BANCADA DIRECTA: Tudo em nome da sua honra. A de Pedro Passos Coelho. A honra como um novo elemento lançado para uma campanha eleitoral intensa que se observa nas hostes do Governo e dos partidos da maioria. Tudo em nome da sua . Mesmo que algumas destas adstritas personagens não saibam o que é honra e nem ética politica.

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Tudo em nome da sua honra. A de Pedro Passos Coelho. A honra como um novo elemento lançado para uma campanha eleitoral intensa que se observa nas hostes do Governo e dos partidos da maioria. Tudo em nome da sua . Mesmo que algumas destas adstritas personagens não saibam o que é honra e nem ética politica.

Tudo em nome da sua honra. A de Pedro Passos Coelho.
A honra como um novo elemento lançado para uma campanha eleitoral intensa que se observa nas hostes do Governo e dos partidos da maioria.
Tudo em nomme da honra.
Mesmo que algumas destas adstritas personagens não saibam o que é honra e nem ética politica.

É sempre difícil saber como se mede a honra em pessoas da estirpe de Passos Coelho, que fazem da mentira e das meias verdades modo de vida.

Anteontem, numa qualquer sessão de propaganda em Lisboa, o líder do PSD garantia que para ele é ponto de honra tirar Portugal do défice excessivo em 2015 (abaixo de 3%) No mesmo dia, Bruxelas asegurava que o défice português será de 3,3%. Se as previsões de Bruxelas estiverem certas, temos fortes razões para nos preocuparmos.
Lá para a Primavera, vem aí um orçamento rectificativo que nos deixa de pantanas porque, para salvar a honra, Passos Coelho não hesitará em impor mais sacrifícios aos portugueses em ano eleitoral, mesmo que isso ameace a sua reeleição.

Outra hipótese é Passos exigir, à agradavel no aspecto visual ministra das finanças que martele as contas e as desvirtue para esconder o défice. Algo que não é novo e agrada a ambos. Se, mesmo asim, perder as eleições, quem vier a seguir que se amanhe.

Há ainda uma terceira hipótese, mais optimista. Como ninguém sabe - nem ele próprio- onde Passos Coelho escondeu a honra, pode ser que se marimbe no défice e, durante a campanha eleitoral, encontre desculpas esfarrapadas para justificar o falhanço nas metas que se propôs atingir.

O TC pode ser, uma vez mais, o alibi perfeito, pois é quase certo que algumas das medidas do OE 2015 serão chumbadas. Nesse caso, só pagaremos os desvarios de Passos Coelho em 2016.

 Com língua de palmo pois, se vier a ser reeleito ( o que é impensável nesta altura para os portugueses), o líder do PSD será implacável.

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