BANCADA DIRECTA: Tão magrinho que ele era. Mas naquele tempo fazia gala em trabalhar com números reais. Nos dias de hoje encheu as peles e as carnes, portanto vê-se que engordou e especializou-se em trabalhar com números que não correspondem à realidade. São os números do desemprego que estão em causa, que todos contestam e o Governo embandeira em arco. Se não há crescimento económico como é que se podem criar empregos?

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Tão magrinho que ele era. Mas naquele tempo fazia gala em trabalhar com números reais. Nos dias de hoje encheu as peles e as carnes, portanto vê-se que engordou e especializou-se em trabalhar com números que não correspondem à realidade. São os números do desemprego que estão em causa, que todos contestam e o Governo embandeira em arco. Se não há crescimento económico como é que se podem criar empregos?

Tão magrinho que ele era.
Mas naquele tempo fazia gala em trabalhar com números reais.
Nos dias de hoje encheu as peles e as carnes, portanto vê-se que engordou e especializou-se em trabalhar com números que não correspondem à realidade.
São os números do desemprego que estão em causa, que todos contestam e o Governo embandeira em arco.
Se não há crescimento económico como é que se podem criar empregos?

Falamos de um Governo que refinou na criação de uma austeridade cruel para com os portugueses e foi um mestre na destruição de empresas e emprego, que produziu um desespero tal que expulsou mais de 300 mil portugueses que emigraram para fora da taxa de desemprego, fez o mesmo a mais 59158, que também varreu das mesmas estatísticas obrigando-os a trabalhar em organismos públicos sem direito a salário ou a férias para poderem receber o subsídio de desemprego conquistado através dos seus próprios descontos.

Numa bela manhã deste Outono mandou o seu ministro do desemprego à rádio pública comunicar a sua fantástica descoberta: as descidas na taxa de desemprego dos últimos meses fazem do caso português uma excepção que conseguiu contrariar os manuais de economia que dizem que só há criação de emprego quando a taxa de crescimento está acima dos 2% ao ano.

Essa bela manhã de Outono foi ontem.
Ao número mediático não faltou sequer o especialista do costume, recrutado numa das Universidades do costume, a do Porto, para aparecer no noticiário logo a seguir a dar toda a razão ao senhor Ministro em vez de lhe explicar que aquilo que acabava de afirmar não correpondia à realidade e que a taxa de desemprego não tem baixado devido à criação de emprego e sim devido ao que se lê acima, mais 126 milhões utilizados para desviar dezenas de milhar de pessoas das estatísticas do desemprego para cursos de formação sobre o empreendedorismo da pipoca, mais 263 mil trabalhadores que contra a sua vontade não encontram um trabalho a tempo inteiro, entre outras batotas.

Para aparecerem na rádio e na televisão, estes “especialistas” dos nossos dias perdem toda a credibilidade junto das populações.

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