BANCADA DIRECTA: Eles bem querem que haja um CONSENSO! E perguntamos: consenso para quê? A resposta é simples e transparente: A Troika anda preocupada com a descida dos impostos mal se vá embora!

domingo, 27 de abril de 2014

Eles bem querem que haja um CONSENSO! E perguntamos: consenso para quê? A resposta é simples e transparente: A Troika anda preocupada com a descida dos impostos mal se vá embora!


Eles bem querem que haja um CONSENSO! 
E perguntamos: consenso para quê? 
A resposta é simples e transparente: 
A Troika anda preocupada com a descidas dos impostos mal se vá embora! 


Os objectivos da Troika estão bem definidos. 
O Fundo Monetário Internacional (FMI) quer que seja útil gerar consensos políticos suficientes em Portugal para evitar no futuro riscos das descidas dos impostos. 

A poucas semanas do final do programa de assistência financeira em Portugal, o Fundo mostra no relatório da 11.ª avaliação, publicado nesta segunda-feira, uma preocupação crescente com aquilo que o país irá fazer no futuro a nível orçamental. O Fundo avisa que, apesar dos resultados recentes positivos, “uma monitorização próxima da execução orçamental continua a ser crítica tendo em conta os ainda significativos riscos orçamentais”. 
 Outros objectivos são semelhantes na forma e no conteúdo. 

Na 12ª avaliação da Troika que por aí vem eles querem que se fechem muitas repartições de finanças. Marques Mendes, tal adivinho bem informado, mas de pouca credibilidade, lá disse ontem na SIC que tinha a certeza de que nenhuma repartição iria fechar. É conversa para boi dormir. Por outro lado a Troika não quer largar Portugal até 2021. E até agora os portugueses já pagaram em juros e comissões a estes senhores a módica quantia de quase 3 mil milhões de euros 

“Um consenso político alargado é essencial para ancorar os planos orçamentais de médio prazo de Portugal e resistir a quaisquer pressões futuras para aumentar a despesa ou reduzir os impostos para além dos envelopes orçamentais que foram assumidos como compromisso”, afirma o relatório. 
 Mas da parte de Portugal anda tudo muito confuso. É tudo conversa para um ano de eleições que se aproxima e eles já devem andar com cordas atadas às gargantas. Mas ainda sobrevivem e tentam enganar quem ainda acredita neles. 

O Governo tem colocado na mesa a possibilidade de, em 2015, o Governo avançar para uma redução da taxa de IRS, depois de em 2014 ter iniciado um plano progressivo de descida do IRC. Passos Coelho, contudo, tem salientado que apenas avançará para um corte do IRS (que poderia acontecer em ano de eleições) caso esteja assegurado o cumprimento dos objectivos de défice público.

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