BANCADA DIRECTA: Um País (Portugal) não é uma colónia. O nosso cronista "Olho Vivo e Pé Ligeiro" diz de sua justiça e debate este tema. O que é verdade é que se anda a vender a qualquer preço!........

sábado, 28 de fevereiro de 2015

Um País (Portugal) não é uma colónia. O nosso cronista "Olho Vivo e Pé Ligeiro" diz de sua justiça e debate este tema. O que é verdade é que se anda a vender a qualquer preço!........



Um País (Portugal) não é uma colónia. 
O nosso cronista "Olho Vivo e Pé Ligeiro" diz de sua justiça e debate este tema. 
O que é verdade é que se anda a vender a qualquer preço!........

UM PAIS NÃO É UMA COLÓNIA

Actualmente o nosso País passou a ser escrito com letra pequena: portugal.

Uma pequena parcela de território mais umas pendurezas chamadas ilhas.

Os nossos governantes, dos últimos anos, conseguiram vender o País sem que os seus habitantes, os indígenas, dessem autorização. Aos poucos e sem respeitar a soberania foram-se vendendo (pelos partidos que estiveram na governação) a retalho e por grosso, tudo. Moeda, empresas, consciências …

A história começou com a CEE e a nossa entrada e a seguir com uns tratados que os representantes assinaram sem os colocarem à nossa consideração.

Com o último tratado, o de Lisboa, lá se foi mais uma parcela. Até o orçamento do País terá que ter os améns da  Europa, leia-se Alemanha. Então e os votos? E a Assembleia?  E as nossas leis?


Porque não tenhamos dúvidas. Tal como a Europa está é a Alemanha quem manda e os restantes obedecem. A introdução do Euro só veio beneficiar os países com excedentes. Não tenho nada contra a Alemanha. Eles aproveitam-se e não são parvos.


O resultado hoje é claro. Os países pequenos e deficitários, porque nunca conseguiram o mais pequeno grau de desenvolvimento face aos restantes, dia a dia vão ficando mais endividados e não há saída para isso.É a lei do mais forte.

Mas o erro maior foi a concepção política que trouxe a Europa ao que ela é hoje.

O grupo dos grandes financeiros resolveram ir produzir (com as suas multinacionais) para o oriente. Contribuíram para o desaparecimento da classe operária primeiro e agora da classe média, As máquinas de propaganda (os jornais e as tvs) são um retrato vivo ao serviço de quem estão.
25 de Abril para sempre? Qual para sempre, qual carapuça!. Foi um fogacho já bem esquecido

O 25 de Abril em Portugal foi um último fogacho – já devidamente apagado – do que poderia ser viver em democracia com o povo a mandar.

Rapidamente quem veio a seguir foi paulatinamente apagando da memória a palavra liberdade. Começaram as desnacionalizações. Eram coisas de “comunas”! – Diziam.

Acontece que acabaram por vender à Republica Popular da China uma das maiores empresas. Quer dizer: uma coisa nacionalizada era um pecado. Mas não é pecado vender a um país comunista! Vá-se lá entender esta lógica.

O grande erro desta europa é não saber o que quer para além de ser dirigida pelos grupos financeiros autênticos predadores, pior que os abutres! Dão umas migalhas aos “servidores” e comem tudo.

Ao terem desviado a indústria para o oriente, vão acabar comidos por eles. É uma questão de tempo. É a lei do capital: o peixe maior come o mais pequeno!

É claro que os financeiros não se importam nada com isso visto poderem circular com o capital por todo o lado. Se não estiverem bem na Suíça, vão para as Caraíbas ou para a América Latina. Haverá sempre por esse mundo algum Paulinho das Feiras a vender vistos Gold baratos a quem tenha muito dinheiro, seja lavado ou por lavar.

A pergunta que se põe é: há solução para isto? A resposta é sim.
A dificuldade é como. A utopia é o nosso amanhã e o tempo tudo apaga.
Pode ser que não seja amanhã, pode ser que não seja para já, mas um dia esse dia virá.
  
"Olho Vivo e Pé Ligeiro"
Lisboa. 2015. Fevereiro. 27 

2 comentários:

Anónimo disse...

É assim a nossa realidade
Carlos Silva

luis pessoa disse...

Assim é, mas não só.
A CEE/UE meteu cá muitos milhares de milhões para desenvolvimento, que os políticos "usaram" da pior forma, com Cavaco à frente!
Lembram-se do alcatrão? Das auto-estradas paralelas a poucos quilómetros de distância? Lembram-se de recebimentos de milhões para abater barcos de pesca e destruir culturas? Lembram-se dos milhões para formação profissional que até o nosso actual primeiro meteu ao bolso com o amigo Relvas?
A venda da nossa soberania e das nossas empresas têm rostos e nomes a que deveriam corresponder números de celas prisionais, mas vivem em palácios e continuam a comer do orçamento do Estado!
Temos o que merecemos?
Quem quiser que responda!

Obrigado Pela Sua Visita !