BANCADA DIRECTA: O sublime descaramento destes provocadores de meia tijela. Virem a Portugal em dia de eleições com o pretexto inqualificavel de promoverem um forum qualquer é uma verdadeira intromissão na vida interna deste país. E os nossos “panconas” comprometidos fingem que não é nada com eles!....

quinta-feira, 8 de maio de 2014

O sublime descaramento destes provocadores de meia tijela. Virem a Portugal em dia de eleições com o pretexto inqualificavel de promoverem um forum qualquer é uma verdadeira intromissão na vida interna deste país. E os nossos “panconas” comprometidos fingem que não é nada com eles!....



O sublime descaramento destes provocadores de meia tijela. Virem a Portugal em dia de eleições com o pretexto inqualificavel de promoverem um forum qualquer é uma verdadeira intromissão na vida interna deste país. E os nossos “panconas” comprometidos fingem que não é nada com eles!....



 A realização do fórum da Troika em Portugal, no exato dia das eleições europeias, não é um ato gratuito, é uma despudorada provocação aos portugueses
  Draghi, Lagarde e Barroso resolveram fazer o banquete em casa dos pobres, exibir o seu poder, humilhando os que carecem da sua ajuda, colocando-se ao lado de quem aceitou todas as humilhações sem um queixume, um gesto de dignidade ou um grito de raiva – o actual Governo de todas as genuflexões e rastejamentos.

A troika, cujos erros foram reconhecidos internacionalmente, vem fazer discursos para casa de quem precisa de dinheiro e dispensa conselhos, de quem a suporta por precisão e não por afecto, de quem tem a corda na garganta e odeia quem lhe segura a ponta e se exibe junto do patíbulo.

O mais elementar dever de respeito por quem lhe alimenta a gula, à custa de sacrifícios, e que ousa amesquinhar os Tribunais do devedor, devia conter a ingerência grosseira no jogo político e nas opções eleitorais dos portugueses.



Que a troika goste da direita ultraliberal, que tivesse exultado com a traição de Passos Coelho, chumbando o PEC IV, que goste da sua improvável permanência no poder, não causa admiração. O que confrange é a falta de pudor, a arrogância e a provocação.
 

São funcionários vis ao serviço do capital financeiro internacional, cobradores de fraque sem ética, vergonha ou respeito, caixa de ressonância de interesses pouco respeitáveis e  porta-vozes da coligação portuguesa. São a excrescência da agiotagem.

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