BANCADA DIRECTA: Eu não gosto de mandar, eu não gosto de ser autoritário nem tenho formas de autoritarismos. Mas tenho responsabilidades e tenho de avançar. O que eu gosto é de dialogar. Nuno Crato em entrevista à SIC. As palavras podem não ser exactamente estas as proferidas, mas as ideias foram estas. Um autentico “flop” nos meandros das obscuridades das politicas de educação.

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Eu não gosto de mandar, eu não gosto de ser autoritário nem tenho formas de autoritarismos. Mas tenho responsabilidades e tenho de avançar. O que eu gosto é de dialogar. Nuno Crato em entrevista à SIC. As palavras podem não ser exactamente estas as proferidas, mas as ideias foram estas. Um autentico “flop” nos meandros das obscuridades das politicas de educação.

Nuno Crato "dixit"
Eu não gosto de mandar, eu não gosto de ser autoritário nem tenho formas de autoritarismos. 
Mas tenho responsabilidades e tenho de avançar. 
O que eu gosto é de dialogar. 
Nuno Crato em entrevista à SIC. As palavras podem não ser exactamente estas as proferidas, mas as ideias foram estas. 
Um autentico “flop” nos meandros das obscuridades das politicas de educação. 

Nuno Crato quis voltar à carga com uma prova de avaliação que nada avalia mas que serve para eliminar docentes da lista dos abrangidos pela decisão do Tribunal Europeu de obrigar o Estado português a parar com o abuso que durante décadas condenou profissionais a andarem uma vida inteira de casa às costas daqui para ali com contratos a prazo. 

Apostou que poderia impô-la com esperteza saloia e anunciou a data da sua realização com uma antecedência suficientemente curta para impedir que os sindicatos convocassem novamente uma greve que desse aos professores escalados para vigiarem a prova a justificação da falta de comparência à vergonha de colaborarem com o Governo na humilhação dos seus colegas. Erro de cálculo. Os sindicatos convocaram plenários que também servem na perfeição como justificação de faltas para todas as escolas onde hoje se realizariam as provas. 

De nada serviu a Crato tentar proibi-los, porque tudo indica que os plenários se realizaram em número suficiente para que também não seja hoje que o ministro da falta de vergonha cante vitória. Mesmo em férias, não obstante haver ovelhas negras que envergonham a classe, os professores conseguiram mobilizar-se e mostrar aos restantes servidores do Estado como se faz para fazer um ministro parvalhão cair do cavalo: um por todos e todos por um. E bastante falta faz recordá-lo. 

À notícia de ontem de que o Ministério das Finanças deu indicações aos organismos públicos para inscreverem nas suas propostas de Orçamento apenas 80% do valor das remunerações certas e permanentes do último mês antes da reposição dos cortes a que o Governo foi obrigado pelo Tribunal Constitucional, isto é, o Governo prevê cortar em 2015 ainda mais 20% do que aquilo que deixou de poder cortar a partir de 31 de Maio, junta-se a notícia de hoje de que os dirigentes dos serviços públicos têm até 22 de Agosto para identificarem o número de trabalhadores que querem enviar para a mobilidade especial ou com os quais pretendem rescindir contrato no próximo ano. Cortes sobre cortes, Tratado Orçamental, austeridade sobre austeridade para todo o sempre. 

Há quem prefira continuar a acreditar que não está a acontecer nada. 

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