BANCADA DIRECTA: Agora que a Primavera já começa a brilhar e a chuva se foi embora é que eles andam a sacudir a água do capote. Uma vergonha , melhor uma desvergonha, com tudo a cheirar indirectamente a campanha eleitoral

terça-feira, 8 de abril de 2014

Agora que a Primavera já começa a brilhar e a chuva se foi embora é que eles andam a sacudir a água do capote. Uma vergonha , melhor uma desvergonha, com tudo a cheirar indirectamente a campanha eleitoral

Agora que a Primavera já começa a brilhar e a chuva se foi embora é que eles andam a sacudir a água do capote. 
Uma vergonha , melhor uma desvergonha, com tudo a cheirar indirectamente a campanha eleitoral 

O povo português está a sofrer os efeitos da desresponsabilização que reina em Portugal! 

 Exemplo disso é a saga BPN que parece não ter fim! Agora confrontados com as afirmações de Durão Barroso e de Vítor Constâncio, ambos "sacudindo a água do capote" relativamente a um dos mais chocantes casos de burla, abuso de confiança e fraude fiscal que alguma vez sucedeu em Portugal e que custou aos contribuintes portugueses um montante superior a 8.000 milhões. 
Vítor Constâncio foi governador do Banco de Portugal (pessoa colectiva de Direito Público e responsável pela supervisão prudencial e comportamental das instituições de crédito, das sociedades financeiras e instituições de pagamento, tendo em vista assegurar a estabilidade, eficiência e solidez do sistema financeiro, o cumprimento de regras de conduta e de prestação de informação aos clientes bancários, bem como garantir a segurança dos depósitos e dos depositantes e a protecção dos interesses dos clientes). 

Dadas as suas responsabilidades, o Banco de Portugal tinha que ter agido e se não agiu, com ou sem informação externa, ou interna, eximiu-se das suas primordiais funções de supervisão, o que só pode suceder por dois motivos: ou não tem capacidade para as exercer, ou não as quis deliberadamente exercer. Em ambos os casos, deverá assumir as responsabilidades dos seus actos de omissão. 
Já no que respeita a Durão Barroso, à data primeiro-ministro, tinha a responsabilidade de zelar pelo primordial interesse público. Ora, se lhe chegou ao conhecimento irregularidades e violações da lei no BPN, deveria no imediato ter accionado todos os meios legais ao seu dispor no sentido de se investigar aquela situação. Não o tendo feito, é também responsável pelos actos de omissão aqui em causa. 

A sucessiva desresponsabilização dos órgãos do governo e do Estado, tem trazido às gerações do povo português uma factura demasiado alta para ser paga, ao mesmo tempo que tem vindo a premiar com elevados cargos nas reconhecidas instituições europeias e mundiais, quem por terras lusitanas deixa a factura por pagar e depois regressa ao estilo dos abutres comer os restos mortais da chacina que ajudaram a criar!

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