BANCADA DIRECTA: Até dá para rir, se não fosse o dramatismo da situação. Um cidadão anda há 18 anos a dizer que está vivo, mas a certidão de óbito desmente o facto. E ninguém lhe dá razão.

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Até dá para rir, se não fosse o dramatismo da situação. Um cidadão anda há 18 anos a dizer que está vivo, mas a certidão de óbito desmente o facto. E ninguém lhe dá razão.

Até dá para rir, se não fosse o dramatismo da situação. 
Um cidadão anda há 18 anos a dizer que está vivo, mas a certidão de óbito desmente o facto. 
E ninguém lhe dá razão. 

Um caso de teimosia portuguesa Há portugueses teimosos. 

Aceitam este Governo, admitem este PR, conformam-se com esta maioria e reclamam se a autoridade legítima lhes passa uma certidão de óbito. Florindo Beja há 18 anos que nega a defunção. Parece não saber ler a certidão de óbito, e insiste, insiste, como um náufrago que, no meio do oceano, quer chegar a terra. 

Que reclamasse durante um ano ainda se admitia, mas que insista durante dezoito anos é preciso não ter respeito pela Conservatória do Registo Civil e pela paciência dos juízes. 

Se fosse um morto recente ainda se admitia mas com meio século de defunção é preciso topete. Andou 32 anos calado, e depois, com 61 anos, deu-lhe para negar a morte. Aliás, se estivesse vivo já tinha prescrito. 


Não há um jurista que o informe sobre a prescrição da vida que não reclamou? Já devia ter sido preso preventivamente. Um morto que se revolta é um perigo para as repartições e um atentado à ordem pública. Imaginem que todos os mortos requeriam a prova de vida. Onde tínhamos recursos para os reabilitar? 

Os mortos nunca deviam ter direito a reclamar e, muito menos, a ir pelo seu pé a pôr em causa um óbito transitado. 

Ver a situação mais em pormenor clicando aqui

Bancada Directa/ Ponte Europa

Sem comentários:

Obrigado Pela Sua Visita !