BANCADA DIRECTA: Por muito que eles digam que não, na verdade ainda há cidadãos com privilégios. É o caso de Pedro Passos Coelho e as suas dividas à Segurança Social. Artigo de opinião do jornalista Fernando Correia

sexta-feira, 20 de março de 2015

Por muito que eles digam que não, na verdade ainda há cidadãos com privilégios. É o caso de Pedro Passos Coelho e as suas dividas à Segurança Social. Artigo de opinião do jornalista Fernando Correia


Por muito que eles digam que não, na verdade ainda há cidadãos com privilégios. 
É o caso de Pedro Passos Coelho e as sua dividas à Segurança Social. 
Artigo de opinião do jornalista Fernando Correia. 

Pedro Passos Coelho é um cidadão com privilégios. Ou seja: só paga quando é obrigado e quando pode fugir ao pagamento, por esquecimento ou vontade própria, foge. 

 Esta é a única conclusão possível de tirar do seu caso da dívida do cidadão Passos Coelho à Segurança Social, alegando desconhecimento ou ignorando as suas obrigações que são, obviamente, iguais às das restantes pessoas: pior: há muita gente neste país que já sofreu acções de penhoras de bens, por dívidas ao Estado e teve de as acatar, mesmo sofrendo as dificuldades provenientes do actos. 


 Este facto deixou os portugueses atónitos, levando-os a pensar que, afinal, não somos todos iguais e que, por essa razão, há alguns cidadãos mais beneficiados que outros, o que fomenta desigualdades, provoca cisões e alimenta revoltas justas. 

Acredito que o cidadão Pedro Passos Coelho já tenha regularizado a sua dívida, mas fico preocupado por ele não ter pedido desculpa aos portugueses pela sua atitude irreflectida ou até mesmo pela sua falta involuntária. Não lhe ficaria mal fazê-lo e levaria a que todos pensássemos que a pessoa de bem mostrava as suas fragilidades, mas emendava-as com humildade e dignidade. 


Era o que muitos de nós faríamos nas mesmas circunstancias Assim…….permanece a dúvida, embora tenha sido saldada a dívida! Portugal precisa de acreditar em si mesmo e de alimentar o povo em dias melhores. 

O que se tem passado, em termos de pressão financeira, de desemprego, de impostos, de aumentos, da impossibilidade de se viver, de aconselhamento `emigração, de negócios fraudulentos, de corrupção, é tão evidente e tão constante que as pessoas já não acreditam no presente e muito menos no futuro. 


 Quando se lhes dá exemplos como este do cidadão Pedro passos Coelho, que por sinal é primeiro ministro, então desacreditam por completo e sentem que estão s ser enganadas. 


Esperamos uma nova ordem, uma nova esperança e uma nova vida. Sobretudo porque temos direito à dignidade de viver.


Fernando Correia

Fernando Correia escreve no Jornal Daqui do Concelho de Mafra

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