BANCADA DIRECTA: É preciso fugir à realidade e agora assumirem que a classe média foi a grande sacrificada com o aumento de impostos. É a campanha eleitoral dos laranjinhas em pleno para as Legislativas.

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

É preciso fugir à realidade e agora assumirem que a classe média foi a grande sacrificada com o aumento de impostos. É a campanha eleitoral dos laranjinhas em pleno para as Legislativas.

É preciso fugir à realidade e agora assumirem que a classe média foi a grande sacrificada com o aumento de impostos.
É a campanha eleitoral dos laranjinhas em pleno para as Legislativas.

No tempo em que Passos Coelho cumprimentava a troika com vénias e defendia que se deveria ir além da troika acusava os portugueses de terem vivido acima das suas necessidades, as medidas de política económicas eram apresentadas como uma penalização merecida e ao fazer incidir essas medidas sobre a classe média, os mais pobres e, em especial, sobe os pensionistas e os funcionários públicos Passos Coelho dizia quem tinha consumido acima das suas possibilidades.

Com esta fundamentação da política económica a prioridade deixou de ser as gorduras do Estado pois estas boas despesas no sentido de que não se tratando de salários e pensões são receitas paras as empresas que gravitam à volta do OE. A prioridade era aumentar os impostos sobre o trabalho e cortar brutalmente os rendimentos dos funcionários e pensionistas.
No caso dos funcionários usaram-se todos os meios para os penalizar, aumento do IRS, aumento de todas as contribuições, corte dos vencimentos e aumento do horário de trabalho sem qualquer contrapartida remuneratória.

Agora a ministra fez uma pequena correcção do discurso ideológico adaptando-o ao período eleitoral que foi desencadeado com o road show de Passos Coelho no PSD e do Cavaco pelo Alentejo.

Segundo a ministra os únicos atingidos foram a classe média porque não havia mais ninguém a quem ir buscar o dinheiro. Como é óbvio a ministra não só revela ignorância não sabendo muito bem o que é a classe média como também mente, mas nem a ignorância, nem a mentira são atributos novos nesta senhora.

Contribuições
Ministra assume o sacrifício da classe média

«Com o Orçamento de Estado para 2015 quem acaba por sair sacrificado é a classe média, afirmou esta terça-feira a ministra das Finanças Maria Luís Albuquerque, no âmbito de um almoço no American Club em Lisboa.

A ministra declarou que o governo tem como principal preocupação “proteger quem tem menos”, mas que “não há muitos ricos em Portugal”. “A classe média acaba por ser a grande sacrificada, porque se procura sempre proteger quem tem menos recursos e porque, infelizmente, ricos temos poucos.
Se tivéssemos mais, facilitaria, mas em Portugal, de facto, não há muitos”, disse a ministra, citada pela TSF, em resposta a uma questão da audiência sobre o motivo que faz com que a classe média seja “tão sacrificada” quando “os interesses não o são e até aumentam os preços” da EDP e da Lusoponte.» Fonte: Observador

Sem comentários:

Obrigado Pela Sua Visita !