BANCADA DIRECTA: A ânsia do poder de um leader de um Partido que apenas tem 4% das intencões de voto para as próximas eleições. Simplesmente deploravel. Paulo Portas contra antecipação das eleições legislativas. Como é que um tipo que arvorou uma bandeira para a redução da sobretaxa do IRS, foi derrotado e agora apoia quem o derrotou. É o tacho, meus amigos, é o tacho.

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

A ânsia do poder de um leader de um Partido que apenas tem 4% das intencões de voto para as próximas eleições. Simplesmente deploravel. Paulo Portas contra antecipação das eleições legislativas. Como é que um tipo que arvorou uma bandeira para a redução da sobretaxa do IRS, foi derrotado e agora apoia quem o derrotou. É o tacho, meus amigos, é o tacho.

A ânsia do poder de um leader de um Partido que apenas tem 4% das intencões de voto para as próximas eleições. Simplesmente deploravel.
Paulo Portas contra antecipação das eleições legislativas. Como é que um tipo que arvorou uma bandeira para a redução da sobretaxa do IRS, foi derrotado e agora apoia quem o derrotou.
É o tacho, meus amigos, é o tacho.

Presente nas jornadas parlamentares conjuntas do PSD e do CDS-PP, o vice-primeiro-ministro considerou ainda que será possível "devolver total ou parcialmente" a sobretaxa do IRS através de crédito fiscal. Nas jornadas parlamentares conjuntas do PSD e do CDS-PP, que terminaram sabado na Sala do Senado, na Assembleia da República, em Lisboa.

Portas defendeu ainda que será possível "devolver total ou parcialmente" a sobretaxa do IRS através de crédito fiscal, argumentando que isso teria acontecido nos dois últimos anos se a medida tivesse sido aplicada. "Em 2013, com crédito fiscal teria sido devolvida uma boa parte da sobretaxa, em 2014, com crédito fiscal teria sido devolvida toda a sobretaxa.
Oh Paulinho: enganar os velhotes é feio
Qual é a razão para não confiar que em 2015 não seja possível devolver total ou parcialmente através do crédito fiscal e da receita adicional por mais atividade económica e por mais contribuições, por via do emprego", questionou-se Paulo Portas.

O vice-primeiro-ministro quis, desta forma, combater os "prognósticos sombrios" dos "céticos" relativamente aos resultados práticos da medida introduzida no Orçamento do Estado para 2015 segundo a qual uma eventual devolução da sobretaxa em 2016 fica dependente de aumento das receitas fiscais em 2015, nomeadamente do combate à evasão fiscal no próximo ano.

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