BANCADA DIRECTA: Fragmentos e Opiniões no Bancada Directa. O jornalista Fernando Correia escreve sobre a esperança a partir da eleição da Antonio Costa para Secretário Geral do Partido Socialista. Mas há que promover as mudanças necessárias.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Fragmentos e Opiniões no Bancada Directa. O jornalista Fernando Correia escreve sobre a esperança a partir da eleição da Antonio Costa para Secretário Geral do Partido Socialista. Mas há que promover as mudanças necessárias.

Fragmentos e Opiniões no Bancada Directa.
O jornalista Fernando Correia escreve sobre a esperança a partir da eleição da Antonio Costa para Secretário Geral do Partido Socialista.
Mas há que promover as mudanças necessárias.

De Costa a Costa

Antonio Costa é o queria ser e tem direito a ser: Secretário Geral do Partido Socialista!

Nada a dizer portanto, a não ser que o Partido Socialista abriu o seu Congresso a outras pessoas que se identificam com o Partido, sem serem militantes, deixando bem à vista que a abragencia politica é algo de muito desejável ( e necessário) ao PS, na visão de Antonio Costa.

Depois do inseguro mandato de Antonio José Seguro, apenas Francisco Assis prometeu alguma luta de ideias ao novo Secretário Geral, deixando perceber que alianças à esquerda não são com ele, o que pode ferir, até, o seu posicionamento politico.

Talvez se sentisse melhor noutro partido politico que, no momento dificil que os portugueses atravessam, se identificasse mais com uma politica de direita que tem sido praticada. Mas não deixa de ser uma posição democratica, pelo que deve ser respeitada, embora sujeitas a criticas como aquela que aqui se expressa.

A verdade é que Antonio Costa sabe perfeitamente que não ganha as eleições e não consegue maioria absoluta se não convencer os portugueses de que as coisas, na verdade, irão mudar e só o consegue fazer com alianças à esquerda, como é bom de ver, ou com Partidos a formar, ou recentemente formados, que sejam alternativa válidas ao leque actual de Partidos convencionais. Ou seja: novos Partidos que na esquerda não pareçam deslocados

Também conseguiu Antonio Costa, sem apagar a historia, dizer aos seus eleitores que José Socrates não conta para as contas do PS, sem que primeiro se esclareça o que de facto se passou no processo em que é previamente acusado.

Por outro lado, Carlos César é o novo Presidente do PS, sucedendo a Maria de Belém Roseira, o que significa a injecção de novas forças e de novos elementos no seio do Partido que seriam necessários e desejaveis nesta aparente mudança
Num país que vê a sua independencia ignorada, com o Governo a desprezar por completo a data de 1 de Dezembro: num país com fome, miséria e desemprego; num país com submarinos alemães, Duarte Lima, vistos Gold, BPN, BES e muitos outros casos por deslindar (ou já deslindados) é evidente que esta vitoria de Antonio Costa é uma esperança renovada no futuro de Portugal.

Mas, atenção, que o povo precisa de acreditar e de perceber muito bem quais são as verdadeioras intenções de quem vem lá

Fernando Correia
Fernando Correia escreve no “Jornal Daqui” do Concelho de Mafra

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