BANCADA DIRECTA: A quem servem estas confusões lançadas por jornalistas afectos a uma Direita perniciosa?

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

A quem servem estas confusões lançadas por jornalistas afectos a uma Direita perniciosa?

A quem servem estas confusões lançadas por jornalistas afectos a uma Direita perniciosa?

É confrangedor ver a ligeireza com que jornalistas e comentadores televisivos de direita (passe o pleonasmo…) manipulam os factos nas suas análises. Nem digo que seja sempre má fé; muitas vezes é pura ignorância.

Não têm conta as considerações que já ouvi sobre o alegado embaraço que a corrente situação política provoca ao líder parlamentar do PS, Ferro Rodrigues, considerado próximo e até colaborador dos governos de Sócrates. Ora vão lá estudar a história, criaturas. Ferro Rodrigues foi ministro nos governos de Guterres (XIII e XIV) e não nos de Sócrates.

Da sua acção – e sou insuspeito de qualquer simpatia política por tais governos – retenho uma imagem de decência e de capacidade de diálogo à esquerda que os seus sucessores nunca tiveram.
Foi o líder do PS antes de Sócrates e não merecia as circunstâncias em que foi substituído por este. Por isso, parem lá com as telenovelas e ajeitem a “narrativa”.

Sobre Ferro Rodrigues

Activista do movimento associativo universitário, Eduardo Ferro Rodrigues envolveu-se, desde jovem, em movimentos de oposição à ditadura, tendo então sido detido pela polícia política.

Em 1974, foi um dos fundadores do MES (Movimento de Esquerda Socialista), um grupo político que desempenhou um relevante papel no período subsequente à revolução democrática do 25 de Abril.

 Em 1986, ingressou no PS. Foi eleito deputado à Assembleia da República portuguesa nas IV, V, VI, VII, VIII, IX e X legislaturas. Após as eleições legislativas de 1995, em que os socialistas saíram vitoriosos,

Ferro Rodrigues desempenhou funções como Ministro do Trabalho e Solidariedade (1995-2001). (Governo de Antonio Guterres) Viria a também desempenhar funções como Ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações (2001-2002). (Governo de Antonio Guterres) Em 2002, foi eleito Secretário-Geral do PS, na sequência da demissão de António Guterres.

Nas eleições legislativas de 2002, o PS, dirigido por Ferro Rodrigues, obteve 37.8%, para 40.1% do PSD, partido que formou governo. Em Junho de 2003, sob a sua direcção, o PS obteve o seu melhor resultado de sempre em eleições para o Parlamento Europeu (44.5% para 33.3% do PSD).

A 18 de Junho de 2003 foi agraciado com a Grã-Cruz da Ordem de Mayo al Mérito da Argentina.3 Em 9 de Julho de 2004, na sequência da crise política provocada decisão do presidente Jorge Sampaio de nomear um novo governo sob a liderança do PSD, após o afastamento de Durão Barroso do cargo de primeiro-ministro, Ferro Rodrigues afastou-se da liderança do PS.

A partir de 2005, assumiu funções como embaixador representante permanente de Portugal junto da OCDE em Paris. Em Abril de 2011, abandonou o cargo para ser candidato pelo PS às eleições legislativas em Portugal. É Vice-Presidente da Assembleia da República.

Em Janeiro de 2014 aposentou-se com uma pensão a uma pensão de 3.399,36 euros mensais4

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