BANCADA DIRECTA: O meu Domingo musical. É um pretexto para me esquecer das atrocidades que os imperialistas provocam neste mundo cruel e onde os inocentes são aqueles que mais sofrem as consequencias. É o Grupo Folclórico das Terras da Nóbrega

domingo, 27 de julho de 2014

O meu Domingo musical. É um pretexto para me esquecer das atrocidades que os imperialistas provocam neste mundo cruel e onde os inocentes são aqueles que mais sofrem as consequencias. É o Grupo Folclórico das Terras da Nóbrega




Ponte da Barca, um paraíso escondido no interior do Alto-Minho. 

Ponte da Barca, em pleno coração do Alto Minho deve o seu topónimo à "barca" que fazia a ligação entre as duas margens, e é a "ponte" construída em meados do séc. XV que lhe vai dar o nome de S. João de Ponte da Barca (1450). 

O topónimo Ponte da Barca aparece pela primeira vez nas "inquirições" de 1220, sendo antes conhecida pelo nome de Terra da Nóbrega (ou Anóbrega). Mas já em 1050 se mencionaria um ponto de passagem da "Barca" no cruzamento da via dos peregrinos que, de Braga, demandavam a Santiago ou que, da Ribeira Lima, se dirigiam a Orense, por Lindoso. É vila sede de concelho, com cerca de 1500 habitantes, cujo foral, concedido por D.Manuel, remonta a 1513. 

Terra rica, fidalga, de feição arejada, as Terras da Nobrega viram poetas da paisagem, das fontes e da saudade limianas. 


Mas Ponte da Barca, também, vila morena, de granito talhada, cheia de construções apalaçadas com capelas e muros fronteiros, ameados e brasonados do séc. XVI e XVII, os Paços do Concelho, o Pelourinho, o Abrigo Porticado, a Matriz dedicada a S. João Baptista e com risco de Vilalobos. 

E ao lado de todo este espólio histórico/monumental, em plena harmonia de linhas e cérceas, uma vila nova a cheirar a progresso, uma Ponte da Barca atractiva e moderna. 

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