BANCADA DIRECTA: Um “chico-esperto” chamado Durão Barroso. Anda a ver se a rapaziada já se esqueceu que abandonou o país de tanga para ganhar um chorudo vencimento na União Europeia

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Um “chico-esperto” chamado Durão Barroso. Anda a ver se a rapaziada já se esqueceu que abandonou o país de tanga para ganhar um chorudo vencimento na União Europeia

 Um “chico-esperto” chamado Durão Barroso 

Este fulano veio a Portugal na semana passada, tal como já tinha cá estado muito recentemente. Não há qualquer dúvida que o fulano, apesar de ter dito na entrevista para o Expresso que não estava no seu horizonte qualquer cargo politico em Portugal, a verdade é que o fulano dá mesmo mostras de andar a sondar cá a rapaziada sua correlegionária para se candidatar à Presidência da Republica. 

E tem já o beneplácito de Cavaco e Passos Coelho. Destas intenções de Barroso deram especial ênfase os comentadores televisivos da sua ideologia politica Marques Mendes e Marcelo Rebelo de Sousa 

O que me espanta é que o fulano deu especial atenção à necessidade de haver um consenso entre os Partidos do arco da governabilidade e em contradição ao que afirmou não convidou o leader do Partido Socialista o principal visado para a necessidade deste consenso. 
Contradições num individuo que prima por atitudes nem sempre dignas do cargo que tem. E por isso é que os seus comparsas o puseram fora do próximo mandato europeu. Outro aspecto negativo neste individuo foi a sua atitude de favorável “apologia do fascismo”! 

Dou a palavra ao tema”A defesa do fascismo” hoje publicado num blogue. 

A defesa do fascismo 

Imagine-se que alguém na Alemanha se lembrasse de elogiar as auto-estradas nazis ou as bombas V2 como dois bons exemplos dos avanços conseguidos pelo nazismo, o mínimo que poderia acontecer-lhe seria ser processado porque por aquelas bandas a defesa do nazismo é crime. 

E elogiar os aspectos positivos de um regime, como se os negativos fossem um mero inconveniente não é mais do que a defesa desse regime. Se essa pessoa fosse o presidente da Comissão Europeia estaríamos perante um escândalo e o mais provável era o governo alemão exigir a demissão do imbecil. 

Acontece que o imbecil é português, que no passado foi defensor de outras ditaduras e enquanto estudantes foi um modelo de extremismo doentio mas não foi à Alemanha elogiar o nazismo, veio a Portugal elogiar as virtudes do fascismo, ignorando a história e falando como se os portugueses fossem pacóvios. 

Uma vergonha para Portugal e uma vergonha porque temos um governo que aprece alinhar com os tiques do seu candidato presidencial

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