BANCADA DIRECTA: Fragmentos e Opiniões. Reflexões sobre os bancos e seu comportamento na concessão de créditos. É uma questão de parecenças. O nosso cronista “D. Payo Peres Correia” diz de sua justiça

sábado, 11 de outubro de 2014

Fragmentos e Opiniões. Reflexões sobre os bancos e seu comportamento na concessão de créditos. É uma questão de parecenças. O nosso cronista “D. Payo Peres Correia” diz de sua justiça

Fragmentos e Opiniões.
Reflexões sobre os bancos e seu comportamento na concessão de créditos.
É uma questão de parecenças.
O nosso cronista “D. Payo Peres Correia” diz de sua justiça

O QUE PARECE É OU NÃO É?

Há o que se diz, o que se quer comunicar e a realidade. O Marketing joga neste jogo e ganha.

Consegue comunicar a muita gente que as escolhas que fazem – por exemplo a aquisição de determinada marca de detergente ou de papel higiénico – são decididas em exclusivo pela cabecinha do decisor da compra.

Ó grande ingenuidade! Quem decide a compra é “apanhada” pelos apelos do marketing e do merchandising através da publicidade.

Anda meio mundo a enganar o outro meio e o marketing é a melhor das calçadeiras. E é tão agradável o canto da sereia que se for bem construído todos são levados… Vem isto a propósito sobre o que é do senso comum dizer-se da atividade bancária. E aqui também o que parece não é.

Vejamos:
1. Diz-se que os bancos recebem dinheiro dos aforradores e emprestam. Errado! Os bancos criam dinheiro novo quando dão crédito, o dinheiro dos aforradores é uma pequena percentagem dos créditos concedidos.

2. Diz-se que a atividade bancaria moderna consiste em apoiar os negócios. É um mito. Os créditos às empresas é uma pequena parcela dos créditos concedidos. A maior parte do dinheiro que os bancos criam alimenta as bolhas especulativas do imobiliário e os mercados financeiros. Hoje, mais os segundos que os primeiros.

Os bancos estão na génese da grande crise do capitalismo que explodiu em 2008 nos Estados Unidos e depois por todo o mundo. Essa crise foi o resultado do ultra liberalismo iniciado pelo pai Bush pela mãe Thatcher e pelo devasso Clinton. Liquidaram o travão que Roosevelt tinha bloqueado à especulação bancária.
A partir daqui valeu tudo! Por estranho que pareça, Clinton andou nos seus verdes anos, mais a sua namorada Hillary numa de paz e amor e depois no poder abriu a porta à mais despudorada especulação bancaria, que acabou na crise que estamos a pagar.

Quem nos verdes anos acreditava nas ideias e depois de mais crescido passou a acreditar no dinheiro?
- Por cá são aos montes!

Um abraço para os meus caros leitores
D. Payo Peres Correia
Lisboa. 2014. Outubro. 11

3 comentários:

Anónimo disse...

Senhor Adriano
Este senhor tem muita razão. Mas o que vale é que a credibilidade destes banqueiros está na cotação de "lixo". Mas lixo asqueroso
Bom fim de semana
Maria de Lourdes Bonito

Adriano Ribeiro disse...

Estou de acordo com a senhora.
Obrigado
Adriano Rui Ribeiro

Anónimo disse...

É tudo conversa
Só quero ver o vosso comportamento quando forem para o Governo. Eles ainda se vão portar pior
Mario

Obrigado Pela Sua Visita !