BANCADA DIRECTA: Mas que raio de sorte a nossa, para termos de aguentar com um primeiro ministro desta qualidade e teimoso qb. É que não consegue ver que o seu Governo está esgotado e a não querer antecipar da sua parte o acto eleitoral ainda o vai prejudicar mais. A si e ao seu Partido

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Mas que raio de sorte a nossa, para termos de aguentar com um primeiro ministro desta qualidade e teimoso qb. É que não consegue ver que o seu Governo está esgotado e a não querer antecipar da sua parte o acto eleitoral ainda o vai prejudicar mais. A si e ao seu Partido

Mas que raio de sorte a nossa, para termos de aguentar com um primeiro ministro desta qualidade e teimoso qb.
É que não consegue ver que o seu Governo está esgotado e a não querer antecipar da sua parte o acto eleitoral ainda o vai prejudicar mais.
A si e ao seu Partido

Pedro Passos Coelho, alegado primeiro-ministro, cargo de que usufrui as prerrogativas e benefícios, incapaz de autocrítica, ameaçou o país com a recusa de antecipar as eleições legislativas, assustando os portugueses com mais um ano a rebolar-se no exaurido pote.

Não estão em causa os prazos constitucionais, mas as instituições, a agonia do regime e a decadência ética do Governo que fez de Portugal um laboratório de experiências mal sucedidas, com o caos na Justiça, a Educação e Ciência em colapso e a desconfiança nos governantes igual à que Passos Coelho adicionou com as peripécias da Tecnoforma. A antecipação de eleições depende da vontade do Governo ou da decisão do PR, sendo a última uma improbabilidade e a primeira a única decisão certamente irrevogável.

Passos Coelho corre para o abismo, sabendo que não tem soluções e que, quanto mais tempo permanecer com a turma, mais hábil a agarrar o poder do que a usá-lo ao serviço do País, mais complica o OE-2016 e menos tempo deixará ao próximo Governo para o elaborar, com o calendário eleitoral a comprometer o do Orçamento. O PSD, dececionado com o PM que Marco António e Relvas inventaram, com a bênção de Cavaco, anda a lançar nomes para o substituir. Desde a ministra das Finanças até Rui Rio, nem Marco António escapa à lista dos inefáveis e putativos sucessores.

A estratégia de crescimento que teve assinalável êxito, em três anos do funesto governo da pior direita, foi no camo dos impostos, do empobrecimento e da dívida pública. O próximo Governo herda um país desmoralizado, com défice na balança de transações, emprego em extinção, acordos impossíveis de honrar e um PR impossível de recuperar.

A obstinação de quem nunca devia ter passado de vogal de junta de Freguesia e acabou PM, longe de se arrepender, insiste em fazer beber até à última gota o cálice de veneno do Governo que lhe adjudicaram e que os portugueses são obrigados a digerir.

Que raio de sorte a nossa!

Bancada Directa / Sorumbático

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