BANCADA DIRECTA: E quando se fala em acabar com esta austeridade e quando se quer terminar com esta demoníaca corrupção por esta velha Europa logo as vozes interessadas em manter os seus privilégios começam a gritar desalmadamente e chamam a estas novas atitudes “os irresponsáveis sem objectivos”. Por outras palavras: O Syriza é o espectro negativo desta Grécia que quer mudar a Europa dos vilões

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

E quando se fala em acabar com esta austeridade e quando se quer terminar com esta demoníaca corrupção por esta velha Europa logo as vozes interessadas em manter os seus privilégios começam a gritar desalmadamente e chamam a estas novas atitudes “os irresponsáveis sem objectivos”. Por outras palavras: O Syriza é o espectro negativo desta Grécia que quer mudar a Europa dos vilões


Quando se fala em acabar com esta austeridade e quando se quer terminar com esta demoníaca corrupção por esta velha Europa logo as vozes interessadas em manter os seus privilégios começam a gritar desalmadamente e chamam a estas novas atitudes “os irresponsáveis sem objectivos”. 
Por outras palavras: O Syriza é o espectro negativo desta Grécia que quer mudar a Europa dos vilõe

 Anda um espectro pela Europa — 


O espectro do Syriza 

Todos os poderes da velha Europa se aliaram para uma santa caçada a este espectro, a srª Merkel, o Sr Shauble, o Sr presidente do Eurogrupo, Jeroen Dijsselbloem, polícias alemães e até o moço de recados, Passos Coelho que pôs logo a descoberto o que lhe ia na alma sem se informar previamente em Berlim que não queria abrir o jogo todo, de bandeja. 

 Deste facto concluem-se duas coisas. O Syriza já é reconhecido por todos os poderes europeus como um poder, menos por Belém e S. Bento. 
Sem esquecer que a Grécia como, em geral, qualquer país, encerra duas Grécias - a dos multimilionários, a da grande corrupção, a da brutal desigualdade, a dos BNP/SLN a dos BES/GES, a dos BPP, a dos BCP - e a outra Grécia, a da esmagadora maioria do povo grego que, agora com o Syriza, espreita pela estreita frincha da solidariedade e da justiça social e não quer pagar as favas que os banqueiros e seus partidos lhes prepararam

2 comentários:

luis pessoa disse...

Felizmente não somos a Grécia!
E não somos porque não temos o Syriza!
Só temos a outra parte, a corrupção, os multimilionários, os criminosos da banca, os inquilinos de Belém e de S. Bento e afins!

Adriano Ribeiro disse...

Tal e qual
Abraço
Adriano Rui Ribeiro

Obrigado Pela Sua Visita !