Por esta España (quase, quase com a minha presença em Roquetas) que o próximo Rei Felipe VI pretende dar um novo impulso à Monarquia reinante dos Borbouns. Mas o povo espanhol não está pelos ajustes e avizinha-se para breve a possível implantação da III República
Mas o povo espanhol não está pelos ajustes e avizinha-se para breve a possível implantação da III República Espanhola
O render da guarda do rei-pai e da rainha-mãe
Felipe de Borbón e a sua consorte Letizia Ortiz serão em breve, respectivamente o rei e a rainha de Espanha. Talvez os últimos, apesar da honrosa linhagem da futura rainha.
A abdicação do rei-pai e, por inerência, a passagem a rainha-mãe da indulgente esposa, transmite por herança uterina ao filho varão o fausto e o poder simbólico que, num país laico, vai passar por uma catedral com burrifos de água benta de um hissope brandido vigorosamente por um cardeal da Igreja católica. Franco, que se cumpliciou com o Opus Dei, que o iluminou, deixou à Espanha o regime que nunca foi sufragado, e que terá de expirar de uma só vez, porque as monarquias não estão sujeitas a votações periódicas e democráticas.
Não foi a semente a germinar, foi o fruto maduro de quem não se conforma com poderes não escrutinados, de quem não distingue os glúteos de uma rainha das nádegas de uma camponesa, de quem não vê na anatomia de um útero real as diferenças do órgão em que qualquer mãe gera um filho.
Viva a República


















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