BANCADA DIRECTA: O "Citius" foi á vida, melhor foi passear pelo obscuro da incompetencia e só deve voltar quando Deus quiser!.....Um olhar sobre Paula Teixeira Pinto, actual ministra da justiça. Na embrulhada em que se meteu por causa da sua teimosia, só o venerando primeiro ministro é que a apoia. Diz este dito cujo que demiti-la nem pensar. Sabe-se lá porquê?

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

O "Citius" foi á vida, melhor foi passear pelo obscuro da incompetencia e só deve voltar quando Deus quiser!.....Um olhar sobre Paula Teixeira Pinto, actual ministra da justiça. Na embrulhada em que se meteu por causa da sua teimosia, só o venerando primeiro ministro é que a apoia. Diz este dito cujo que demiti-la nem pensar. Sabe-se lá porquê?

Um olhar sobre Paula Teixeira Pinto, actual ministra da justiça. 
Na embrulhada em que se meteu por causa da sua teimosia, só o venerando primeiro ministro é que a apoia. 
Diz este dito cujo que demiti-la nem pensar. 
Sabe-se lá porquê? 
Muito dificilmente a imagem de Paula Teixeira Pinto sairá incólome depois da trapalhada em que meteu o sistema informático da justiça, começou por dizer que tudo estaria resolvido na tarde do dia em que lançou a sua reforma do sistema judiciário e até hoje a confusão mantém-se. 

A única resposta que encontrou para o problema foi lançar o debate da vigilância dos pedófilos, na esperança de que um debate de um tema sensível lhe desse protagonismo, desviando a atenção do buraco para onde tinha atirado a justiça portuguesa. 

Agora sabe-se que a incompetência da ministra contém um condimento habitual da incompetência, a teimosia, a ministra foi avisada do risco de fiasco e apesar da demissão do seu chefe de gabinete persistiu com a sua reforma. Agora só resta à ministra demitir-se, ser demitida ou arrastar-se até ao fim do mandato esperando que o tempo ajude a esquecer o seu desempenho ministerial miserável. 
«João Miguel Barros, antigo chefe de gabinete da ministra da Justiça Paula Teixeira da Cruz, demitiu-se em fevereiro de 2013 depois de avisar que era necessário rever o Sistema de Informação da Justiça (Citius) e que o falhanço deste iria comprometer o arranque do novo mapa judiciário, escreve este sábado o Diário de Notícias (DN). 

Depois da saída, o ex-responsável disse que a data anunciada pelo Governo para a entrada em vigor da reforma judiciária – 1 de Setembro de 2014 – seria “um erro crasso”, uma vez que nessa altura não estaria ainda criado o Citius e não estariam concluídas as obras nos edifícios dos tribunais. 
Em declarações ao DN, João Miguel Barros disse que o que está a acontecer “era expectável”, admitindo que sabia “que isto ia acontecer” e que tem conhecimento das razões porque está a acontecer, acrescentando que os responsáveis “não foram os profissionais do Instituto de Gestão Financeira e Equipamentos da Justiça”.

A equipa que criou o Citius, e que se demitiu também em Fevereiro de 2013, enviou em 2012 um documento à ministra Paula Teixeira da Cruz informando-a de que o sistema estava obsoleto. 
O aviso foi ignorado.»

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