BANCADA DIRECTA: Incompetente até dizer chega. Mas é um ás a viajar de avião em grande escala. Crato acusado de viajar em demasia quando o seu ministério vivia momentos de crise. Rir-se-à quando deixar a função

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Incompetente até dizer chega. Mas é um ás a viajar de avião em grande escala. Crato acusado de viajar em demasia quando o seu ministério vivia momentos de crise. Rir-se-à quando deixar a função

Incompetente até dizer chega.
Mas é um ás a viajar de avião em grande escala.
Crato acusado de viajar em demasia quando o seu ministério vivia momentos de crise.
Rir-se-à quando deixar a função

As ausências do ministro da Educação no estrangeiro são motivo de crítica interna no Governo.

Em plena crise da colocação dos professores, o facto de Nuno Crato ter saído do país - para participar num encontro informal, em Milão, sobre Telecomunicações - levantou vários sobrolhos ministeriais. Com o Ministério a arder, foi considerada "estranha" a ausência do "responsável político" por um dos piores arranques do ano letivo da história.

A viagem a Itália apanhou de surpresa a própria equipa da Educação. E, dentro do próprio Governo, houve quem questionasse Crato sobre a necessidade de manter a deslocação, sobretudo quando esta coincidia com o arranque da segunda tentativa de colocação de professores, depois do desastre ocorrido com o primeiro concurso.

Em vésperas de um dia D, a saída do ministro para o estrangeiro caiu mal. Mas Crato não cedeu e foi mesmo para Milão. As críticas às ausências de Crato não são, porém, de agora. Em plena sétima avaliação com a troika, quando o Governo preparava o corte de 4 mil milhões de euros na despesa, o ministro foi criticado por fazer "uma autêntica volta ao mundo".
Esteve no Chile, no Brasil e na China, numa ausência que se estendeu por três semanas. As Finanças não esconderam o seu desagrado por não poderem contar, nos trabalhos de preparação dos cortes, com o responsável do Ministério com maior peso na despesa com pessoal de toda a Administração Pública.

A equipa de Vítor Gaspar ficou "furiosa" e, na altura, fê-lo saber. Preparava cortes e programas especiais de rescisão de funcionários e o ministro que representa um quinto dos trabalhadores no Estado estava fora. Pior, as notícias mostravam-no a inaugurar um radiotelescópio a "2635 m de altitude", o que lhe permitiu observar "a região desértica e um pôr do sol único".

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