BANCADA DIRECTA: O Estado Islamico na verdade apresenta um grande poder económico e humano para a guerra a que se impôs.Mas não nos podemos esquecer que isto só é possível graças a bons financiadores e a uma boa organização estrutural nos países de recrutamento de elementos humanos.. Quanto a dinheiro ele veio todo da Arábia Saudita.

domingo, 26 de outubro de 2014

O Estado Islamico na verdade apresenta um grande poder económico e humano para a guerra a que se impôs.Mas não nos podemos esquecer que isto só é possível graças a bons financiadores e a uma boa organização estrutural nos países de recrutamento de elementos humanos.. Quanto a dinheiro ele veio todo da Arábia Saudita.

O Estado Islamico na verdade apresenta um grande poder económico e humano para a guerra a que se impôs.
Mas não nos podemos esquecer que isto só é possível graças a bons financiadores e a uma boa organização estrutural nos paíseas de recrutamento de elementos humanos..
Quanto a dinheiro ele veio todo da Arábia Saudita.

A Arábia Saudita, os petrodólares e o terrorismo
Principe Alwaleed bin Talal

Alwaleed bin Talal, um empresário multimilionário e membro da casa real da Arábia Saudita, confirmou que o país financiou o Estado Islâmico (EI) para ajudar a combater e derrotar o Governo da Síria. A reiterada cumplicidade da obscura ditadura nos actos de terrorismo islâmico goza de surpreendente impunidade.

Não vale a pena referir o suspeito do costume porque são muitos os países manchados de sangue e petróleo. Certo é o apoio do grande produtor de petróleo a todos os desmandos pios da falhada civilização árabe, que se agarra à fé como náufrago à única tábua.

E, mais surpreendente ainda, é a cumplicidade de países que procriaram evangelizadores, cruzados e inquisidores de que se envergonham.

Surpreende-me que países, com massa crítica e instituições democráticas, se precipitem em aventuras patrocinadas por uma família medieval que dá o nome e é proprietária de um país. A mais sórdida teocracia, onde se situam Medina e Meca, locais que atraem os crentes islâmicos, como o mel às moscas, goza da proteção do mundo civilizado.

A Europa e os EUA continuam a ter como aliado o país medieval onde germina a mais demente interpretação do mais primário dos monoteísmos.

Apesar de sofrerem, dentro das fronteiras, a demência mística, que alicia jovens, e ataques terroristas, que lançam o medo e a morte nos seus cidadãos, há uma pulsão suicida anestesiada pelo petróleo.
A ausência de quaisquer liberdades, direitos ou garantias, a mais infame misoginia e o despotismo patriarcal são apanágio da sociedade arcaica da santuário teológico do mais perverso islamismo.

Até quando a Arábia Saudita será um «país amigo»?

Bancada Directa / Ponte Europa / Dr. José Carlos Esperança

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