BANCADA DIRECTA: Não há duvida de que as palavras foram proferidas e levaram no engano portugueses que foram à ruína com a falência do BES.. Agora andar a dizer que se limitou a repetir as indicações do Banco de Portugal não abona a sua credibilidade perante a Nação.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Não há duvida de que as palavras foram proferidas e levaram no engano portugueses que foram à ruína com a falência do BES.. Agora andar a dizer que se limitou a repetir as indicações do Banco de Portugal não abona a sua credibilidade perante a Nação.


Não há duvida de que as palavras foram proferidas e levaram no engano portugueses que foram à ruína com a falência do BES. 
Agora andar a dizer que se limitou a repetir as indicações do Banco de Portugal não abona a sua credibilidade perante a Nação.


«Nada o impedia de reconhecer que vira Salgado e de lembrar cordatamente o seu dever de reserva. (...) 

Mas Cavaco, que sempre foi vingativo e provinciano, não ficou pela solução mais lógica e acrescentou muito excitado que nunca comentara a situação do BES, tinha citado simplesmente a opinião do Banco de Portugal sobre o BES. (...) 

Ora, como o país logo concluiu, o Presidente da República não citaria a opinião do Banco, se não concordasse com ela. E, como o Banco se enganara, isto levou à ruína uns milhares de accionistas e depositantes do BES, que acreditavam na autoridade e no bom senso do dr. Cavaco. (...) 


O dr. Cavaco exibe a cada passo, até nos mais pequenos pormenores, a sua incapacidade para o cargo em que infelizmente o puseram. 

Este incidente não é uma gaffe inócua e desculpável, é uma intervenção profunda na vida material do país, agravada por uma fuga desordenada à franqueza e à verdade política. 

O sr. Presidente da República devia daqui em diante observar um silêncio penitente e total, com o fim meritório de não assanhar a crise que ele consentiu e em parte criou.»


VPV. Esquerda.net

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