Os números travestidos (fugindo à realidade) de Paulo Portas
No ano passado perdeu toda a credibilidade dos seus apaniguados quando afirmou que era irrevogável a sua saída do Governo e posteriormente Passos Coelho fê-lo voltar atrás com a sua decisão. Bastou oferecer-lhe uns rebuçados para lhe acalmar os anseios. Nos dias de hoje o seu desespero é evidente.
Já nem se lembra daquela rábula do Verão do ano passado e que lhe custou definitivamente a auréola que ainda gozava em certos sectores da direita portuguesa, o líder de um visivelmente definhado e acabrunhado partido direitista: o seu CDS e que tenta a todo o custo recuperar alguma da pouca credibilidade que já possuiu.
E para isso deita mão a todos os artifícios e "números" que se possa imaginar, num afã obsessivo em colocar-se na ponta dos pés e surgir aos olhos dos portugueses como o arauto da defesa dos seus direitos.
Haja vergonha, que é coisa que há muito o líder centrista não tem - se é que alguma vez a teve…
Como é que alguém que foi co-responsável pelo maior ataque de sempre ao bolso dos portugueses, pode agora, qual lobo-mau travestido de capuchinho vermelho, vir a terreiro de mansinho defender uma política fiscal contrária à do governo de que ele é vice primeiro-ministro?!
Há limites para tudo, até para o descaramento!

















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