BANCADA DIRECTA: Espanha. Vejo com os meus olhos a realidade positiva do crescimento económico de “nuestros hermanos”. Enquanto que em Portugal acentua-se o marasmo, apesar do tal ministro insinuar que há um milagre económico. A realidade está na subida dos juros da nossa dívida. Em Espanha está a descer!.....

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Espanha. Vejo com os meus olhos a realidade positiva do crescimento económico de “nuestros hermanos”. Enquanto que em Portugal acentua-se o marasmo, apesar do tal ministro insinuar que há um milagre económico. A realidade está na subida dos juros da nossa dívida. Em Espanha está a descer!.....

Espanha.

Vejo com os meus olhos a realidade positiva do crescimento económico de “nuestros hermanos”. 
Enquanto que em Portugal acentua-se o marasmo, apesar do tal ministro insinuar que há um milagre económico. 
A realidade está na subida dos juros da nossa dívida. 
Em Espanha está a descer!..... 

Juros da dívida portuguesa sobem, enquanto Espanha, Itália e Irlanda fixam novos mínimos 

Os juros das Obrigações do Tesouro fecharam hoje em alta no mercado secundário. Em contraste, o custo de financiamento da dívida de Espanha, Itália e Irlanda desceu para novos mínimos históricos nos prazos a cinco e a 10 anos. 
O mercado secundário da dívida fechou hoje em alta para as yields das Obrigações do Tesouro portuguesas (OT) e das obrigações reestruturadas gregas, segundo os dados de fecho da Investing.com. O que contrastou com a continuação da trajetória de descida para novos mínimos históricos para as yields das obrigações irlandesas, espanholas e italianas. 

Registou-se, também, a continuação da descida para mínimos históricos das yields das obrigações alemãs, conhecidas pela designação de Bunds e tidas como principal valor refúgio na zona euro, e para as obrigações francesas. As yields das OT no prazo de referência a 10 anos fecharam hoje em alta no mercado secundário da dívida, registando 3,59%, mais dois pontos base do que no fecho de ontem. 

Chegaram a atingir 3,61%, durante a sessão de hoje. Estes níveis estão abaixo do pico de 4% ocorrido este mês (no dia 11) aquando do auge da crise do grupo financeiro Espírito Santo, mas continuam acima dos níveis atingidos no mes anterior aquando do leilão de dívida a 10 anos em euros (realizado a 11 de junho), em que a taxa de remuneração média se situou em 3,252%. 
No prazo a dois anos, em que ontem haviam registado um mínimo histórico de 0,751%, as yields fecharam hoje subindo ligeiramente para 0,752%. Portugal foi hoje acompanhado na subida pela Grécia, cujas yields das obrigações reestruturadas a 10 anos fecharam em 5,93%, oito pontos base acima do fecho de ontem e já próximo, de novo, do patamar dos 6%. 

A crise do grupo financeiro Espírito Santo e a sua repercussão no Banco Espírito Santo voltou a estar em destaque com o impacto junto dos investidores da noticia, avançada ontem pelo Expresso Diário, de que os prejuízos podem ascender aos 3000 milhões de euros, acima dos 2,1 mil milhões estimados pelo banco, e com o adiamento da assembleia geral extraordinária marcada para esta quinta-feira. 

Na Grécia, o impacto negativo veio hoje da divulgação do relatório trimestral da Comissão do Orçamento do Parlamento apontando para a necessidade de um terceiro resgate e da continuação de problemas no sistema bancário helénico. 

Centro Comercial Gran Plaza. Avenida Ayarcun. Roquetas de Mar. Foto do mês de Junho

Nota anexa
Por aqui em Roquetas de Mar o progresso da população é um facto bem real à vista de toda a gente. Respira-se confiança em todos os extractos sociais. Africanos incluidos. A crise já passou e as pessoas têm consciência de que devem evitá-la de novo.
Gosto de saber!..... 

3 comentários:

luis pessoa disse...

Outro indicador, a Espanha cresceu no trimestre passado, graças ao aumento da procura interna. Foi uma surpresa, até para os próprios governantes, mas as razões foram naturais, porque o governo devolveu o que cortou aos funcionários públicos e até agradeceu o "empréstimo".
Por cá, estudam-se novos cortes, novas formas de roubar rendimentos para evitar o consumo interno. Finalidade, cá não se consome, exporta-se! Só que as exportações são um tremendo embuste. As empresas não ganham nada exportando, pelo contrário, para concorrerem com países muito mais organizados e com condições MUITO melhores, acabam vendendo, em desespero de causa, muitas vezes para não fecharem portas por não haver cá quem compre, abaixo de preço de custo, perdendo dinheiro e caminhando para a falência.
TODA a nossa política está ERRADA! Tendo a mesma moeda que todos os outros (EURO), nunca será pelas exportações que se resolverá o problema, mas sim pelo aumento do consumo interno graças ao aumento do poder de compra das pessoas.
Não há ninguém que não veja isso, mas não interessa que se saiba porque os BPNs, BPPs, BES e companhia serão pagos SEMPRE pelos contribuintes, mesmo que eles digam que não.
Assim, ao contrário do que repete o papagaio Pires de Lima quando se decide a falar, NUNCA iremos a lado nenhum e quando já nada houver para confiscar aos cidadãos e o endividamento estiver lá para os 200% do PIB e os juros a níveis inimagináveis...

luis pessoa disse...

Em nota de rodapé: Afinal, a Grécia ainda existe? Desapareceu de TODOS OS NOTICIÁRIOS! Pensei mesmo que tivesse sido dissolvida ou anexada por alguém!
É tão bom ter muita imprensa, muitos canais de tv, muitas rádios e até uma internet tão atenta... Como nós não somos a Grécia (lembram-se?) nada melhor do que fazê-la esquecer, eliminando-a das notícias!! Excelente!

Adriano Ribeiro disse...

Amigo Luís
Só quem conhece as realidades das "vidas" em Portugal e Espanha pode dar-se conta da diferença entre os consumidores de cada um destes países. Eu já nem quero falar das enormes diferenças de números de clientes das lojas em Portugal (Cascais Shopping e Forum Sintra) e o Gran Plaza de Roquetas e o Carrefour no Parador de Hortichuelas.
Basta referir-me as lojas Lidl. Em Portugal, regra geral, estão cheias de clientes, mas no Lidl de Roquetas há dois policias à porta para controlo da entrada de "fregueses" e da parte da manhã fecham a porta quando esgota a lotação de clientes no interior da loja.
E a vida já está muito mais cara em Espanha
Receba um abraço
Adriano Rui Ribeiro

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