Para o deputado comunista, «o estado da Nação é hoje um país
que está mais dependente e sujeito ao arbítrio do estrangeiro, condenado a
viver hoje e por muitos anos em regime de liberdade condicional».
Já quando se referiu ao BES, ainda no púlpito principal da
Assembleia da República e com vista privilegiada sobre a bancada do Governo da
maioria PSD/CDS-PP, Jerónimo de Sousa criticou os sorrisos de Passos Coelho,
uma vez que o líder do executivo tinha afirmado há pouco tempo não conhecer
qualquer problema naquela estrutura empresarial, originalmente da família
Espírito Santo.
«Ri-se? Tenha sentido de responsabilidade», exigiu o líder
comunista, recebendo em troca uma cara de poucos amigos e palavras imperceptíveis por parte de Passos Coelho, visivelmente aborrecido pela chamada
de atenção.
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