BANCADA DIRECTA: Pelos hospitais deste país, a morte ronda os serviços de urgencia por um revoltante atraso no atendimento de doentes com situações graves. É o resultado de uma politica de cortes no Serviço Nacional de Saúde e que já se anteviam estas situações

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Pelos hospitais deste país, a morte ronda os serviços de urgencia por um revoltante atraso no atendimento de doentes com situações graves. É o resultado de uma politica de cortes no Serviço Nacional de Saúde e que já se anteviam estas situações

Pelos hospitais deste país, a morte ronda os serviços de urgencia por um revoltante atraso no atendimento de doentes com situações graves. É o resultado de uma politica de cortes no Serviço Nacional de Saúde e que já se anteviam estas situações 

O ministro Paulo Macedo não será o unico responsavel, mas toda esta revoltante politica de austeridade com revoltantes cortes cegos e que afecta todos os portugueses 

 Mais tarde ou mais cedo o país iria conhecer as consequências das políticas de Paulo Macedo e durante o último mês temos assistido a casos sistemáticos de mortes de doentes que esperaram horas sem serem atendidos nas urgências hospitalares do SNS. 
Paulo Macedo tem-se desdobrado em manobras para não assumir a responsabilidade política por estas situações. A última desculpa dada foi pela administração do Hospital Garcia da Horta que desvalorizou uma morte com o argumento de que com tratamento ou sem tratamento o doente morreu na mesma. 

Isto é, a dignidade no último momento da vida de uma cidadão é algo não assiste a esta gente que obedece a Paulo Macedo. Quando é que se assume a responsabilidade política por tanta gente morta sem tratamento e sem que a sua dignidade tenha sido respeitada? 
«Maria Vitória Moreira Forte morreu esta madrugada nas urgências do Hospital Garcia de Orta (Almada), onde, segundo a família, deu entrada ontem, pelas 11.00 horas, vindo a ser vista por um médico "apenas cerca das 20.15". 

O filho, João Carlos Silveira, afirma-se "indignado" com a forma como a mãe "foi deixada ao abandono numa maca de um corredor sem comer". A idosa foi triada assim que entrou na unidade de saúde, ficando com pulseira amarela. Recorde-se que em menos de uma semana esta é a segunda morte nas urgências do Hospital Garcia de Orta. 

A primeira ocorreu há oito dias e a investigação feita pelo hospital já assegurou que não havia nada a fazer do ponto de vista clínico, uma vez que o doente "padecia de uma doença grave, com vários dias de evolução e o seu agravamento súbito, pelo caráter fulminante".» [DN]

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