BANCADA DIRECTA: Avé Maria Luís eu te saúdo! Deste ao portugueses com o teu Orçamento 2015 uma mão cheia de nada. E andaste a estudar tanto e a dar aulas de economia para isto! Em nome do Pai (PR), do Filho (PM) e do Espirito Santto ( aqui já é loiça da fina)

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Avé Maria Luís eu te saúdo! Deste ao portugueses com o teu Orçamento 2015 uma mão cheia de nada. E andaste a estudar tanto e a dar aulas de economia para isto! Em nome do Pai (PR), do Filho (PM) e do Espirito Santto ( aqui já é loiça da fina)

Avé Maria Luís eu te saúdo!
Deste ao portugueses com o teu Orçamento 2015 uma mão cheia de nada.
E andaste a estudar tanto e a dar aulas de economia para isto!
Em nome do Pai (PR), do Filho (PM) e do Espirito Santto ( aqui já é loiça da fina)

Há muito que o Orçamento do Estado deixou de ser o que sempre havia sido: o principal instrumento de política económica do Governo. Mas nunca foi tão vazio, e nisso inútil, como este.

Nunca vi coisa assim: uma reforma fiscal ficar fora do Orçamento. Ao dizer que não faz mal, pois basta que os números do IRS e da fiscalidade verde batam certo, a ministra das Finanças está a confessar que o Orçamento não é resultado de políticas públicas. É uma folha de caixa que as define. E ainda há quem ache isto normal.
Uma mão cheia de nada (1)

É só promessas para outros suportarem A receita do IRS e do IVA tem que crescer 6,4% para que a sobretaxa de IRS seja devolvida na totalidade às famílias portuguesas. Ou seja, somados os dois impostos têm que gerar pelo menos mais 1700 milhões de euros além dos 26,7 mil milhões estimados para o fecho de 2014, para que os 3,5% de sobretaxa sejam devolvidos na íntegra.

Ou seja, estes 1700 milhões cobrem os 946,7 milhões de euros que o Governo estima que a receita fiscal cresça de 2014 para 2015 e os 760 milhões de euros que valerá, em 2014 (estas contas não estão ainda fechadas), a sobretaxa de IRS para os cofres do Estado. O Governo apresentou três cenários para ilustrar o que pode vir a acontecer com a sobretaxa.

Nos cálculos mais otimistas, a receita do IVA e do IRS é posta a crescer 770 milhões de euros acima do orçamento para 2015, mais dez milhões do que a receita que a sobretaxa irá gerar em 2014. Este 'crédito fiscal' só será operacionalizado em 2016 através de um reembolso, refere o Executivo.

E o PS depois que pague!

Uma mão cheia de nada (2)
Fim da cláusula de salvaguarda dita aumento do IMI em 2015 O Governo estima um crescimento de 10,1% para a receita de IMI cobrada em 2015, que deverá atingir 1,632 mil milhões de euros, face aos 1,482 mil milhões de 2014.

A factura de imposto municipal sobre imóveis (IMI) pode vir a aumentar para muitas famílias portuguesas em 2015. Esta é uma das más notícias inscritas na proposta do Orçamento do Estado para 2015 (OE2015), já que o documento não faz qualquer referência à cláusula de salvaguarda que impediu nos últimos anos aumentos significativos deste imposto.

Assim, confirma-se que 2014 terá sido o último ano em que vigorou esta medida. O Governo estima um crescimento de 10,1% para a receita de IMI cobrada em 2015, que deverá atingir 1,632 mil milhões de euros, face aos 1,482 mil milhões de 2014.

Em 2013 tinha sido 1,306 mil milhões. No total, as receitas fiscais da administração local (que abrange, além do IMI, o IMT - Imposto Municipal sobre Transações) deverão crescer, em 2015, 7,4%, para 2,702 mil milhões.

Uma mão cheia de nada (3)

Ambiente e Economia vencem no aumento da despesa, Agricultura e Educação lideram cortes A análise aos ministérios que saem mais e menos penalizados com o Orçamento do Estado para 2015, que já foi apresentado ao país

Uma mão cheia de nada (4)
Electricidade aumenta quase cinco vezes mais que a inflação em 2015 A electricidade vai subir 3,3% para quase três milhões de clientes. Para os cerca de 500 mil novos beneficiários da tarifa social agora criada pelo Governo, a variação será de -14%.

Uma mão cheia de nada (5)
OE 2015.
Função Publica. Redução de efectivos, contenção salarial e requalificação valem 333 milhões de euros Proposta do OE 2015 antecipa uma redução global das despesas com pessoal na ordem dos 333 milhões de euros por esta via.

Uma mão cheia de nada (6)

Despesa fiscal está subavaliada, alerta o Tribunal de Contas Auditoria diz que Conta Geral do Estado de 2012 não reflete o total dos benefícios fiscais, nomeadamente €1045 milhões dados às SGPS.

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