BANCADA DIRECTA: Marco António Costa, o pequeno imperador do PSD anda preocupado com as bases do seu Partido e anda num trabalho de pedincha para compreenderem este OE2015 injusto e ficticio nas intenções. Para isto o “irrevogavel” não vislumbra "assombrações orçamentais"!

domingo, 2 de novembro de 2014

Marco António Costa, o pequeno imperador do PSD anda preocupado com as bases do seu Partido e anda num trabalho de pedincha para compreenderem este OE2015 injusto e ficticio nas intenções. Para isto o “irrevogavel” não vislumbra "assombrações orçamentais"!

Marco António Costa, o pequeno imperador do PSD anda preocupado com as bases do seu Partido e anda num trabalho de pedincha para compreenderem este OE2015 injusto e ficticio nas intenções.
Para isto o “irrevogavel” não vislumbra "assombrações orçamentais"!

Pobre Marco António quer um suplemento de alma para um partido cuja alma irá para o inferno nas próximas eleições legislativas.
O estado do PSD é tão mau que o governo já gasta o dinheiro dos contribuintes a fazer um road-show destinado a convencer os militantes da bondade de um OE2015 mal feito, que sobrecarrega a austeridade e que goza com os portugueses.

Mobilizar o partido e dar-lhe o suplemento de alma para que possa defender as políticas do governo no país, a caminho das legislativas de 2015, são a razão de ser da carta que o vice-presidente coordenador do PSD, enviou ontem às distritais laranja.

Na missiva, a que o DN teve acesso, Marco António Costa pede para passarem a mensagem de que "Portugal está em boas mãos" e que "voltar para trás seria um desastre nacional".
Que alegria meu Deus! Lá me apareceu um ministro pequenino com a sua fiscalidade verde, para me arranjar mais impostos

Nesta carta - que precede o rood show de ministros a explicar às distritais do PSD o Orçamento do Estado para o próximo ano -, Marco António Costa frisa que é preciso que os portugueses percebam através da "ação política e partidária no terreno as sólidas e concretas perspetivas positivas que este OE2015 apresenta e as conquistas coletivas que fizemos para fugir à bancarrota".»

Fonte DN

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