BANCADA DIRECTA: Quando ao tempo de Sócrates estar a segurar as rédeas do Governo, no Parlamento Paulo Portas clamava contra a insegurança que grassava no país e questionava o Governo para que actuasse para dar mais segurança às pessoas. Agora num caso de actuação das forças de segurança condena-se um agente que em serviço tentou cumprir a sua missão.

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Quando ao tempo de Sócrates estar a segurar as rédeas do Governo, no Parlamento Paulo Portas clamava contra a insegurança que grassava no país e questionava o Governo para que actuasse para dar mais segurança às pessoas. Agora num caso de actuação das forças de segurança condena-se um agente que em serviço tentou cumprir a sua missão.


Quando ao tempo de Sócrates estar a segurar as rédeas do Governo, no Parlamento Paulo Portas clamava contra a insegurança que grassava no país e questionava o Governo para que actuasse para dar mais segurança às pessoas. 
Agora num caso de actuação das forças de segurança condena-se um agente que em serviço tentou cumprir a sua missão. 

Um soldado da GNR, em serviço, na perseguição de uma carrinha que fugiu após um assalto, ao tentar acertar num dos pneus para parar a carrinha, a bala atingiu um dos ocupantes (fugitivos). O ocupante tinha 13 anos e acompanhava o pai no assalto. 

Condenado, inicialmente, a 9 anos de prisão, o Tribunal da Relação, após analisar o recurso, condenou o soldado da GNR em 4 anos de prisão, com pena suspensa e a pagar 10.000 de indemnização ao pai (assaltante e condutor da carrinha) e 30.000 euros à mãe, por serem os herdeiros do filho. 

Não me pronuncio sobre o processo mas interrogo-me: - A partir de agora, os agentes de segurança - GNR, PSP e Polícia Judiciária - ao serem chamados para defenderem a segurança dos cidadãos e ao perseguirem qualquer viatura tentarão parar os bons rapazes que se dedicam aos assaltos, pondo, por vezes, em causa a segurança do cidadão? 

Que Justiça temos?

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