BANCADA DIRECTA: Os nossos dias confusos do socialismo. E para nos fazer pensar sobre esta confusão, o jornalista Fernando Correia diz de sua justiça sobre o tema

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Os nossos dias confusos do socialismo. E para nos fazer pensar sobre esta confusão, o jornalista Fernando Correia diz de sua justiça sobre o tema


Os nossos dias confusos do socialismo. 
E para nos fazer pensar sobre esta confusão, o jornalista Fernando Correia diz de sua justiça sobre o tema 


Primeira questão: entre nós não está implantado o socialismo, embora haja um Partido Socialista. Porque estas questão do socialismo é algo de muito complicado, até mesmo complexo que se não consegue fazer entender-se sem mais aquelas. 

Provavelmente, a maioria do povo português, a avaliar pelos votos à esquerda, desejaria o socialismo como uma forma mais equilibrada e justa para se viver. Só que a politização está por fazer e a informação é escassa. 

Donde o PS cá do sítio não passa de Partido Social Democrata, seguidor de um socialismo à europeia que não se percebe lá muito bem o que quer e ao que anda. Por esta razão muitas pessoas informadas afirmam que as diferenças entre o PS e o PSD são escassas e ténues. 

No seguimento das eleições europeias, no entanto, percebeu-se que há uma ala à esquerda do PS (mais próxima do socialismo) que quer Antonio Costa como candidato a primeiro ministro, em detrimento de Antonio José Seguro que representa uma ala mais moderada e conservadora. E é esta luta intestina que se trava agora no sentido de se saber o que é melhor para o PS e para o país, entendendo-se que o actual governo de coligação à direita está condenado, melhor ferido de morte. 
Trata-se, obviamente, de um assunto politico do maior interesse que o PS terá de resolver internamente, mas que tem de ser solucionado com brevidade, por respeito aos portugueses que continuam a ser vitimas de uma tremenda injustiça social. 

O PS pode ser a salvação, mas obriga-se a ser um PS diferente que não teime em ver no PCP o seu maior inimigo. A moção de censura (terceira apresentada pelo PCP ao Governo) pode ter querido dizer alguma coisa. Mas não disse tudo. 

O que se sabe, contando com o posicionamento de Marinho e Pinto, é que Portugal vota à esquerda (somando os votos) mas tem um Governo de direita. Não faz sentido, A não ser que a conjuntura se volte a alterar e que os votos mudem de orientação, contrariando a tendência das europeias. 

Fernando Correia 
Fernando Correia escreve no “Jornal Daqui” do Concelho de Mafra

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