rastejar, sem que os aliados respeitem o protectorado.

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