BANCADA DIRECTA: Vêm por aí as “Historias do Noninoni" numa epopeia colectiva de escritores policiais modelados pelo “sistema fidalgote” que os ficciona no dia a dia e a que Bancada Directa dá expressão.

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Vêm por aí as “Historias do Noninoni" numa epopeia colectiva de escritores policiais modelados pelo “sistema fidalgote” que os ficciona no dia a dia e a que Bancada Directa dá expressão.

Vêm por aí as “Historias do Noninoni" numa epopeia colectiva de escritores policiais modelados pelo “sistema fidalgote” que os ficciona no dia a dia e a que Bancada Directa dá expressão.
Ora vamos lá começar pelo texto de apresentação ideária do coordenador A. Raposo & Lena.

UMA PROPOSTA HONESTA

Aproxima-se o Natal. (Dlim, dlom) Estava agora mesmo a pensar numa prenda para lhe oferecer. Mas, a vida está pela hora da morte e o País um fio-dental. Cogito ergo sum – melhor: Dubito, ergo cogito,ergo sum. Tradução livre: Duvido que o Sporting ganhe o campeonato.

Resumindo e abreviando: pensei que podíamos juntar de novo a equipa vencedora das histórias policiarias escritas a várias mãos, deste vez reforçada com a presença dos grandes escritores da Fonte Boa da Brincosa: Bufalos Associados, de quem estamos batendo à porta.(toc,toc).
Apresentamos aos leitores do Bancada Directa o coordenador das "Historias do Naninoni"

E qual irá ser o tema base? Será o “ Naninoni “ ( ruído feito pelas ambulâncias e reproduzido pelas crianças). Ver anexo o número “zero” da história, já pronta para ser editada, da nossa autoria.

Pois o nosso tema-base será uma ambulância (serve as do 112) e uma deslocação a um local de crime, acidente, vendaval, tufão, à vossa escolha. Convém meter pelo meio a sempre oportuna crítica social.
É uma possibilidade de acontecer. Mas como diz o coordenador doi ao principio mas depois a dor passa

Uma pitada de humor e um cheirinho de crítica à política. Uma chicotada nas instituições é sempre bem vinda. Os personagens serão à vontade do freguês. Não se aceita português vernáculo nem ofensas aos antepassados. Um crime é bem acolhido. Um roubo ou até uma facada nas costas, porque dói mas depois passa.

Um abraço
A. Raposo & Lena

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