BANCADA DIRECTA: Cronica de um encerramento já anunciado. Açores também é Portugal e o desemprego vai afectar muitas famílias que viviam daqueles que trabalhavam na Base Aérea das Lages na Terceira

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Cronica de um encerramento já anunciado. Açores também é Portugal e o desemprego vai afectar muitas famílias que viviam daqueles que trabalhavam na Base Aérea das Lages na Terceira

Cronica de um encerramento já anunciado. 
Açores também é Portugal e o desemprego vai afectar muitas famílias que viviam daqueles que trabalhavam na Base Aérea das Lages na Ilha Terceira 

A historia deste encerramento da Base Aérea norte americana das Lages na Ilha Terceira ainda ninguém sabe como vai acabar e ,certo, certo, é que vão para o desemprego 500 trabalhadores açorianos. 

Os motivos deste encerramento já foram suficientemente explicados pelos americanos, especialmente com o fundamento de uma reestruturação profunda das bases aéreas norte americanas por toda esta Europa. 
Esta reestruturação implica que nesta base açoriana sejam dispensados 985 militares e civis e que resulta numa poupança de 30 milhões de Euros. Ainda é de notar que os americanos vão devolver aos países as respectivas instalações militares e neste caso estão Portugal, Alemanha, Belgica Holanda, Inglaterra e Italia. 

Um facto saliente foi explicado pelo embaixador americano Lisboa que disse que as estruturas das bases teriam de ser alteradas devido às novas tecnologias dos aviões modernos e ainda que na Base açoriana só aterravam em media dois aviões por dia. 

Concretamente houve uma redução na economia local terceirense a partir de 2013, altura em que se soube que as comissões de serviço dos militares norte americanos iriam ser reduzidas para metade, isto é, de 24 para 12 meses. Acresce a este facto é que esses militares deixaram de poder trazer as suas familias. O sector mais afectado foi a restauração 
" Conhecida a vontade de transformar as Lajes numa bomba de gasolina, o Governo português expressou em comunicado o seu "forte desagrado" pela "decisão unilateral da administração norte-americana" e prometeu uma "análise detalhada de todas as suas possíveis implicações". "Seria prejudicial para as nossas relações bilaterais que Portugal não tivesse um resultado positivo neste longo e complexo processo.

Nesta altura, os cerca de 900 trabalhadores portugueses nas Lajes desconhecem quem estará, afinal, na lista dos 500 a despedir. "Sentimo-nos traídos por uma relação de 70 anos, que foi genuína e em que os terceirenses sempre deram o seu melhor", disse o presidente da Comissão Representativa dos Trabalhadores portugueses na Base das Lajes. 

Enfim mais uma machadada no modo de viver dos açorianos. 

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