BANCADA DIRECTA: Fragmentos e Opiniões no Bancada Directa. O jornalista nosso amigo Fernando Correia diz de sua justiça e fala-nos de um tema intitulado: da idade da pedra até à idade do “Gold”

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Fragmentos e Opiniões no Bancada Directa. O jornalista nosso amigo Fernando Correia diz de sua justiça e fala-nos de um tema intitulado: da idade da pedra até à idade do “Gold”

Fragmentos e Opiniões no Bancada Directa.
O jornalista nosso amigo Fernando Correia diz de sua justiça e fala-nos de um tema intitulado: da idade da pedra até à idade do “Gold”

Paulo Portas, vice-primeiro ministro do Governo mais desgorvenado do dos ultimos anos em Portugal, copiou a matéria surgida noutras latitudes

Que até nem seria má, desde que bem executada: vistos “gold”, para quem investisse dinheiro no nosso país, criando empresas e postos de trabalho.

Ou seja: investindo em Portugal, no sentido de melhorar a nossa economia. Os vistos “gold” significavam e traduziam facilidades na obtenção de residencia, oficialmente autorizada, e morada certa. Que bom! Ou que bom para todos, anunciava-se.
Só que apenas foi bom para alguns. Porquê? Ora, porque vendo bem a coisa, os vistos traziam “luvas” à mistura, no sentido de alguns mandantes pouco ou nada escrupulosos, receberem dinheiro “grande”, ao que dizem, para agilizarem os tais vistos. Eles eram chineses.

Eles eram angolanos. Eles eram indianos. Eles eram de outros povos e raças. Desde que tivessem dinheiro. E eles eram também os de poucos escrupulos que, por cá, davam noticia da sua forma de intrepertar a nova Lei. E não se pense que se tratava de gente com pouco significado politico ou administrativo. Nada disso. Era gente da “alta”, porque é da “alta” que chegam estas noticias.

O juiz Carlos Alexandre ouviu o que tinham para explicar os mandantes da fraude e ordenou-lhes medidas de coação (a alguns deles) que não foram nada protectoras dos superiores “interesses da Nação”. Ainda bem que a Justiça é independente do poder politico.

Num Estado de Direito, a idade da pedra não pode confundida com a idade dos vistos “Gold”

Digam o que disserem.

Fernando Correia
Fernando Correia escreve no “Jornal Daqui” do Concelho de Mafra

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